domingo, 15 de abril de 2012
Uma Milonga das Buenas - Cifra -
De: Rogério Villagran e César Oliveira
Am E7 Am E7 Am
10-18-18-17-18-17-15-14-10-10-24-10-24-10-17-15-14-15-17-18-18-17-15-14-15-17-15
Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Sempre fala da fronteira
E7
Em cavalhada matreira
Am
E choro de nazarenas
E7
Uma milonga das buenas
Am
Me faz lembrar uma volteada
E7
Que um zaino venta rasgada
Am
Por velhaco e sem costeio
F
Quase me atorou no meio
E7 Am F
No estouro de uma bolcada
E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Revira o mundo num pealo
A7 Dm
E quando eu monto a cavalo
G7 C
O Rio Grande "se apequena"
F
E quando eu monto a cavalo
A7 Am F E7
O Rio Grande "se apequena"
Am E7
Uma milonga das buenas
Am
É igual a ventania louca
A7 Dm
Que entre muitas e poucas
G7 C
Tem o resumo bagual
F
Veio da banda oriental
E7 A E7 A
E se perdeu de boca em boca
A
Uma milonga das buenas
F#m
Lembra noites de garoa
Que ao despacito encordoa
C#m D
Caindo mansa e serena
Uma milonga das buenas
C#m
Me dá força pra que eu cante
D
E esta pampa se levante
C#m
Sobre o lombo da guitarra
D
Enforquilhada nas garras
C#m
Levando tudo por diante
Bm E7
Enforquilhada nas garras
Am
Levando tudo por diante
E7
Uma milonga das buenas
Am
Fala em junco e aguapé
E7
Em ranchos de santa fé
Am
Por isso que vale a pena
E7
Uma milonga das buenas
Am
Bem cantada se governa
E7
Chega e boleia a perna
Am
Em qualquer galpão de estância
F
Pois anda a encurtar distância
E7 Am
E o tempo adentro se inverna
F E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Tem que ter alma de potro
A7 Dm
E o sarandeio maroto
G7 C
Do corpo de uma morena
F
E o sarandeio maroto
E7 Am F
Do corpo de uma morena
E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Me traz recuerdos de amores
A7 Dm
Perdidos nos corredores
G7 C
Extraviados nas taperas
F
Quando a china se entrevera
E7 A E7 A
Num duelo de payadores!
A
Uma milonga das buenas
F#m
Lembra noites de garoa
Que ao despacito encordoa
C#m D
Caindo mansa e serena
Uma milonga das buenas
C#m
Me dá força pra que eu cante
D
E esta pampa se levante
C#m
Sobre o lombo da guitarra
D
Enforquilhada nas garras
C#m
Levando tudo por diante
Am F E7 Am E7 Am
Razões de Ser - Cifra -
De: Lisandro Amaral
Dm
Meu sonho toreou na estrada muito aguaceiro
A7
Por ter alma de poncho, se fez tropeiro
Gm Dm
Aos olhos brancos da lua rondou ausências de ti
F A7 Dm [43-55][30-42][32-43][23-32]
Sabendo que o fim da estrada é longe daqui
Dm
Bocal sovado no queixo de um mouro-pampa,
Dm C Bb A7
Empurra um resto de vida que é tropa larga
Gm Dm
As duas cruzes de espinhos, na espora falam por si
F A7 Dm
E sabem que o rancho dela é longe daqui
Gm Dm
Tenho as mãos do tempo, sou irmão de tantos
C7 Dm
Que andaram, sem norte
Gm F
Seguindo tropas de tantos senhores
A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
F A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
Gm
Será a saudade o terço dos deserdados?
Dm
Será um corredor o céu de quem se perdeu?
Gm
Terá, no altar do campo, uma cruz cravada
F A7 Dm Dm C Bb
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus?
A7 Dm
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus?
Gm Dm C7 Dm Bb Dm Em7/5- A7 Dm
Meu sonho plantou nos olhos muito aguaceiro,
Dm C Bb A7
Por ter alma tropeira, acendeu luzeiros!
Gm Dm
Aos olhos baios do sol, clareou ausências de ti
F A7 Dm
Buscando razões de ser e estar aqui...
Dm C Bb
Gm Dm
Tenho as mãos do tempo, sou irmão de tantos
C7 Dm
Que andaram, sem norte
Gm F
Seguindo tropas de tantos senhores
A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
F A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
Gm
Será a saudade o terço dos deserdados?
Dm
Será um corredor o céu de quem se perdeu?
Gm
Terá, no altar do campo, uma cruz cravada
F A7 Dm Dm C Bb
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus?
A7 Dm
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus? BIS
Bb Dm Em7/5- A7 Dm
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Gastando Rumos Na Poeira - Cifra -
De: Érlon Péricles
CD: Mais Gaúcho
Dm
Ando por léguas de estrada no lombo do baio
Dm Bb A7
Uma saudade estradeira me faz o fiador
O horizonte nos olhos, o chapéu tapeado
Dm
As ânsias seguindo soltas pelo corredor
As alegrias e mágoas fazendo o costado
Dm Bb A7
O sentimento na volta querendo aflorar
Procuro o jeito da prosa pra usar as palavras
A7 Gm F A7 Dm
E sei guardar o silêncio se assim precisar
Dm C Bb A7 Dm
Vou num compasso marcado, meu pingo trocando orelha
A7 Dm
Os sonhos vão a lo largo, gastando os rumos na poeira
Dm C Bb A7 Dm
Eu ando bem de a cavalo, e levo a vida serena
A7
Proseando com a alma, cantando o querência
Dm
Nos versos que faço
A7 Dm A7 Gm F A7 Dm
Ando encurtando distâncias nas voltas do pago
Dm Bb A7
Tenho um destino traçado e sei a direção
Quem é de estrada, senhores, entende o que falo
Dm
Pois sabe guardar os rumos do seu coração!
As alegrias e mágoas fazendo o costado
Dm Bb A7
O sentimento na volta querendo aflorar
Procuro o jeito da prosa pra usar as palavras
A7 Gm F A7 Dm
E sei guardar o silêncio se assim precisar
A7 Gm F
Proseando co'a alma, cantando o querência
A7 Dm A7 Gm F A7 Dm Dm9
Nos versos que faço
Gente Gaúcha e Cavalo - Cifra
De : Ângelo Franco - Érlon Péricles
Int: Ângelo Franco
CD: Eu sou gaúcho
D A7 D Bm A7 Ab° D
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
O Rio Grande é um manancial de pagos iguais ao meu
A7 D
Muito embora tenha gente que do seu pago esqueceu
D7 G E7 A7
E hoje se olha no espelho e nem lembra onde nasceu
G D A7 D
E hoje se olha no espelho e nem lembra onde nasceu
Dm Em7/5- A7 Dm
Não que não andem pilchados ou porque vistam tendências
A7 Dm
Mas porque o mundo lhes tira o que carregam na essência
D7 Gm C7 F
Sem saber que a identidade da ganhos a inteligência
A7 Dm A7 D
Sem saber que a identidade da ganhos a inteligência
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Então nao posso cantar o que não seja o meu pago
A7 D
pois meu canto tem raiz embora eu seja indio vago
D7 G E7 A7
E se o meu verso dá um pealo de pronto aperto e nao largo
G D A7 D
E se o meu verso dá um pealo de pronto aperto e nao largo
Dm Em7/5- A7 Dm
Por isso povo gaúcho penso nas coisas que falo
A7 Dm
Canto as coisas do meu pago nosso chao nossos cavalos
D7 Gm C7 F
pois é o que resta de nós que não foi globalizado
A7 Dm A7 D
pois é o que resta de nós que não foi globalizado
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
Gm F A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Duende Musiqueiro - Cifra -
De: Evair Gomes/ Juliano Gomes
Int: Shana Müller
CD: Firmando o Passo
G: Chamamé
Em7
No coração do povoado
Am
Rodeado de um entardecer
D7
Buscava de olhos largos
D7/C
Alguma imagem do pago
G B7
"Pueblito" do meu querer.
Em7
Quando uma porta entreaberta
Am Am/G
Por quieta adormecia
D7
Junto à vidraça quebrada
D7/C
De alma e boca cerrada
G B7
Velava um final de dia.
Em7 Em/D C7M
Ah... aa !!Por curiosa mirada
Em7
Peleava a alma inteira
B7
Ranchito de cruz pra esquina
Um duende guardava a sina
Em7
No fole de uma três hilheras.
Am B7
Enfeitiçada cordeona, chorona
Em
Escondia um dizer,
Em/D F#m7/5-
Tenho "enbrujos" de fronteira
B7
E uma alma musiqueira
Em7
Possuída de um chamamé
F#m7/5-
E num trote repicado
B7 Em
D'um passado, veio ao presente
Em/D F#m7/5-
Foi feitiço duma china
B7
Por certo a guaina mais linda
E7M B7
Que já andou por Corrientes.
E G#m
Ando aqui aprisionado
F#m B7
Culpado por não querer
A E7M
O ranchito dessa china
(G#m7/5- C#7)F#m
Pra andar nas pulperias
B7 E B7
Nas notas de um chamamé.
E G#m
Me fiz duende musiqueiro
F#m B7
Fronteiro por mais querer
A E7M
No fole tá adormecido
(G#m7/5- C#7)F#m
Mas toca junto comigo
B7 E7M
Quando arpejo um chamamé.
F#m B7 G#m C#7 F#m B7 E G#m7/5- C#7 F#m B7 G#m C#7 F#m B7 E7M
E G#m
Ando aqui aprisionado
F#m B7
Culpado por não querer
A E7M
O ranchito dessa china
(G#m7/5- C#7)F#m
Pra andar nas pulperias
B7 E B7
Nas notas de um chamamé.
E G#m
Me fiz duende musiqueiro
F#m B7
Fronteiro por mais querer
A E7M
No fole tá adormecido
(G#m7/5- C#7)F#m
Mas toca junto comigo
B7 E7M
Quando arpejo um chamamé.
F#m B7 G#m C#7 F#m B7 E7M
Changueiro de Vida e Lida - Cifra -
De: Adair de Freitas
Int: Aurélio Leal - Luiz Cardoso - Carlos Mendes
Em F#7 B7
13 - 12 - 10 - 20 - 30 - 44 - 42 - 52 - 13 - 12 - 10 - 33 - 30 - 44 - 42 - 51 - 13 - 12 - 10 - 32 - 44 - 42
Em E7
44 - 41 - [12 - 32] [10 - 30] [ 24 - 44] [12 - 32] [10 - 30] [13 - 34] [17 - 28] [15 - 26] [14 -25][10-31]
Am G
[112-][17-29][14-25][10-31][17-37][15-35][21-42][20-40][21-42][15-35][33-44][20-30][13-34]
B7 Em
[20-30][32-41][12-20][44-50][30-52][10-30-60]
Em B7
Quando acabarem-se as esquilas
Em
Pra onde irei, pra onde irei?
B7
Talvez changuear para juntar mais alguns pilas
Em
Que sempre gasto mais depressa que ganhei
B7
Vou assolear meu poncho velho
Em 52-54-41
Fiel parceiro, fiel parceiro...
(Em Em/D) (Db° C)
O João Maria me avisou de lá do povo
B7 Em
Conta comigo pra tropear pra um saladeiro
Em E7 Am D7 G
E assim será, porque haverá de ser assim a vida de um peão
C B7
Changueando a lida vida a fora sem buscar razão
Em
Nem me interessa outro moldes se não for assim
Em E7 Am
E viverá
D7 G
Porque viver sendo changueiro é tudo o que aprendeu
C B7
Sabe que as preces nada valem pra quem é ateu
Em
Nem catecismos pra quem não tem fé.
Em B7
Quando acabarem-se as esquilas
Em
Pra onde irei, pra onde irei?
B7
Talvez changuear para juntar mais alguns pilas
Em
Que sempre gasto mais depressa que ganhei
B7
Vou assolear meu poncho velho
Em 52-54-41
Fiel parceiro, fiel parceiro...
(Em Em/D) (Db° C)
O João Maria me avisou de lá do povo
B7 Em
Conta comigo pra tropear pra um saladeiro
Em E7 Am
Vou madrugar
D7 G
Passar na venda, encher a mala de garupa e sair
C B7
Galope alegre rumo ao rancho pra fazer sorrir
Em
Minha chinoca e os piazitos que esperando estão
Em E7 Am
E vou ficar
D7 G
Dois ou três dias para matar essa saudade enfim
C B7
Juntar as garras e partir, pois tem que ser assim
Em
Meu rancho é o mundo e as estradas, sinas de peão
Em B7
Quando acabarem-se as esquilas
Em
Pra onde irei, pra onde irei?
B7
Talvez changuear para juntar mais alguns pilas
Em
Que sempre gasto mais depressa que ganhei
B7
Vou assolear meu poncho velho
Em 52-54-41
Fiel parceiro, fiel parceiro...
(Em Em/D) (Db° C)
O João Maria me avisou de lá do povo
B7 Em
Conta comigo pra tropear pra um saladeiro
Em E7 Am D7 G
Então irei, mas uma vez, pingo de tiro pelo corredor
C B7
Pra repisar meu próprio rastro sempre campeador
Em
E auroras novas que iluminam o pago de onde vim
Em E7 Am D7
E cantarei, meu canto alerta
G
terra e fogo changueador também
C B7
Com a certeza que na vida nada nem ninguém,
Em
Há de domar o potro xucro que escarceia em mim
terça-feira, 10 de abril de 2012
Quando a viola Chora - Cifra -
De: Érlon Péricles
int: Pirisca Grecco
CD: Bem de Bem
Cm7 Dm7/5- G7
[13-24][13-24][13-24][11-23][11-23][24-35][24-35][24-35][23-34][14-26][14-26][14-26][13-24][13-
Cm7 Cm7/Bb Dm7/5-
24][11-23][11-23][24-35][13-24][13-24][13-24][11-23][11-23][24-35][24-35][24-35][23-34]
G7 Cm7 Dm7/5-
31-21-31-31-30-20-30-43-41-40-53-52-53-13-14-13-13-13-14-13-13-13-14-13-11-11-11-13-11-
G7 Cm7 Dm7/5- G7
11-11-13-11-11-11-13-11-24-24-24-11-24-24-24-11-24-24-24-11-24-23-23-23-24-23-23-23-24-
Cm7
23-23-23-24-20-21
Dm7/5- G7 Cm7
Quando a viola chora, Eu choro também
Dm7/5- G7 Cm7
Dói uma saudade e o peito arde por quem não vem (BIS).
Dm7/5- G7 Cm7
A tristeza foi chegando, no meu rancho fez morada
Bbm7 C7 Fm
Quando naquela tardinha meu amor pegou a estrada
Cm7
Levou a minha alegria,guardada dentro da mala
D7 G7 Cm7
Na casa do violeiro, o que restou foi a magoa
Ééé
Dm7/5- G7 Cm7
Quando a viola chora, Eu choro também
Dm7/5- G7 Cm7
Dói uma saudade e o peito arde por quem não vem (BIS).
Dm7/5- G7 Cm7
Murcharam entristecidas, as flores do meu jardim
Bbm7 C7 Fm
Perdendo o brilho e a cor, numa saudade sem fim
Cm7
Meu coração descompasa, na ausência do bem querer
D7 G7 Cm7
E a viola chora comigo, ponteando o meu sofrer
Dm7/5- G7 Cm7
Quando a viola chora, Eu choro também
Dm7/5- G7 Cm7
Dói uma saudade e o peito arde por quem não vem (BIS).
Dm7/5- G7 Cm7
Volta correndo pra casa, que eu estou a te esperar
Bbm7 C7 Fm
Coitadinha da viola, não agüenta mais chorar
Cm7
Se ela te ver chegando, vindo pelo corredor
D7 G7 Cm7
Vai continuar chorando, d alegria e não de dor
Dm7/5- G7 Cm7
Quando a viola chora, Eu choro também
Dm7/5- G7 Cm7
Dói uma saudade e o peito arde por quem não vem (BIS).
Dm7/5- G7 Cm7
Doi uma saudade e o peito arde por quem nao vem
Dm7/5- G7 Ab Fm Cm7
Doi uma saudade e o peito arde por quem nao vem
Romance de Flor e Luna - Juliana Spanevello
Juliana Spanevello, cantora gaúcha, interpreta composição de Gujo Teixeira e Jairo Lambari Fernandes
"Romance de Flor e Luna"
sábado, 7 de abril de 2012
Mais Gaúcho - Cifra
De: Érlon Péricles , Tuny Brum
Int: Érlon Péricles
CD: Mais Gaúcho
E F#m
(Tô cada vez mais gaúcho e assim me sustento
A B7
Ando de chapéu tapeado a tranquito no más
Bm E7 A
Trago a querência nos olhos e um sonho aqui dentro
F#7 B7
E sigo vencendo as léguas que a estrada me traz )
E E C#7 F#m
Este meu canto que brota do fundo da alma
A B7
Vem contrariando a saudade que quer me achicar
Bm E7 A
Um chimarrão bem cevado pra aliviar as mágoas
Bm A G#m F#m E
E uma vontade estradeira que não quer passar
E F° F#m B7 E
[Meu velho pago gaúcho Pedaço do meu coração
Bm E7 A
Eu trago o Rio Grande no peito
F#7 B7
E me gusta esse jeito
E
De amar este chão]
B7 G#7
20-10-14-15-14-10-20-15-14-15-16-17-16-17-16-17-18-18-18-18-19
C#m A Bb° C#m
111-111-19-19-19-15-36-25-15-19-17-15-17-17-46-20-14-15-14-15-16
F#m B7 Em
17-17-15-17-14-15-12-14-20
()
E E C#7 F#m
Sinto que aos poucos descubro a mais pura essência
A B7
E um sentimento que antes não sabia ter
Bm E7 A
E esta emoção que me traz a campeira vivência
B7 A G#m F#m E
Vem me deixar mais gaúcho no jeito de ser!
E F° F#m B7 E
[Meu velho pago gaúcho Pedaço do meu coração
Bm E7 A
Eu trago o Rio Grande no peito
F#7 B7
E me gusta esse jeito
E
De amar este chão]
Bm E7 A F#7 B7 E
Eu trago o Rio Grando no peito e me gusta esse jeito de amar este chão
B7 A G#m F#m E
Bem Gaúcha - Cifra -
De: Ângelo Franco, Pirisca Grecco, Érlon Péricles
Int: Pirisca Grecco
CD Pirisca Grecco - Bem de Bem
G: Milonga
E7
O verso vem abrindo uma porteira
Am
Am
num jeito bem gaúcho de cantar
Em7/5-
Em7/5-
Uma milonga pulsa em minhas veias
A7 Dm
A7 Dm
querendo o coração descompassar
Dm/C G7
Dm/C G7
Milonga que acompanha o mate amargo
E7 Am
E7 Am
reparte a solidão do milongueiro
Bb7M Am
Bb7M Am
Milonga pra cantar o nosso pago
E7 Am
E7 Am
Milonga onde me encanto por inteiro
(Bm7/-5 E7) Am
Milonga, milonguita que te quero bem
E7 (Am
(Bm7/-5 E7) Am
Milonga, milonguita que te quero bem
E7 (Am
milonga da tristeza quando o pranto vem
A7) (Dm G7) (C
A7) (Dm G7) (C
meus sonhos viajeiros vagam pelo tempo
F) (Bm7/-5 E7) F7M (Bm7/-5 E7/5+)
F) (Bm7/-5 E7) F7M (Bm7/-5 E7/5+)
buscando o sentimento que a milonga tem
Am E7
Am E7
Vertente musical que inunda da minha alma
Am
Am
guardando a emoção em sua foz
Em7/-5
Em7/-5
é um canto ancestral que se propaga
A7 Dm
A7 Dm
levando em cada um a mesma voz
(Dm Dm/C) G7
(Dm Dm/C) G7
é um pássaro cruzando o céu da pampa
E7 Am
E7 Am
é um potro que se manda campo fora
Bb7M Am
é a força de um cantar que se levanta
E7 Am
é a força de um cantar que se levanta
E7 Am
saudades por alguém que foi embora
()
Am E7 Em7/5- A7
()
Am E7 Em7/5- A7
18- 26-25-17-26-25-13-15-16-23-22-16-15
Dm Bm7/5- E7
13-13-11-10-11-310-210-112-110-113-112
Am Bm7/5- E7 Am
110-18-25-15-17-18-110-17-18-15
Am E7
Milonga pra enfrentar as invernias
Am
Am E7
Milonga pra enfrentar as invernias
Am
Milonga bem gaúcha, sim senhor
Em7/5-
Em7/5-
É rima que amanhece todo o dia
A7 Dm
A7 Dm
guardando toda paz e toda a dor
(Dm Dm/C) G7
(Dm Dm/C) G7
um verso bem campeiro me garante
E7 Am
E7 Am
um sonho estradeiro me conduz
Bb7M Am
Bb7M Am
uma milonga ecoa pela noite
E7 Am
E7 Am
e enche a escuridão toda de luz.
() F7M Bm7/5- E7 Am9
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Quinta Gaúcha do Boteco Bohemia - Shana Müller
Mais um Quinta Gaúcha do Boteco Bohemia que dessa vez trouxe a grande cantora Shana Müller, com o espetáculo Brinco de Princesa, que lotou o Boteco.
Uma grande iniciativa para nossa cultura, tem o Boteco Bohemia que nas quintas feiras apresenta um show gaúcho na cidade de São Gabriel, Parabéns ao Boteco Bohemia , Gracias Juca !
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Outra Campereada - Cifra -
De: Pirisca Grecco/ Túlio Urach
I: Pirisca Grecco
CD: Compasso Taipero
G:Chamamé
Em7 A7/13 D7M G7M Em6 B°
17-19-110-28-28-27-28-112-110-19-311-311-39-311-17-[16-36]-[17-37]-[19-39]-[110-310]
F#7 Bm
19-[17-37]-16-[40-52][42-54][44-55][30-42][32-44][20-30][22-32][23-34][10-22][12-23][13-25]
Em7 A7/13 D7M G7M Em6
[15-27][17-28][19-210]110-28-28-27-28-112-110-19-311-311-39-311-311-39-311-17-[16-36][17-37]
B° F#7 Bm
[19-39][110-310]-19-[17-37]-16-17
Em A7
Manhã de Junho no interior do estado
D7M G7M
Cambona fria e nem sinal das brasas
Em F#7
O minuano que rengueia tudo
Bm
O cusco e até o pé direito da casa
B7 Em A7
Saltou cedito como de costume
D7M G7M
Lavou as mãos e a cara já judiada
Em F#7
E requentou para seu desayuno*
Bm
Garrão do chibo da noite passada
B7 Em A7
Botou confiança na cincha do mouro
D7M G7M
Levou o laço pra beber sereno
Em F#7
Requisitou a proteção divina
Bm B7
E contemplou seu mundo tão pequeno
Em A7 D7M
Sua vida inteira foi assim
G7M Em F#7 Bm B7
Achando lindo, dando risada.
Em A7 D7M
Como quem colhe uma flor no inverno
G7M Em
Se foi com Deus
F#7 Bm
Pra outra campereada...
17-19-110-28-28-27-28-112-110-19-311-311-39-311-17-[16-36][17-37][19-39][110-310][19-39]
[17-37][16-36][17-37]
Em Silêncio - Cifra-
De: Lisandro Amaral/ Carlos Madruga
I: Marcelo Oliveira
CD: No passo do tempo
Chamamé
40-30-32-20-23-21-20-30-32-32-20-21-23-10-21-20-20-21-23-10-12-23-10-12-13-10-12-13-15-17
G
A sombra da noite linda
C7M D7 Eb°
Sereno e campo florido
Em C#m7/5- C7M
Derrama um copo de amor
A7 D7
Sobre meu poncho estendido
G
Provo teu gosto em silêncio
C7M D7 Eb°
Como quem bebe o luar
Em C#m7/5- C7M
No proibido da noite
D7 G
Não tive medo de amar
F#m7/5- B7 Em
Provo teu corpo num sonho
F#m7/5- B7 Em
Deste que ardem por dentro
Dm/B E7 Am
Guardo comigo, em silencio
Eb° Bm/D
O próprio gosto do vento
G7 C7M
Talvez não saibas quem sou
F#m7/5- B7 (G B7/F#)(Em D)
Porque cruzei teu silencio
G7 C7M
No proibido da noite
D7 (G B7/F# )(Em D)
Não viste a cor do meu lenço
G G/F#
Aos olhos da mañanita
C7M B7
Acorda o campo florido
Em C#m7/5- C7M
Goteja um poncho em silêncio
D7 G B7
Sobre a garupa do pingo
G7 C7M
Talvez não saibas quem sou
F#m7/5- B7 (G B7/F#)(Em D)
Porque cruzei teu silencio
G7 C7M
No proibido da noite
D7 (G B7/F# )(Em D)
Não viste a cor do meu lenço
F#m7/5- B7 Em Bm C7M D7 G7M
Brasilhana - Cifra -
De: Robson Barenho/Talo Pereyra
I: Neto Fagundes
4° Musicanto
Fm
Onde vi
C7
estrelas nuas e haraganas
Fm
quase iguais a ti
Era um rancho
C7
ou um país a nossa cama
Fm
nos confins do Chuy
Eram línguas
C7
brasileira e castelhana
Fm
de sabor igual
Numa festa
C7
tão bonita e tão profana
Fm
quanto o Carnaval
Eram homens e fuzis
C7
violando as rosas
Fm
Violentando a luz
Eram menos
C7
que as manhãs maravilhosas
Fm
Que a paixão produz
F7 Bbm
Um romance
Eb Ab C7 Db
estrangeiro e suburbano
C7 F
Era igual ao dia
F7 Bbm
Era claro
G C7
como as noites em que amamos
Dd Fm
E a democracia
Ritual De Fronteira - Cifra-
De: Rogério Ávila / Márcio Rosado
I: Jari Terres
CD No Compasso Do Meu Mundo
[22-32]-[20-31]-[22-32][20-31][22-32][20-31][22-32][24-34][10-22][12-24][14-25][15-27][14-25]
[10-22][22-32][20-31][31-42][46-57][44-56][42-54][44-56][46-57][47-59][46-57][44-56][42-55]
[44-56][31-42][32-44][20-31][22-32][24-34][10-22][24-34][22-32][32-44][22-32][24-34][32-44]
[20-41][24-44][12-32][19-210][17-29][14-25][15-27][14-25][19-210][17-29][112-214][111-212]
[17-29][14-25][19-210][17-29][15-27][13-25]
E F#m B7
E há quem diga que a lida do campo não é mais a mesma,
G#m C#7 F#m
Que os tiros de laço somente restaram pra história do pampa
B7 A E
E não são mais a estampa da vida rural
F#m B7
Que os homens terrunhos de vozes serenas não são mais torenas
G#m C#7 F#m
No trono dos bastos que à base de cascos não se faz mais nada
B7 A E Bm E7
E que a terra plantada não vale um real
A
(Por certo não sabe que lá na fronteira
G#m
A fibra campeira é o retrato do pago
C#7
Que o gosto do amargo é o mesmo de outrora
F#m B7 Bm E7
E que a pua da espora ainda amansa baguais
A
Que tiros de laço se acha por farra
G#m
Sobre-lombo, cucharra, ou do jeito que queira
C#7
Manhãs fogoneiras de pingo encilhado
F#m B7 E
Com o cacho quebrado no velho ritual)
Intro: B7 A E A E B7 E
F#m B7
Que os homens terrunhos de vozes serenas ainda são os torenas
G#m C#7 F#m
No sul do país e se vivem no campo e charlam com calma
B7 A E
É por terem na alma este mundo feliz
F#m B7
Mas há quem diga que a lida no campo não é mais a mesma
G#m C#7 F#m
Que os homens terrunhos de vozes serenas não são mais torenas
B7 A E Bm7 E7
E que a terra plantada não vale um real
B7 E B7 E
No velho ritual, no velho ritual
De Lua Linda - Cifra -
De: Gujo Teixeira / Gustavo Teixeira
I: Luiz Marenco
Chacarera
Dm7 A7 Dm7
A lua cheia ponteou de novo no céu da pampa,
Bb Dm7 A7 Dm7
Desenhando estampa, imagem clara, poncho e chapéu,
G Dm G Dm
Tranco largo, bom cavalo,
Gm Dm7 A7 Dm7
Quando o céu num pealo fez uma estrela viver no léu
G Dm G Dm
Luz cadente, noite afora,
Gm Dm7 A7 Dm7
(E o meu par de esporas tem um brilho raro vindo do céu.) Bis
Bb7M Dm7 A7 Dm7
Faz contraponto com a prata inteira destas rosetas,
Bb Dm7 A7 Dm7
Clareando a silhueta que a luz da lua estendeu no peito.
G Dm G Dm
Minha gateada, lume o ouro
Gm Dm7 A7 Dm7
Que prendeu no couro pra trazer o brilho assim de sinuelo,
G Dm G Dm
E a lembrança é um açoite
Gm Dm7 A7 Dm7
(Pra quem vê na noite uma flor amarela enfeitando o cabelo.) Bis
F (Gm c7) F
Toda distância se perde aos poucos rumando à estrada,
(Gm C7) F
Léguas e a gateada, ao tranco, parece que voa,
Bb Am Gm Bb Am Gm
Sabe o rumo, falta um eito,
Dm7 A7 Dm7
Pois me aperta o peito uma lembrança dela que andava à toa.
Bb Am Gm Bb Am Gm
"Fróxo" as rédeas e as ponte-suelas
Dm7 A7 Dm7
(Quebram lua e estrelas no espelho grande filho da lagoa.) Bis
Dm7 A7 Dm7
Quem tem retornos no rosto da mata junto à cancela,
Bb Dm7 A7 Dm7
E a lembrança dela numa saudade que é minha ainda,
G Dm G Dm
Faz da estrada um verso assim,
Gm Dm7 A7 Dm7
Ela espera por mim com um aceno e um beijo de boas-vindas.
G Dm G Dm
Flor morena, minha sina,
Gm Dm7 A7 Dm7
(O teu riso é rima pra essa chacarera de lua linda.)
Bis
F (Gm C7) F
A saudade aos poucos, dentro da noite, vai indo embora,
(Gm C7) F
Largo da espora as duas estrelas quando a estrada finda,
Bb Am Gm Bb Am Gm
Outro par de olhos negros
Dm7 A7 Dm7
Me contam segredos desses que a noite nem sabe ainda...
Bb Am Gm Bb Am Gm
A saudade é um mundéu,
Dm7 A7 Dm7
(Teu olhar é um céu pra essa chacarera de lua linda.)
32-30-43-42-40-53-51 Dm7
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