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segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Embretados -Cifra-
De: Davi Teixeira e Igor Silveira
Intérpretes: Angelo Franco e Pirisca Grecco
1° Lugar da 18° Estância da Canção Gaúcha de São Gabriel
G
'Cumpadre' me da noticia
C#º G
das "côsa" da capital
Aqui pro 'hôme do campo'
D7
a peleia é desigual
Am
Não chega a 'mosca' 'tristesa'
Am/G D7
tem "toalete" e "funrural"
C
e agora tao me cinchando
D7 G
Co'a tal 'reserva legal'
"apepês" e "pepepês"
C#º G
"preservação do ambiente"
Dm
conversa de boi-ta-ta
G7 C
só vao embretando a gente
Esse restinho de pampa
C#º G
que "traigo" tão bem cuidado
D7
qurem virar tudo em grota
G
o que era boia pro gado
G
'Cumpadre' na zona urbana
C#º G
não ta muito diferente
tem gente pior que o gado
D7
com a boia escassa na frente
Am
as rua tão 'entupida'
Am/G D7
nem se atende pelo nome
C
cada um ja tem um brinco
D7 G
no brete do 'mata-fome'
diz que a 'Dê' pulo pra 'Cê'
C#º G
"com mais pataca no bolso"
Dm
conversa de boi-ta-ta
G7 C
no fim tudo vira imposto
a carne que tu produz
C#º G
me chega sobre-tachada
D7
to descascando "as agulha"
G
pra "cumê uma desossada"
G
Mete o cavalo cumpadre
D7
nao bamo chora as pitanga
C
quem nasceu pra paletea
D7 G
nao vai vira boi de canga
mete o cavalo cumpadre
G7 C
vamo da uma encostadinha
G
divulga pra sociedade
D7
que o boi nao brota das "alve"
G
e que o leite não da em caixinha
G
'Cumpadre' aqui na campanha
C#º G
coma lotação nao se brinca
se aperto as vaca dao 'faia'
D7
se afrouxo me pega o incra
Am
tenho visto que a 'pastura'
Am/G D7
a cada ano se apouca
C
e eu que nem rato em guampa
D7 G
não acho a porta da toca
antes diziam que o dolar
C#º G
encarecia os 'insumo'
Dm
pois vem que é 'cola de egua'
G7 C
e não me sobre nem pro fumo
'temo embretado cumpadre'
C#º G
na campanha e na cidade
D7
se tapo a volta da "oreia"
G
me gela 'as extremidade'
G
Mete o cavalo cumpadre
D7
nao bamo chora as pitanga
C
quem nasceu pra paletea
D7 G
nao vai vira boi de canga
mete o cavalo cumpadre
G7 C
vamo da uma encostadinha
G
divulga pra sociedade
D7
que o boi nao brota das "alve"
G
e que o leite não da em caixinha
Por: Matheus Alves
terça-feira, 1 de maio de 2012
O Tombo - Cifra -
de: Gujo Teixeira - Pirisca Grecco
Grav: Pirisca Grecco e Ângelo Franco
32ª Califórnia
Am F G7
42-32-21-32-10-23-21-20-32-30-43-32-21-32-11-10-23-21-32-11-10-23-21-20-32-30-32-20-30-
F E7 Am F G7
23-21-32-30-43-42-41-42-10-15-18-15-112-110-18-17-15-28-26-15-113-112-110-18-17-15-28-
F E7 Am
15-17-28-110-18-17-15-28-26-25-24-25-25-210
Am9
Apartou-se da tropilha um zaino, crina comprida
G7
Num galope de alvoroço foi debochando da lida
F
Esbarrou junto das tábuas na terra do mangueirão
E7 Am
Deu cara-volta pro povo batendo um casco no chão
Am9
Armaram-se as rodilhas, argolas e seus mandados
G7
Couro de boi tento a tento nas mãos do negro trançado
F
Um a um ganhou o ar zunindo sobre os chapéus
E7 Am 60-62-64-50
E um reboleio de laços pra terminar o tropel
F E7
Alguém de longe gritou, fez farra com o tirador
Am
E o zaino escarceando crinas, largou do seu partidor
G7 C G7 C
Primeira armada no chão, a segunda quase pega
Dm G7 C F E7 Am
Terceira foi um buraco juntando potro e macega
Am/G Am/F#
30-21-20-30-21-20-30-21-20-44-21-20-44-21
F E7
43-21-20-43-21-20-43-21-20-42-21-20-42-20
Am/G Am/F#
30-21-20-30-21-20-30-21-20-44-21-20-44-21
F Am9 Am
43-21-20-43-21-20-43-21
Am9
Foi como botar com a mão a armada do capataz
G7
Cerrou na volta dos pulsos e é bem assim que se faz!
F
E o potro virou de volta trocando sua condição
E7 Am
Quem derrubou tanta gente hoje conhece o chão
Am9
Depois ergueu-se uma poeira e terminou o tropel
G7
E o capataz na outra ponta acomodou o chapéu
F
Quem não viu, ouviu de longe laço tinindo e um estouro
E7 Am 60-62-64-50
E o tombo foi o encontro da terra bruta com o couro
F E7
Alguém de longe gritou, fez farra com o tirador
Am
E o zaino escarceando crinas, largou do seu partidor
G7 C G7 C
Primeira armada no chão, a segunda quase pega
Dm G7 C F E7 Am 60-62-64-50
Terceira foi um buraco juntando potro e macega
F E7
Alguém de longe gritou, fez farra com o tirador
Am
E o zaino escarceando crinas, largou do seu partidor
G7 C G7 C
Primeira armada no chão, a segunda quase pega
Dm G7 C F E7 Am
Terceira foi um buraco juntando potro e macega
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Gente Gaúcha e Cavalo - Cifra
De : Ângelo Franco - Érlon Péricles
Int: Ângelo Franco
CD: Eu sou gaúcho
D A7 D Bm A7 Ab° D
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
O Rio Grande é um manancial de pagos iguais ao meu
A7 D
Muito embora tenha gente que do seu pago esqueceu
D7 G E7 A7
E hoje se olha no espelho e nem lembra onde nasceu
G D A7 D
E hoje se olha no espelho e nem lembra onde nasceu
Dm Em7/5- A7 Dm
Não que não andem pilchados ou porque vistam tendências
A7 Dm
Mas porque o mundo lhes tira o que carregam na essência
D7 Gm C7 F
Sem saber que a identidade da ganhos a inteligência
A7 Dm A7 D
Sem saber que a identidade da ganhos a inteligência
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Então nao posso cantar o que não seja o meu pago
A7 D
pois meu canto tem raiz embora eu seja indio vago
D7 G E7 A7
E se o meu verso dá um pealo de pronto aperto e nao largo
G D A7 D
E se o meu verso dá um pealo de pronto aperto e nao largo
Dm Em7/5- A7 Dm
Por isso povo gaúcho penso nas coisas que falo
A7 Dm
Canto as coisas do meu pago nosso chao nossos cavalos
D7 Gm C7 F
pois é o que resta de nós que não foi globalizado
A7 Dm A7 D
pois é o que resta de nós que não foi globalizado
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
Gm F A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Desdomado - Cifra -
De: Eduardo Soares/Ângelo Franco/ R. Martins
Int: Ângelo Franco
CD: Eu sou Gaúcho
D7
[13-34] [15-35] [17-37] [18-39] [110-311] [112-312] [110-311] -110-110-19-110-[110-311]
G D7
18-18-17-[17-37]-40-[18-39]-[17-37]-[17-37]-[15-35]-[14-34]-[15-35]-[17-37]-40-[17-37]
G
[15-35]-[13-34]
D7 G D7 G
Botei as garras no pingo,um picaço de valor
D7 G D7 G
Costeado do domador pras lidas a campo fora
D7 G D7 G
Larguei talareando esporas ao trote pelo potreiro
D7 G D7 G
Juntos dos outros campeiros bem logo ao nascer da aurora
D7 G
Bueno e campeiro pra lida,embora novo de freio
F#m B7 Em
Pechou um boi pelo meio na coxilha da invernada
G7 C G
Sereno noutra jornada quando pealei um toruno
D7 G G7 (G)
Todo metido a reiúno no meio da peonada
D7 G
No fim da lida de campo cheguei ligeiro nas casa
D7 G
Uma pilcha resevada pras precisão de estradeiro
D7 G
Pelego,cincha,baixeiro guardados com todo o jeito
G7 C D7 G
E um sonho dentro do peito lá num ranchito fronteiro
D7 G D7 G
Cheguei no rancho da prenda já quase clareando o dia
D7 G D7 G
Só escutava a melodia de um bem-te-vi na cancela
D7 G D7 G
Não avistei na janela aquele sorriso em flor
D7 G D7 G
Talvez um sonho de amor trouxesse luas pra ela
D7 G
E quase sem pretensão pra uma manhã de domingo
F#m B7 E7 G7
Me salta direito ao pingo a prenda que estava à espera
C G
O pala que dei pra ela num alvoroço de amor
D7 G G7
Mandou pelo corredor o sonho de primavera
C D7 G
Perdeu a doma o picaço,corcoveando no potreiro
D7 G
Bueno na lida,campeiro,um pouco novo de freio
D7 G G7
Seguimos batendo esteio de volta direito às casa
C D7 G
Pra quem sabe pegá a estrada depois de outro costeio
G7 C D7 G
Pra quem sabe pegá a estrada depois de outro costeio
D7 G D7 C Bm Am G
terça-feira, 3 de abril de 2012
Rancho de Luz - Cifra -
De: Tulio Urach/Carlos Omar V. Gomes/ Gibão Strazzabosco
I: Ângela Gomes e Ângelo Franco
27 ª Califórnia
Em Em/D# Em/D Em/C#
Sentado a mesa,o mate novo,a vela acesa,o olho turvo
Am F#m7/5-
Ouço mil cascos em disparada
B7 C
La por de trás da coxilha
G F#m7/5-
um negrinho gorjeia seu riso
B7 Em
Por ter achado a tropilha
Em/D#
Dou-te o lume da vela a prece prometida
Em/D Em/C# Am
Encontre minha alma que anda perdida
F#m7/5- B7
A escuridão da noite ainda me traz
C
Espíritos que vagam sem ter paz
G F#m7/5-
Aquerenciando o temor de encontrar
B7 Em
La fora o fogo insensato do boi-ta-ta
Am G
Aha São índios e padres,são negros,mulheres,soldados
Am G
Aha Que adentram o rancho e mateiam proseando ao meu lado
C Bm Am G
Guião-se pela prece aos braços abertos na cruz
C Bm
Enquanto a vela aquece
Am F#m7/5-
Os sonhos que povoam,
B7 Em
esse rancho de luz
Am Am/G#
Indago a Cristo na parede
Am/G Am/F#
Se pode um mate aumentar a sede
Dm Bm7/5-
Na chama da vela que se desfigura
E7 F G7
Vejo o campo e nele ecos de loucura
C Bm7/5-
Faíscas de adagas a morte estampada
E7 Am
Muitas batalhas de morrer por nada
Am/G#
Murmúrios engasgados em pecado e dor
Am/G Am/F#
Clamam ao meu lado a mão do redentor
Dm Bm7/5-
"Roque" na fogueira sem o coração
E7 F G7 C
Toma a minha prece com extrema-unção
Bm7/5-
O Aço de "Latorre" vem pedir perdão
E7 Am
Da fúria da crioula no sangue nas mãos
Dm C
Aha São índios e padres,são negros, mulheres, soldados
Dm C
Aha Que adentram o rancho mateiam proseando ao meu lado
F Em Dm C
Guiam-se pela prece aos braços abertos na cruz
F Em
Enquanto a vela aquece
Dm Bm7/5-
Os sonhos que povoam
E7 Am
esse rancho de luz
Am/G#
Dou-te o lume da vela a prece prometida(aha)
Am/G Am/F# Am
Dou-te o lume da vela a prece prometida(aha)
domingo, 5 de junho de 2011
Coplas de um gaúcho brasileiro
Intro: Dm A7 Dm
A7
Esta parada que eu carrego no meu jeito
Dm
Vem do meu peito embriagado de ideal
A7
Eu sou de um povo que se fez a ferro e fogo
Dm
Guardando posto no Brasil meridional
A7
Os olhos firmes não retratam amarguras,
Dm
Pois as agruras não são mais que provações
A7
Se rio pouco quando rio, sou sincero
Dm
Sei o que quero não nasci pras ilusões
C7 F
A cada dia que o Brasil fica mais velho
C7 F
Eu me revelo mais gaúcho e brasileiro
Em7(b5) A7 Dm
Pena que os olhos do país às vezes turvam
Dm/C Gm/Bb A7 Dm
E nos enxergam muito mais como estrangeiros
Intro
A7
É bem verdade que não somos agregados
Dm
Aos que parados choram pranto de miséria
A7
Sangue latino, coração de terra bruta
Dm
A nossa luta é por trabalho e gente séria
A7
Nossas verdades têm razões nacionalistas
Dm
Como ativistas da cultura regional
A7
Já não pregamos nenhuma separação
Dm
Revolução é dar a mão ao seu igual
C7 F
Por isso eu digo pra cada brasileiro
C7 F
Somos gaúchos com orgulho da nação
Em7(b5) A7 Dm
Apenas peço não esqueçam do Rio GrandeDm/C Gm/Bb A7 Dm
Que ainda temos o Brasil no coração
Chacarera do Tempo
Dm A#7 A7 Dm
É um potro que bate patas sobre os tambores da terra
A7 Dm
Feito quem declara guerra ao que chamamos presente
Gm7 Dm
É o que transforma em ausente o que nos parecia eterno
A# Gm7 A7
É o verão que vira inverno no infindo ciclo da gente
Gm7 F7 A7 Dm
É o verão que vira inverno no infindo ciclo da gente
A7 Dm
É chacarera truncada
A7 Dm
Que o tempo canta pra nós
Gm F7
Sempre na mesma batida
A7 Dm
Fazendo a vida mudar de voz
A7 Dm
Quem baila essa chacarera
A7 Dm
Não pode “afroxá” o “garrão”
Gm7 Dm
Hay que firma o puchero
A7 Dm
Batendo o legüero do coração
(refrão)
Dm A#7 A7 Dm
É o pranto que sai dos olhos, evapora e vira riso
A7 Dm
É a ilusão de um sorriso se transformando em saudade
Gm7 Dm
Não existe identidade na dinâmica da vida
A# Gm7 A7
Pois pode ser desmentida qualquer pretensa verdade
Gm7 F7 A7 Dm
Pois pode ser desmentida qualquer pretensa verdade
(refrão)
Dm A#7 A7 Dm
Quem vive vai rumo ao nada mas pode passar por tudo
A7 Dm
Se sabe apenas que o mundo não tem começo nem fim
Gm7 Dm
A história também é assim, andando sempre pra frente
A# Gm7 A7
E é só contar diferente pra que o Não nos diga SimGm7 F7 A7 Dm
E é só contar diferente pra que o Não nos diga Sim
Coração da Minha Gente
Intr.: D A7 D A7 D A7 D A7 D
A7
Trago o sonar de sete sinos missioneiros
D
Timbre jessuíta que eu carrego na garganta
A7
Cruz missioneira, quatro braços estendidos
D
E um sapucay que desta terra se levanta!
A7
A raça bugra que renasce na guitarra
D
Segue na estrada atrás da mesma bandeira
A7
Pois traz na estirpe a velha força ancestral
D
Com que escreveu a heróica saga missioneira
G/C Bm/5+
Sete hinos, sete povos, sete santos,
G/A# D
Sete cruzes sobre o altar das reduções,
G/C Bm/5+
Sangue nativo mistura a terra bruta
A7
Que templou de paz e luta
G F#m Em D
O chão sagrado das missões.
A7
% De peito aberto a minha gente sempre grita
D
Que ainda tem dono esta terra de sepé
A7
Força guerreira que habita o sangue do povo
D
Pois em cada missioneiro as catedrais seguem de pé % (2x)
D A7 D A7 D A7 D A7 D
A7
Hoje o meu povo missioneiro segue a luta
D
São novos tempos, mas os mesmos ideais,
A7
A alma índia ainda segue em reculuta
D
São novos sonhos com valores ancestrais
A7
Missões sagradas, coração da minha gente,
D
Cada semente germinada é uma esperança...
A7
Passam os anos mas não seca essa vertente
D
Porque a fibra missioneira é nossa maior herança
A7
% De peito aberto a minha gente sempre grita
D
Que ainda tem dono esta terra de sepé
A7
Força guerreira que habita o sangue do povo
D
Pois em cada missioneiro as catedrais seguem de pé % (2x)
E B7
% De peito aberto a minha gente sempre grita
E
Que ainda tem dono esta terra de sepé
C#m B7
Força guerreira que habita o sangue do povo
E
Pois em cada missioneiro as catedrais seguem de pé %
C#m B7
Força guerreira que habita o sangue do povo
E
Pois em cada missioneiro as catedrais seguem de péFinal: B7 A G#m F#m E
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Potreiro Vazio - Angelo Franco
Dm............................................................Bb A7
Domador de ofício Pela vida veio Fosse o potro mais xucro Ele amansava pro freio
A7
Tinha tanto ensinamento Guardado em seu abandono
...........Gm........ A7 ..............Dm
Cavalo feito por ele Pedia benção pro dono
Dm
Diz que falava com bicho Que domava só com prosa
..................D7 .......................Gm
Mas nunca pôde doma O coração da Maria Rosa
................(Gm).........................Dm
Bebeu da desilusão Nunca mais olhou pra outra
...................A7.......................Dm D7 - Bis
E escolheu a solidão Pra amansar a vida potra
Refrão
A
Arde o peito
C#7 ........ F#m
Potreiro vazio
...................B7
Há no vento um relincho
.................E
Que nunca se ouviu
D .................A
Nos olhos de um domador
....................E
Há um amor aporreado Bis
........A .........A7
Com nome de flor
Domador de ofício Pela vida veio Fosse o potro mais xucro Ele amansava pro freio
A7
Tinha tanto ensinamento Guardado em seu abandono
...........Gm........ A7 ..............Dm
Cavalo feito por ele Pedia benção pro dono
Dm
Diz que falava com bicho Que domava só com prosa
..................D7 .......................Gm
Mas nunca pôde doma O coração da Maria Rosa
................(Gm).........................Dm
Bebeu da desilusão Nunca mais olhou pra outra
...................A7.......................Dm D7 - Bis
E escolheu a solidão Pra amansar a vida potra
Refrão
A
Arde o peito
C#7 ........ F#m
Potreiro vazio
...................B7
Há no vento um relincho
.................E
Que nunca se ouviu
D .................A
Nos olhos de um domador
....................E
Há um amor aporreado Bis........A .........A7
Com nome de flor
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