quarta-feira, 18 de abril de 2012
Laço das Estrelas - Cifras-
de: Edilberto Teixeira - Enio Medeiros
Grav: Leopoldo Rassier
Ab Bbm
loqueei a luz das estrelas da anqueira do firmamento
Eb7 Ab
Com o fio melhor do meu canto emparelhei quatro tentos
Eb7
Com a argola da lua cheia e a ilhapa das três Marias
Ab
Andei Sovando Meu Laço no trato das melodias
Eb7 Ab C7 Fm
Andei Sovando Meu Laço no trato das melodias
C7
Com a linda estrela boieira fiz o botao da presilha
Fm
E fui trançando meu laço, rodilha após redondilha
C7
Vi uma estrelha, ia caindo com meu canto eu fui laçar
Fm
Sem querer rasguei a armada do tamanho do luar
Bbm Ab C7 Fm [43-61] [42-63] [41-50]
Sem querer resguei a armada do tamanho do luar
Bbm Ab C7 F7
Doze braças tem meu canto, quatro tentos de emoção
Bbm Ab C7 F7
Só a ilhapa eu do de inhapa pra o guasqueiro coração
Bbm Ab C7 F7
Doze braça tem meu canto, quatro tentos de emoção
Bbm Ab C7 Fm
Só a ilhapa eu do de inhapa pra o guasqueiro coração
Ab Bbm
Meu canto, trança de estrelas e a argola feita de prata
Eb7 Ab
É o laço que a rima pobre, remalha perto da ilhapa
Eb7
Com meu verso enluarado pelas plagas do infinito
Ab
Quis laçar os quatro ventos com as rodilhas do meu grito
Eb7 Ab C7 Fm
Quis laçar os quatro ventos com as rodilhas do meu grito
Quando entao atiro o laço
C7
destas rimas galponeiras
Elas vão na noite pampa
Fm
Se brandeando com as estrelas
Lá se vão cheias de abismo
C7
Rasgando a armada do espaço
Que eu não puxo porque a lua
Fm
Fica no seio do laço
Bbm Ab
Que eu não puxo porque a lua
C7 Fm
Fica no seio do laço
[43-61] [42-63][41-50]
El Cosechero - Cifra -
De: Ramon Ayala
Grav: Luiz Carlos Borges
Am
El viejo rio que va
E7
Cruzando el amanecer
Gm A7
Como un gran camalotal
Dm
Lleva la balsa en su loco vaiven
Rumbo a la cosecha cosechero yo sere
Am
Y entre copos blancos mi esperanza cantare
E7
Con manos curtidas dejare en el algodon
Am A7
Mi corazon.
Dm
La tierra del chaco quebrachera y montaraz
Am
Prendera en mi sangre con un ronco sapucay
E7
Y sera en el surco mi sombrero bajo el sol
Am A7
Faro de luz
Dm
Algodon que se va ... que se va ... que se va ...
Am
Plata blanca mojada de luna y de sol
E7
Un ranchito borracho de sueños y amor
Am Dm Am E7 Am
Quiero yo
De corrientes vengo yo
E7
Barranquera ya se ve
Gm A7
Y en la costa un acordeon
Dm
Gimiendo va su lento chamame
Rumbo a la cosecha cosechero yo me ire
Am
Y entre copos blancos mi esperanza cantare
E7
Con manos curtidas dejare en el algodon
Am A7
Mi corazon
Dm
Algodon que se va ... que se va ... que se va ...
Am
Plata blanca mojada de luna y de sol
E7
Un ranchito borracho de sueños y amor
Am Dm Am E7 Am
Quiero yo
Dm Am
Quiero yo ...Quiero yo ...
terça-feira, 17 de abril de 2012
Romance Milongueado
De: Mauro Moraes
CD: Cuia e Cambona
Dm A7 Dm A7
32-23-10-11-15-13-11-10-23-10-22-32-33-32-30-43-30-32-32-23-10-11-15-13-11-10-23-10-22
Dm A7
32-33-32-30-43-42-40-32-31-32-43-32-11-32-31-32-42-32-31-32-42-32-10-32-42-32-10-32-31
Dm A7 Dm
32-40-32-11-32-23-10-11-15-13-11-10-23-10-22-32-33-32-30-43-42-40
Dm
Este meu cantar milongueado
A7
Um tanto passado, um tanto presente
Sente quando a alma se guarda
Dm
Ou rasga uma armada, no rastro da gente...
Este meu campear figurado
A7
De pingo encilhado e marca campeira
Cria quando mete a cucharra
Dm
Lidando co'as garra cheirando a mangueira
C7
Compadre, eu guardo tudo nos olhos
F
Com o pinho no colo bobeando as estrelas...
A7
E ainda escrevo tudo o que gosto
Dm
De um jeito bem nosso pra nunca perdê-las!
C7
Compadre, eu deixo sentar o toso
F
Tocando os cachorros no gado, nas ovelhas...
A7
E ainda esbarro firme o cavalo
Dm
Metendo um pealo com a boca na orelha!
C7 F
Por nada o tempo chispa da frente
A7 Dm
E a gente sobra no coração BIS
Ando a pata de cavalo galopeando versos
Grudadito à sonoridade destas guitarras crioulas...
Lindeiras de campo, de pátio e fronteira
Arranchadas à alma quando empeço um poema
Na boca d'uma porteira.
()
Dm A7 Dm
32-23-10-11-15-13-11-10-23-10-22-32-33-32-30-43-42-40
Chora gaita véia - Cifra -
Letra: Mauro Moraes
Música: Pirisca Grecco
Intro. Em C B7 Em B7 Em Em/D Em/C# C B7 Em B7 Em
Em
Se a mim me tocar pelar um chibo
C B7
De uma gaita veiaca guasguita de fole
Comigo não tem de tronqueira
Atropelo em mangueira
Em
Sampando de lote
Eu trago ao tranco a mirada
E7
De uma sombra estirada
Am
E um romance a capricho
Em
Sou tipo flor de gaucho
B7
Loco de macanudo
Em
Criado em bochincho
Am Em
Comigo não tem de floreio
B7
Em qualquer negaceio
Em
Tem gaita e cambicho
D7
Eu trago uma escrita charrua
Em
Numa rastra pampa chairada em refrega
B7 Em
Um baita estadão de fachada
B7 Em
Com a égua encilhada pateando macega
Am Em
A alma atada a cordeona
B7
Campeando as bocona
E F#m E
Devagarzito nas pedra
F#m
Chora gaita veia
B7
bufa e prende o grito
G#m
Contra, falta, envido
C#7
Contra, falta o resto
F#m
E o bailongo se estende
B7
Deixando de lambuja
G#m
As alpargatas barbuda
C#7
E o coração desdomado
F#m
De uma morena cor de cuia
B7 Em
Galponeando a lo largo
DECLAMAÇÃO: Em C B7 Em B7 Em C B7
Intro. B7 Em B7 Am G B7 Em
FINAL: Em C B7 Am G B7 Em
Por: Jonathan Villagran
Gritos de Recolhida - Cifra -
Letra: Rogério Villagran
Música: Ênio Medeiros
Ritmo: Chamamé
D A7 G D D7 G D E A7 D
D
Anoiteço golpeando o potro
A7
Até que a noite vai embora
Mateando e rondando o fogo
G D
Enquanto a acordeona chora
Bm
A ânsia de ver o sol
A7
Me atormenta e namora
Se um ventena sopra as venta
D
Amanheço arrastando espora
G
Meu basto arma de guerra
D7
Nesta batalha sem fim
Amigo até quando um xucro
G
Se bolca em cima de mim
Guitarra santo remédio
D7
Pra amansar saudade potra
Chapéu Cury encouraçado
G
Que encosta uma aba na outra
Vira o rastro e bate o casco
D7
Que na ponta desponta a poeira
Me criei bolqueando vaca
G
Nos refugos de mangueira
G D7 G D7 G D A7 G D D7 G D E A7 D
D
A aurora chega ao pacito
A7
Num trancão de caborteira
Traz gritos de recolhida
G D
Que vem direto à mangueira
Bm
O caseiro meio aluado
A7
Sai no rastro das tambeiras
Porque o sol se criou guaxo
D D7 G
Ta berrando na porteira
G
Meu basto arma de guerra
D7
Nesta batalha sem fim
Amigo até quando um xucro
G
Se bolca em cima de mim
Guitarra santo remédio
D7
Pra amansar saudade potra
Chapéu Cury encouraçado
G
Que encosta uma aba na outra
Vira o rastro e bate o casco
D7
Que na ponta desponta a poeira
Me criei bolqueando vaca
G
Nos refugos de mangueira
D7 G D7 G D7 G
Me criei bolqueando vaca nos refugos de mangueira
domingo, 15 de abril de 2012
Uma Milonga das Buenas - Cifra -
De: Rogério Villagran e César Oliveira
Am E7 Am E7 Am
10-18-18-17-18-17-15-14-10-10-24-10-24-10-17-15-14-15-17-18-18-17-15-14-15-17-15
Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Sempre fala da fronteira
E7
Em cavalhada matreira
Am
E choro de nazarenas
E7
Uma milonga das buenas
Am
Me faz lembrar uma volteada
E7
Que um zaino venta rasgada
Am
Por velhaco e sem costeio
F
Quase me atorou no meio
E7 Am F
No estouro de uma bolcada
E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Revira o mundo num pealo
A7 Dm
E quando eu monto a cavalo
G7 C
O Rio Grande "se apequena"
F
E quando eu monto a cavalo
A7 Am F E7
O Rio Grande "se apequena"
Am E7
Uma milonga das buenas
Am
É igual a ventania louca
A7 Dm
Que entre muitas e poucas
G7 C
Tem o resumo bagual
F
Veio da banda oriental
E7 A E7 A
E se perdeu de boca em boca
A
Uma milonga das buenas
F#m
Lembra noites de garoa
Que ao despacito encordoa
C#m D
Caindo mansa e serena
Uma milonga das buenas
C#m
Me dá força pra que eu cante
D
E esta pampa se levante
C#m
Sobre o lombo da guitarra
D
Enforquilhada nas garras
C#m
Levando tudo por diante
Bm E7
Enforquilhada nas garras
Am
Levando tudo por diante
E7
Uma milonga das buenas
Am
Fala em junco e aguapé
E7
Em ranchos de santa fé
Am
Por isso que vale a pena
E7
Uma milonga das buenas
Am
Bem cantada se governa
E7
Chega e boleia a perna
Am
Em qualquer galpão de estância
F
Pois anda a encurtar distância
E7 Am
E o tempo adentro se inverna
F E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Tem que ter alma de potro
A7 Dm
E o sarandeio maroto
G7 C
Do corpo de uma morena
F
E o sarandeio maroto
E7 Am F
Do corpo de uma morena
E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Me traz recuerdos de amores
A7 Dm
Perdidos nos corredores
G7 C
Extraviados nas taperas
F
Quando a china se entrevera
E7 A E7 A
Num duelo de payadores!
A
Uma milonga das buenas
F#m
Lembra noites de garoa
Que ao despacito encordoa
C#m D
Caindo mansa e serena
Uma milonga das buenas
C#m
Me dá força pra que eu cante
D
E esta pampa se levante
C#m
Sobre o lombo da guitarra
D
Enforquilhada nas garras
C#m
Levando tudo por diante
Am F E7 Am E7 Am
Razões de Ser - Cifra -
De: Lisandro Amaral
Dm
Meu sonho toreou na estrada muito aguaceiro
A7
Por ter alma de poncho, se fez tropeiro
Gm Dm
Aos olhos brancos da lua rondou ausências de ti
F A7 Dm [43-55][30-42][32-43][23-32]
Sabendo que o fim da estrada é longe daqui
Dm
Bocal sovado no queixo de um mouro-pampa,
Dm C Bb A7
Empurra um resto de vida que é tropa larga
Gm Dm
As duas cruzes de espinhos, na espora falam por si
F A7 Dm
E sabem que o rancho dela é longe daqui
Gm Dm
Tenho as mãos do tempo, sou irmão de tantos
C7 Dm
Que andaram, sem norte
Gm F
Seguindo tropas de tantos senhores
A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
F A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
Gm
Será a saudade o terço dos deserdados?
Dm
Será um corredor o céu de quem se perdeu?
Gm
Terá, no altar do campo, uma cruz cravada
F A7 Dm Dm C Bb
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus?
A7 Dm
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus?
Gm Dm C7 Dm Bb Dm Em7/5- A7 Dm
Meu sonho plantou nos olhos muito aguaceiro,
Dm C Bb A7
Por ter alma tropeira, acendeu luzeiros!
Gm Dm
Aos olhos baios do sol, clareou ausências de ti
F A7 Dm
Buscando razões de ser e estar aqui...
Dm C Bb
Gm Dm
Tenho as mãos do tempo, sou irmão de tantos
C7 Dm
Que andaram, sem norte
Gm F
Seguindo tropas de tantos senhores
A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
F A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
Gm
Será a saudade o terço dos deserdados?
Dm
Será um corredor o céu de quem se perdeu?
Gm
Terá, no altar do campo, uma cruz cravada
F A7 Dm Dm C Bb
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus?
A7 Dm
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus? BIS
Bb Dm Em7/5- A7 Dm
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Gastando Rumos Na Poeira - Cifra -
De: Érlon Péricles
CD: Mais Gaúcho
Dm
Ando por léguas de estrada no lombo do baio
Dm Bb A7
Uma saudade estradeira me faz o fiador
O horizonte nos olhos, o chapéu tapeado
Dm
As ânsias seguindo soltas pelo corredor
As alegrias e mágoas fazendo o costado
Dm Bb A7
O sentimento na volta querendo aflorar
Procuro o jeito da prosa pra usar as palavras
A7 Gm F A7 Dm
E sei guardar o silêncio se assim precisar
Dm C Bb A7 Dm
Vou num compasso marcado, meu pingo trocando orelha
A7 Dm
Os sonhos vão a lo largo, gastando os rumos na poeira
Dm C Bb A7 Dm
Eu ando bem de a cavalo, e levo a vida serena
A7
Proseando com a alma, cantando o querência
Dm
Nos versos que faço
A7 Dm A7 Gm F A7 Dm
Ando encurtando distâncias nas voltas do pago
Dm Bb A7
Tenho um destino traçado e sei a direção
Quem é de estrada, senhores, entende o que falo
Dm
Pois sabe guardar os rumos do seu coração!
As alegrias e mágoas fazendo o costado
Dm Bb A7
O sentimento na volta querendo aflorar
Procuro o jeito da prosa pra usar as palavras
A7 Gm F A7 Dm
E sei guardar o silêncio se assim precisar
A7 Gm F
Proseando co'a alma, cantando o querência
A7 Dm A7 Gm F A7 Dm Dm9
Nos versos que faço
Gente Gaúcha e Cavalo - Cifra
De : Ângelo Franco - Érlon Péricles
Int: Ângelo Franco
CD: Eu sou gaúcho
D A7 D Bm A7 Ab° D
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
O Rio Grande é um manancial de pagos iguais ao meu
A7 D
Muito embora tenha gente que do seu pago esqueceu
D7 G E7 A7
E hoje se olha no espelho e nem lembra onde nasceu
G D A7 D
E hoje se olha no espelho e nem lembra onde nasceu
Dm Em7/5- A7 Dm
Não que não andem pilchados ou porque vistam tendências
A7 Dm
Mas porque o mundo lhes tira o que carregam na essência
D7 Gm C7 F
Sem saber que a identidade da ganhos a inteligência
A7 Dm A7 D
Sem saber que a identidade da ganhos a inteligência
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Então nao posso cantar o que não seja o meu pago
A7 D
pois meu canto tem raiz embora eu seja indio vago
D7 G E7 A7
E se o meu verso dá um pealo de pronto aperto e nao largo
G D A7 D
E se o meu verso dá um pealo de pronto aperto e nao largo
Dm Em7/5- A7 Dm
Por isso povo gaúcho penso nas coisas que falo
A7 Dm
Canto as coisas do meu pago nosso chao nossos cavalos
D7 Gm C7 F
pois é o que resta de nós que não foi globalizado
A7 Dm A7 D
pois é o que resta de nós que não foi globalizado
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
Gm F A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Duende Musiqueiro - Cifra -
De: Evair Gomes/ Juliano Gomes
Int: Shana Müller
CD: Firmando o Passo
G: Chamamé
Em7
No coração do povoado
Am
Rodeado de um entardecer
D7
Buscava de olhos largos
D7/C
Alguma imagem do pago
G B7
"Pueblito" do meu querer.
Em7
Quando uma porta entreaberta
Am Am/G
Por quieta adormecia
D7
Junto à vidraça quebrada
D7/C
De alma e boca cerrada
G B7
Velava um final de dia.
Em7 Em/D C7M
Ah... aa !!Por curiosa mirada
Em7
Peleava a alma inteira
B7
Ranchito de cruz pra esquina
Um duende guardava a sina
Em7
No fole de uma três hilheras.
Am B7
Enfeitiçada cordeona, chorona
Em
Escondia um dizer,
Em/D F#m7/5-
Tenho "enbrujos" de fronteira
B7
E uma alma musiqueira
Em7
Possuída de um chamamé
F#m7/5-
E num trote repicado
B7 Em
D'um passado, veio ao presente
Em/D F#m7/5-
Foi feitiço duma china
B7
Por certo a guaina mais linda
E7M B7
Que já andou por Corrientes.
E G#m
Ando aqui aprisionado
F#m B7
Culpado por não querer
A E7M
O ranchito dessa china
(G#m7/5- C#7)F#m
Pra andar nas pulperias
B7 E B7
Nas notas de um chamamé.
E G#m
Me fiz duende musiqueiro
F#m B7
Fronteiro por mais querer
A E7M
No fole tá adormecido
(G#m7/5- C#7)F#m
Mas toca junto comigo
B7 E7M
Quando arpejo um chamamé.
F#m B7 G#m C#7 F#m B7 E G#m7/5- C#7 F#m B7 G#m C#7 F#m B7 E7M
E G#m
Ando aqui aprisionado
F#m B7
Culpado por não querer
A E7M
O ranchito dessa china
(G#m7/5- C#7)F#m
Pra andar nas pulperias
B7 E B7
Nas notas de um chamamé.
E G#m
Me fiz duende musiqueiro
F#m B7
Fronteiro por mais querer
A E7M
No fole tá adormecido
(G#m7/5- C#7)F#m
Mas toca junto comigo
B7 E7M
Quando arpejo um chamamé.
F#m B7 G#m C#7 F#m B7 E7M
Changueiro de Vida e Lida - Cifra -
De: Adair de Freitas
Int: Aurélio Leal - Luiz Cardoso - Carlos Mendes
Em F#7 B7
13 - 12 - 10 - 20 - 30 - 44 - 42 - 52 - 13 - 12 - 10 - 33 - 30 - 44 - 42 - 51 - 13 - 12 - 10 - 32 - 44 - 42
Em E7
44 - 41 - [12 - 32] [10 - 30] [ 24 - 44] [12 - 32] [10 - 30] [13 - 34] [17 - 28] [15 - 26] [14 -25][10-31]
Am G
[112-][17-29][14-25][10-31][17-37][15-35][21-42][20-40][21-42][15-35][33-44][20-30][13-34]
B7 Em
[20-30][32-41][12-20][44-50][30-52][10-30-60]
Em B7
Quando acabarem-se as esquilas
Em
Pra onde irei, pra onde irei?
B7
Talvez changuear para juntar mais alguns pilas
Em
Que sempre gasto mais depressa que ganhei
B7
Vou assolear meu poncho velho
Em 52-54-41
Fiel parceiro, fiel parceiro...
(Em Em/D) (Db° C)
O João Maria me avisou de lá do povo
B7 Em
Conta comigo pra tropear pra um saladeiro
Em E7 Am D7 G
E assim será, porque haverá de ser assim a vida de um peão
C B7
Changueando a lida vida a fora sem buscar razão
Em
Nem me interessa outro moldes se não for assim
Em E7 Am
E viverá
D7 G
Porque viver sendo changueiro é tudo o que aprendeu
C B7
Sabe que as preces nada valem pra quem é ateu
Em
Nem catecismos pra quem não tem fé.
Em B7
Quando acabarem-se as esquilas
Em
Pra onde irei, pra onde irei?
B7
Talvez changuear para juntar mais alguns pilas
Em
Que sempre gasto mais depressa que ganhei
B7
Vou assolear meu poncho velho
Em 52-54-41
Fiel parceiro, fiel parceiro...
(Em Em/D) (Db° C)
O João Maria me avisou de lá do povo
B7 Em
Conta comigo pra tropear pra um saladeiro
Em E7 Am
Vou madrugar
D7 G
Passar na venda, encher a mala de garupa e sair
C B7
Galope alegre rumo ao rancho pra fazer sorrir
Em
Minha chinoca e os piazitos que esperando estão
Em E7 Am
E vou ficar
D7 G
Dois ou três dias para matar essa saudade enfim
C B7
Juntar as garras e partir, pois tem que ser assim
Em
Meu rancho é o mundo e as estradas, sinas de peão
Em B7
Quando acabarem-se as esquilas
Em
Pra onde irei, pra onde irei?
B7
Talvez changuear para juntar mais alguns pilas
Em
Que sempre gasto mais depressa que ganhei
B7
Vou assolear meu poncho velho
Em 52-54-41
Fiel parceiro, fiel parceiro...
(Em Em/D) (Db° C)
O João Maria me avisou de lá do povo
B7 Em
Conta comigo pra tropear pra um saladeiro
Em E7 Am D7 G
Então irei, mas uma vez, pingo de tiro pelo corredor
C B7
Pra repisar meu próprio rastro sempre campeador
Em
E auroras novas que iluminam o pago de onde vim
Em E7 Am D7
E cantarei, meu canto alerta
G
terra e fogo changueador também
C B7
Com a certeza que na vida nada nem ninguém,
Em
Há de domar o potro xucro que escarceia em mim
terça-feira, 10 de abril de 2012
Quando a viola Chora - Cifra -
De: Érlon Péricles
int: Pirisca Grecco
CD: Bem de Bem
Cm7 Dm7/5- G7
[13-24][13-24][13-24][11-23][11-23][24-35][24-35][24-35][23-34][14-26][14-26][14-26][13-24][13-
Cm7 Cm7/Bb Dm7/5-
24][11-23][11-23][24-35][13-24][13-24][13-24][11-23][11-23][24-35][24-35][24-35][23-34]
G7 Cm7 Dm7/5-
31-21-31-31-30-20-30-43-41-40-53-52-53-13-14-13-13-13-14-13-13-13-14-13-11-11-11-13-11-
G7 Cm7 Dm7/5- G7
11-11-13-11-11-11-13-11-24-24-24-11-24-24-24-11-24-24-24-11-24-23-23-23-24-23-23-23-24-
Cm7
23-23-23-24-20-21
Dm7/5- G7 Cm7
Quando a viola chora, Eu choro também
Dm7/5- G7 Cm7
Dói uma saudade e o peito arde por quem não vem (BIS).
Dm7/5- G7 Cm7
A tristeza foi chegando, no meu rancho fez morada
Bbm7 C7 Fm
Quando naquela tardinha meu amor pegou a estrada
Cm7
Levou a minha alegria,guardada dentro da mala
D7 G7 Cm7
Na casa do violeiro, o que restou foi a magoa
Ééé
Dm7/5- G7 Cm7
Quando a viola chora, Eu choro também
Dm7/5- G7 Cm7
Dói uma saudade e o peito arde por quem não vem (BIS).
Dm7/5- G7 Cm7
Murcharam entristecidas, as flores do meu jardim
Bbm7 C7 Fm
Perdendo o brilho e a cor, numa saudade sem fim
Cm7
Meu coração descompasa, na ausência do bem querer
D7 G7 Cm7
E a viola chora comigo, ponteando o meu sofrer
Dm7/5- G7 Cm7
Quando a viola chora, Eu choro também
Dm7/5- G7 Cm7
Dói uma saudade e o peito arde por quem não vem (BIS).
Dm7/5- G7 Cm7
Volta correndo pra casa, que eu estou a te esperar
Bbm7 C7 Fm
Coitadinha da viola, não agüenta mais chorar
Cm7
Se ela te ver chegando, vindo pelo corredor
D7 G7 Cm7
Vai continuar chorando, d alegria e não de dor
Dm7/5- G7 Cm7
Quando a viola chora, Eu choro também
Dm7/5- G7 Cm7
Dói uma saudade e o peito arde por quem não vem (BIS).
Dm7/5- G7 Cm7
Doi uma saudade e o peito arde por quem nao vem
Dm7/5- G7 Ab Fm Cm7
Doi uma saudade e o peito arde por quem nao vem
Romance de Flor e Luna - Juliana Spanevello
Juliana Spanevello, cantora gaúcha, interpreta composição de Gujo Teixeira e Jairo Lambari Fernandes
"Romance de Flor e Luna"
sábado, 7 de abril de 2012
Mais Gaúcho - Cifra
De: Érlon Péricles , Tuny Brum
Int: Érlon Péricles
CD: Mais Gaúcho
E F#m
(Tô cada vez mais gaúcho e assim me sustento
A B7
Ando de chapéu tapeado a tranquito no más
Bm E7 A
Trago a querência nos olhos e um sonho aqui dentro
F#7 B7
E sigo vencendo as léguas que a estrada me traz )
E E C#7 F#m
Este meu canto que brota do fundo da alma
A B7
Vem contrariando a saudade que quer me achicar
Bm E7 A
Um chimarrão bem cevado pra aliviar as mágoas
Bm A G#m F#m E
E uma vontade estradeira que não quer passar
E F° F#m B7 E
[Meu velho pago gaúcho Pedaço do meu coração
Bm E7 A
Eu trago o Rio Grande no peito
F#7 B7
E me gusta esse jeito
E
De amar este chão]
B7 G#7
20-10-14-15-14-10-20-15-14-15-16-17-16-17-16-17-18-18-18-18-19
C#m A Bb° C#m
111-111-19-19-19-15-36-25-15-19-17-15-17-17-46-20-14-15-14-15-16
F#m B7 Em
17-17-15-17-14-15-12-14-20
()
E E C#7 F#m
Sinto que aos poucos descubro a mais pura essência
A B7
E um sentimento que antes não sabia ter
Bm E7 A
E esta emoção que me traz a campeira vivência
B7 A G#m F#m E
Vem me deixar mais gaúcho no jeito de ser!
E F° F#m B7 E
[Meu velho pago gaúcho Pedaço do meu coração
Bm E7 A
Eu trago o Rio Grande no peito
F#7 B7
E me gusta esse jeito
E
De amar este chão]
Bm E7 A F#7 B7 E
Eu trago o Rio Grando no peito e me gusta esse jeito de amar este chão
B7 A G#m F#m E
Bem Gaúcha - Cifra -
De: Ângelo Franco, Pirisca Grecco, Érlon Péricles
Int: Pirisca Grecco
CD Pirisca Grecco - Bem de Bem
G: Milonga
E7
O verso vem abrindo uma porteira
Am
Am
num jeito bem gaúcho de cantar
Em7/5-
Em7/5-
Uma milonga pulsa em minhas veias
A7 Dm
A7 Dm
querendo o coração descompassar
Dm/C G7
Dm/C G7
Milonga que acompanha o mate amargo
E7 Am
E7 Am
reparte a solidão do milongueiro
Bb7M Am
Bb7M Am
Milonga pra cantar o nosso pago
E7 Am
E7 Am
Milonga onde me encanto por inteiro
(Bm7/-5 E7) Am
Milonga, milonguita que te quero bem
E7 (Am
(Bm7/-5 E7) Am
Milonga, milonguita que te quero bem
E7 (Am
milonga da tristeza quando o pranto vem
A7) (Dm G7) (C
A7) (Dm G7) (C
meus sonhos viajeiros vagam pelo tempo
F) (Bm7/-5 E7) F7M (Bm7/-5 E7/5+)
F) (Bm7/-5 E7) F7M (Bm7/-5 E7/5+)
buscando o sentimento que a milonga tem
Am E7
Am E7
Vertente musical que inunda da minha alma
Am
Am
guardando a emoção em sua foz
Em7/-5
Em7/-5
é um canto ancestral que se propaga
A7 Dm
A7 Dm
levando em cada um a mesma voz
(Dm Dm/C) G7
(Dm Dm/C) G7
é um pássaro cruzando o céu da pampa
E7 Am
E7 Am
é um potro que se manda campo fora
Bb7M Am
é a força de um cantar que se levanta
E7 Am
é a força de um cantar que se levanta
E7 Am
saudades por alguém que foi embora
()
Am E7 Em7/5- A7
()
Am E7 Em7/5- A7
18- 26-25-17-26-25-13-15-16-23-22-16-15
Dm Bm7/5- E7
13-13-11-10-11-310-210-112-110-113-112
Am Bm7/5- E7 Am
110-18-25-15-17-18-110-17-18-15
Am E7
Milonga pra enfrentar as invernias
Am
Am E7
Milonga pra enfrentar as invernias
Am
Milonga bem gaúcha, sim senhor
Em7/5-
Em7/5-
É rima que amanhece todo o dia
A7 Dm
A7 Dm
guardando toda paz e toda a dor
(Dm Dm/C) G7
(Dm Dm/C) G7
um verso bem campeiro me garante
E7 Am
E7 Am
um sonho estradeiro me conduz
Bb7M Am
Bb7M Am
uma milonga ecoa pela noite
E7 Am
E7 Am
e enche a escuridão toda de luz.
() F7M Bm7/5- E7 Am9
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