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terça-feira, 17 de abril de 2012
Gritos de Recolhida - Cifra -
Letra: Rogério Villagran
Música: Ênio Medeiros
Ritmo: Chamamé
D A7 G D D7 G D E A7 D
D
Anoiteço golpeando o potro
A7
Até que a noite vai embora
Mateando e rondando o fogo
G D
Enquanto a acordeona chora
Bm
A ânsia de ver o sol
A7
Me atormenta e namora
Se um ventena sopra as venta
D
Amanheço arrastando espora
G
Meu basto arma de guerra
D7
Nesta batalha sem fim
Amigo até quando um xucro
G
Se bolca em cima de mim
Guitarra santo remédio
D7
Pra amansar saudade potra
Chapéu Cury encouraçado
G
Que encosta uma aba na outra
Vira o rastro e bate o casco
D7
Que na ponta desponta a poeira
Me criei bolqueando vaca
G
Nos refugos de mangueira
G D7 G D7 G D A7 G D D7 G D E A7 D
D
A aurora chega ao pacito
A7
Num trancão de caborteira
Traz gritos de recolhida
G D
Que vem direto à mangueira
Bm
O caseiro meio aluado
A7
Sai no rastro das tambeiras
Porque o sol se criou guaxo
D D7 G
Ta berrando na porteira
G
Meu basto arma de guerra
D7
Nesta batalha sem fim
Amigo até quando um xucro
G
Se bolca em cima de mim
Guitarra santo remédio
D7
Pra amansar saudade potra
Chapéu Cury encouraçado
G
Que encosta uma aba na outra
Vira o rastro e bate o casco
D7
Que na ponta desponta a poeira
Me criei bolqueando vaca
G
Nos refugos de mangueira
D7 G D7 G D7 G
Me criei bolqueando vaca nos refugos de mangueira
domingo, 15 de abril de 2012
Uma Milonga das Buenas - Cifra -
De: Rogério Villagran e César Oliveira
Am E7 Am E7 Am
10-18-18-17-18-17-15-14-10-10-24-10-24-10-17-15-14-15-17-18-18-17-15-14-15-17-15
Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Sempre fala da fronteira
E7
Em cavalhada matreira
Am
E choro de nazarenas
E7
Uma milonga das buenas
Am
Me faz lembrar uma volteada
E7
Que um zaino venta rasgada
Am
Por velhaco e sem costeio
F
Quase me atorou no meio
E7 Am F
No estouro de uma bolcada
E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Revira o mundo num pealo
A7 Dm
E quando eu monto a cavalo
G7 C
O Rio Grande "se apequena"
F
E quando eu monto a cavalo
A7 Am F E7
O Rio Grande "se apequena"
Am E7
Uma milonga das buenas
Am
É igual a ventania louca
A7 Dm
Que entre muitas e poucas
G7 C
Tem o resumo bagual
F
Veio da banda oriental
E7 A E7 A
E se perdeu de boca em boca
A
Uma milonga das buenas
F#m
Lembra noites de garoa
Que ao despacito encordoa
C#m D
Caindo mansa e serena
Uma milonga das buenas
C#m
Me dá força pra que eu cante
D
E esta pampa se levante
C#m
Sobre o lombo da guitarra
D
Enforquilhada nas garras
C#m
Levando tudo por diante
Bm E7
Enforquilhada nas garras
Am
Levando tudo por diante
E7
Uma milonga das buenas
Am
Fala em junco e aguapé
E7
Em ranchos de santa fé
Am
Por isso que vale a pena
E7
Uma milonga das buenas
Am
Bem cantada se governa
E7
Chega e boleia a perna
Am
Em qualquer galpão de estância
F
Pois anda a encurtar distância
E7 Am
E o tempo adentro se inverna
F E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Tem que ter alma de potro
A7 Dm
E o sarandeio maroto
G7 C
Do corpo de uma morena
F
E o sarandeio maroto
E7 Am F
Do corpo de uma morena
E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Me traz recuerdos de amores
A7 Dm
Perdidos nos corredores
G7 C
Extraviados nas taperas
F
Quando a china se entrevera
E7 A E7 A
Num duelo de payadores!
A
Uma milonga das buenas
F#m
Lembra noites de garoa
Que ao despacito encordoa
C#m D
Caindo mansa e serena
Uma milonga das buenas
C#m
Me dá força pra que eu cante
D
E esta pampa se levante
C#m
Sobre o lombo da guitarra
D
Enforquilhada nas garras
C#m
Levando tudo por diante
Am F E7 Am E7 Am
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