domingo, 22 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
9ª Galponeira de Bagé
Estaremos fazendo a cobertura da 9ª Galponeira
Músicas Classificadas
01 – REMENDOS
(Cidade: Pelotas e Dom Pedrito)
Letra: Xirú Antunes
Música: Raineri Spohr
02 – UMA VISITA DAS BUENAS
(Cidade: Jaguarão)
Letra: Martim César
Música: Alessandro Gonçalves
03 – A FRONTEIRA JÁ CRESCEU
(Cidade: Bagé)
Letra: Felipe Dourado
Música: Renato Mendes
04 – SENTINELA AVANÇADA
(Cidade: Bagé e Santana do Livramento)
Letra: Oslai da Silva Fialho
Música: Luiz Cardoso
05 – DE TUA AUSÊNCIA
(Cidade: Bagé)
Letra: Caine Garcia e Rodrigo Garcia
Música: Cassiano Mendes
06 – NO FURO DA BALA
(Cidade: Cachoeira do Sul e Dom Pedrito)
Letra: Rafael Chiapetta
Música: Raineri Spohr e Matheus Neves da Fontoura
07 – UM CAMPEIRO SEM CAVALO
(Cidade: Jaguarão)
Letra: Martim César
Música: Alessandro Gonçalves
08 – FRONTEIRIÇA
(Cidade: Bagé)
Letra e Música: Francisco Teixeira
09 – VIDA E MORTE DE UM PEÃO SEM QUERÊNCIA
(Cidade: Santana do Livramento e Cruz Alta)
Letra: Marçal Furian
Música: Luiz Fernando Neves Soares
10 – DE VOLTA
(Cidade: Bagé)
Letra e Música: Caine Teixeira Garcia
11 – DO VIVER NUMA ESTÂNCIA
(Cidade: El Dourado do Sul)
Letra: Mário Amaral e Nenito Sarturi
Música: Juliano Javoski
12 – RITUAL DA ENCILHA
(Cidade: Santo Antônio das Missões, Rosário do Sul e Santa Maria)
Letra: Fábio Prates e Mauro Dias
Música: Eduardo Monteiro
13 – CIMARRÓN, OVEIRO CHITA
(Cidade: Lavras do Sul e São Gabriel)
Letra: Gujo Teixeira
Música: Edilberto Teixeira Neto
14 – DAS MEMÓRIAS DE UM CAMPEIRO
(Cidade: Rolante e Tupanciretã)
Letra: Flaubiano Lima
Música: Régis Reis
15 – SOB A QUINCHA DO ABA DOZE
(Cidade: Santiago e Rosário do Sul)
Letra: Joel de Freitas Paulo
Música: Edson Vargas e Xuxu Nunes
16 – A LA BRUTA
(Cidade: Santana do Livramento)
Letra: Volmir Coelho e Othelo Caiaffo
Música: Volmir Coelho
17 – DAS BALDAS DUM BAIO RUANO
(Cidade: Bagé e Julio de Castrilhos)
Letra: Francisco Brasil e Guto Gonzáles
Música: Guto Gonzáles
18 – GINETE
(Cidade: Caxias do Sul e Porto Alegre)
Letra: Hermes Régis Lopes
Música: Érlon Péricles
Fonte: BAHstidores
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Meus Olhos - Cifra -
De: Cristian Davesac - Marcelo Oliveira
CD: No passo do tempo
C
Quando os meus olhos se encantam
F
E mau dormidos te veêm
G7
nas tuas sombras descansam
C
Ao florescerem os ipês
Pois querem ver teu sorriso
F
De lua clara nas mãos
Dm G7
Já sabem do que eu preciso
C
Pra acalmar o coração
A7
Meus olhos sabem do vento
Dm ( Dm Dm/C)
Que há no lombo da estrada
G7
Percebem coisas lá dentro
C
Da tua alma calada
A7
E vez por outra uma cisma
Dm (Dm Dm/C)
Se esvai de mim por desgosto
G7
Percorrem o céu n'outro prisma
C
Pra se encotrar no teu rosto
E7
Depois que eu ouço o silêncio
Am Am7/G
Que vem povoando distâncias
F G7
Emponcho o meu lado esquerdo
C C7
Quando a saudade se amansa
F Fm
Então sesteio meu sono
C A7
Velado de bem querer
Dm G7
Meus olhos claros tem dono
C
E não querem te esquecer
C Am F G7 C Am F G7 C
Hà tempos ando e não creio
F
Em ser mais razão que espera
G7
Não penso ser o primeiro
C
Mas teimo em ser tua tapera
Quero deitar meus segredos
F
Com olhos dentro da noite
Dm G7
Contar com sim quando o medo
C
Escurecer o horizonte
A7
Meus olhos quietos prozeiam
Dm (Dm Dm/C)
Sem assombrar madrugadas
G7
Às vezes loucos vagueiam
C
Quebrando o véu das canhadas
A7
Mas quando sentem saudade
Dm (Dm Dm/C)
Não sabem mais viver sós
G7
Só creem nas suas verdades
C
Contando o tempo pra nós
E7
Depois que eu ouço o silêncio
Am Am7/ G
Que vem povoando distâncias
F G7
Emponcho o meu lado esquerdo
C C7
Quando a saudade se amansa
F Fm
Então sesteio meu sono
C Am
Velado de bem querer
Dm G7
Meus olhos claros tem dono
C C Am F G
E não querem te esquecer
C
Te esquecer
Erguendo a Pátria nos Tentos - Cifra -
De: Rogério Villagran e Marcelo Oliveira
Grav: Marcelo Oliveira
CD: Campo e Luz
[17-45][15-44][18-47][17-45][15-44][13-42][12-41][10-53][24-52]
Em
Canto hoje e canto sempre
O que sou e o que tenho
Am
Pois o rincão de onde venho
É o santo chão dos ventenas
B7
Que arrastaram nazarenas
Sobre tierra a abajo el cielo
Em
Pela cor deste pañuelo
Que ainda faz peso na goela
C B7
Dos que pelearam por ela
Em B7 Em
"Inté" o último atropelo
Esta cantiga baguala
É o idioma dos bravos
Am
Que se fizeram escravos
Do mundo e da própria sina
B7
E aos poucos o descrimina
Mas não lhes tira o direito,
Em
São tauras do mesmo jeito
Esta é a razão que se acha,
C B7
Pois um homem de bombacha
Em
Merece todo respeito
Am
Por isso eu canto em nome
D7
Dos que vivem nos arreios
G
E em pelados de rodeio
C
Dão a vida por um pealo
Am
Acham um grande regalo
B7
Trocar a vida por nada
C
Um índio "venta rasgada"
Am
É sempre um filho do vento
B7
Que ergue a pátria nos tentos
Em
No romper da madrugada
Se lhes falo de criollas
Lhes falo porque conheço,
Am
Pois também andei do avesso
Por estradas e galpões,
B7
Só não sei por que razões
A alma das criaturas
Em
Vaga pelas planuras
Donde o vento norte ronca
C B7
Sobre cunheiras e estroncas
Em
Que se ergueram nas lonjuras
Mas algum dia eu encontro
A parceria dos outros
Am
Que usavam botas de potro
E chapéus pança de burro
B7
Que perpetuaram sussurros
De boleadeiras e garras
Em
E viram o sol entre as barras
De horizonte e infinito
C B7
Quando os primeiros gritos
Em Dm E7
Acolheraram guitarras
Am
Por isso eu canto em nome
D7
Dos que vivem nos arreios
G
E em pelados de rodeio
C
Dão a vida por um pealo
Am
Acham um grande regalo
B7
Trocar a vida por nada
C
Um índio "venta rasgada"
Am
É sempre um filho do vento
B7
Que ergue a pátria nos tentos
Em
No romper da madrugada
B7 Em
No romper da madrugada
B7 C Am D7/F# Em
No romper da madruga da
En el Rancho y la Cambicha - Cifra -
DE: Mário Milan Medina
Grav: Noel Guarany
CD: Destino Missioneiro
(Dm A7) Dm [32-43][32-43][33-45][[32-43][30-42][32-43][11-32][11-32][11-32][11-32][11-32]
[10-30][10-30][23-43][23-43][23-43][23-43][23-43][24-44][23-43][22-42][23-43][24-44][23-43]
[23-43][23-43][23-43][22-42][21-42][20-40]Gm 42-42-43-42-41-42-[10-30][10-30][10-30]
[10-30][10-30][23-43][23-43][22-42][23-43] 32-31-32-33-32-31-32-33-32-32-32-32-31-30-44 Dm
Dm
Esta noche que hay baile en el rancho y la cambicha.
A7 50-52-54-40-41-42
Chamamé de sobre paso tanguedito bailaré
A7
Chamamé milongueado al estilo oriental
Dm
Troteando despacito como baila los tagües
Dm
Al compás de la cordeona bailaré el rasguido-doble
D7 Gm 13 15 16 15
Troteando despacito esto doble chamamé
Gm Dm
Y esta noche de alegria con lá dama más mejor
A7 Dm
En el rancho y la cambicha al trotesito tangueare
A7 Dm 43-42-41
Como esta linda la chanza há há há há há há
Dm A7 Dm
Llamaré linda las guaina, para hacer-la suspirar
Dm
Luciré camisa y planche my pañuelo azul celeste
A7 50-52-54-40-41-42
Mi bombacha bataraza que esta noche estrenare
A7
Mi sombrero bien aludo y una flor em el cintillo
Dm
Y um facha colorada y alpargatas llevare.
Dm
Un frasco de água florida para echar-le la guaina
D7 Gm 13 15 16 15
Y um paquete de pastillas que a todas convidare
Gm Dm
Y esta noche de alegria con lá dama ma mejor
A7 Dm
En el rancho y la cambicha al trotecito tangueare
A7 Dm 43-42-41
Como esta linda la chanza há há há há há há
Dm A7 Dm
Llamaré linda laS guaina, para hacer-la suspirar
32-23-22-21-20-33-32-30-43-42-40-53-52-51-52-512
Dm 32-31-32-33-20-21-22-23- A7 Dm
Para hacer-la suspirar
Prenda Minha - Cifra -
de: Telmo de Lima Freitas
43-15-43-15-43-15-42-13-50-45-16-45-16-45-16-43-15-42-13-40-11-50-43-15-50-40-43-15-42-13-40-11-54-10-50-42-13-42-13-40-11-54-10- Dm-43-15-43-15-43-15-42-13-50-45-16-50-43-15-50-42-13-50-40-11-50-43-15-50-40-11-50-54-10-50-42-13-50-40-11-50-54-10-50 Dm
A7 Dm
Hoje é treze sexta-feira prenda minha é dia de louvação
Dm/C Em A7 Dm
Me fugiram os amigos mais antigos me deste consolação
C7 F A7
Já passaram muitas luas, prenda minha muitas luas já passei
Dm A7 Dm
Fiz promessas pro negrinho coitadinho por isso que te encontrei
A7 A7
Acho cedo muito cedo prenda minha pra dizer que escureceu
Dm/C Em A7 Dm
Foi a noite dos teus olhos prenda minha que acordou os olhos meus
C7 F A7
Foi teu riso disfarçado prenda minha que laçou meu bem-querer
Dm A7 Dm
Se eu fugir do sul do mundo num segundo voltarei prá te rever
A7 Dm
Abre o poncho desta alma prenda minha que eu preciso me abrigar
Dm/C Em A7 Dm
Se o inverno for intenso como penso muito frio eu vou passar
A7
Hoje é treze sexta-feira prenda minha
13-10-22-32-30-42-50
Dm9
é dia de louvação
Fim de Mês - Cifra
De: Juliano Costa Trindade
Grav: Cesar Passarinho
A B7 G#m C#7 F#m B7 E E7 A B7 G#m C#7 F#m B7 E F
E F#m
Fim de mês, é minha vez
B7 E
Outra vez ao teu encontro estou indo
Bm E7 A
Pra rever o teu sorriso infindo
G#m F#7 A B7
E também beijar os teus lábios tão lindos
E F#m
Fim de mês, estou feliz
B7 E
Os meus rumos cantam, o coração me diz
Bm E7 A
É chegada a hora de bandear aquela estrada
G#m F#7 A B7
Pra poder rever a minha namorada
F#m B7 E C#m
(Não sei viver sem tua cantilena
F#m B7 D C#m
Morena linda que é meu bem querer
F#m B7 G#m C#7
Tudo que eu preciso são tardes de domingo
F#m B7 D C#m
Aflorando o nosso conviver
F#m B7 G#m C#7
Tudo que eu preciso são tardes de domingo
F#m G#m A B7 E
Aflorando o nosso conviver)
.E7 A B7 G#m C#7 F#m B7 E F
E F#m
Toda vez que estou por vir
B7 E
A saudade é um campo que não tem mais fim
Bm E7 A
Teus anseios são gorjeios em serenata
G#m F#7 A C7
Festejando a anunciação das madrugadas
Gm C7 F Dm
(Não sei viver sem tua cantilena
Gm C7 Eb D7
Morena linda que é meu bem querer
Gm C7 Am D7
Tudo que eu preciso são tardes de domingo
Gm C7 Eb D7
Aflorando o nosso conviver
Gm C7 Am D7
Tudo que eu preciso são tardes de domingo
Gm Am Bb C7 F
Aflorando o nosso conviver)
Gb F Gb
Fim de mês, Fim de mês , Fim de mês
Abm Db7 Bbm Eb7
Tudo o que eu preciso são tardes de domingo
Abm D7 Eb7
Aflorando nosso conviver
Abm Db7 Bbm Eb7
Tudo que eu preciso são tardes de domingo
Abm Bbm B Db7 Gb Gb
Aflorando nosso conviver .... Fim de mês
Laço das Estrelas - Cifras-
de: Edilberto Teixeira - Enio Medeiros
Grav: Leopoldo Rassier
Ab Bbm
loqueei a luz das estrelas da anqueira do firmamento
Eb7 Ab
Com o fio melhor do meu canto emparelhei quatro tentos
Eb7
Com a argola da lua cheia e a ilhapa das três Marias
Ab
Andei Sovando Meu Laço no trato das melodias
Eb7 Ab C7 Fm
Andei Sovando Meu Laço no trato das melodias
C7
Com a linda estrela boieira fiz o botao da presilha
Fm
E fui trançando meu laço, rodilha após redondilha
C7
Vi uma estrelha, ia caindo com meu canto eu fui laçar
Fm
Sem querer rasguei a armada do tamanho do luar
Bbm Ab C7 Fm [43-61] [42-63] [41-50]
Sem querer resguei a armada do tamanho do luar
Bbm Ab C7 F7
Doze braças tem meu canto, quatro tentos de emoção
Bbm Ab C7 F7
Só a ilhapa eu do de inhapa pra o guasqueiro coração
Bbm Ab C7 F7
Doze braça tem meu canto, quatro tentos de emoção
Bbm Ab C7 Fm
Só a ilhapa eu do de inhapa pra o guasqueiro coração
Ab Bbm
Meu canto, trança de estrelas e a argola feita de prata
Eb7 Ab
É o laço que a rima pobre, remalha perto da ilhapa
Eb7
Com meu verso enluarado pelas plagas do infinito
Ab
Quis laçar os quatro ventos com as rodilhas do meu grito
Eb7 Ab C7 Fm
Quis laçar os quatro ventos com as rodilhas do meu grito
Quando entao atiro o laço
C7
destas rimas galponeiras
Elas vão na noite pampa
Fm
Se brandeando com as estrelas
Lá se vão cheias de abismo
C7
Rasgando a armada do espaço
Que eu não puxo porque a lua
Fm
Fica no seio do laço
Bbm Ab
Que eu não puxo porque a lua
C7 Fm
Fica no seio do laço
[43-61] [42-63][41-50]
El Cosechero - Cifra -
De: Ramon Ayala
Grav: Luiz Carlos Borges
Am
El viejo rio que va
E7
Cruzando el amanecer
Gm A7
Como un gran camalotal
Dm
Lleva la balsa en su loco vaiven
Rumbo a la cosecha cosechero yo sere
Am
Y entre copos blancos mi esperanza cantare
E7
Con manos curtidas dejare en el algodon
Am A7
Mi corazon.
Dm
La tierra del chaco quebrachera y montaraz
Am
Prendera en mi sangre con un ronco sapucay
E7
Y sera en el surco mi sombrero bajo el sol
Am A7
Faro de luz
Dm
Algodon que se va ... que se va ... que se va ...
Am
Plata blanca mojada de luna y de sol
E7
Un ranchito borracho de sueños y amor
Am Dm Am E7 Am
Quiero yo
De corrientes vengo yo
E7
Barranquera ya se ve
Gm A7
Y en la costa un acordeon
Dm
Gimiendo va su lento chamame
Rumbo a la cosecha cosechero yo me ire
Am
Y entre copos blancos mi esperanza cantare
E7
Con manos curtidas dejare en el algodon
Am A7
Mi corazon
Dm
Algodon que se va ... que se va ... que se va ...
Am
Plata blanca mojada de luna y de sol
E7
Un ranchito borracho de sueños y amor
Am Dm Am E7 Am
Quiero yo
Dm Am
Quiero yo ...Quiero yo ...
terça-feira, 17 de abril de 2012
Romance Milongueado
De: Mauro Moraes
CD: Cuia e Cambona
Dm A7 Dm A7
32-23-10-11-15-13-11-10-23-10-22-32-33-32-30-43-30-32-32-23-10-11-15-13-11-10-23-10-22
Dm A7
32-33-32-30-43-42-40-32-31-32-43-32-11-32-31-32-42-32-31-32-42-32-10-32-42-32-10-32-31
Dm A7 Dm
32-40-32-11-32-23-10-11-15-13-11-10-23-10-22-32-33-32-30-43-42-40
Dm
Este meu cantar milongueado
A7
Um tanto passado, um tanto presente
Sente quando a alma se guarda
Dm
Ou rasga uma armada, no rastro da gente...
Este meu campear figurado
A7
De pingo encilhado e marca campeira
Cria quando mete a cucharra
Dm
Lidando co'as garra cheirando a mangueira
C7
Compadre, eu guardo tudo nos olhos
F
Com o pinho no colo bobeando as estrelas...
A7
E ainda escrevo tudo o que gosto
Dm
De um jeito bem nosso pra nunca perdê-las!
C7
Compadre, eu deixo sentar o toso
F
Tocando os cachorros no gado, nas ovelhas...
A7
E ainda esbarro firme o cavalo
Dm
Metendo um pealo com a boca na orelha!
C7 F
Por nada o tempo chispa da frente
A7 Dm
E a gente sobra no coração BIS
Ando a pata de cavalo galopeando versos
Grudadito à sonoridade destas guitarras crioulas...
Lindeiras de campo, de pátio e fronteira
Arranchadas à alma quando empeço um poema
Na boca d'uma porteira.
()
Dm A7 Dm
32-23-10-11-15-13-11-10-23-10-22-32-33-32-30-43-42-40
Chora gaita véia - Cifra -
Letra: Mauro Moraes
Música: Pirisca Grecco
Intro. Em C B7 Em B7 Em Em/D Em/C# C B7 Em B7 Em
Em
Se a mim me tocar pelar um chibo
C B7
De uma gaita veiaca guasguita de fole
Comigo não tem de tronqueira
Atropelo em mangueira
Em
Sampando de lote
Eu trago ao tranco a mirada
E7
De uma sombra estirada
Am
E um romance a capricho
Em
Sou tipo flor de gaucho
B7
Loco de macanudo
Em
Criado em bochincho
Am Em
Comigo não tem de floreio
B7
Em qualquer negaceio
Em
Tem gaita e cambicho
D7
Eu trago uma escrita charrua
Em
Numa rastra pampa chairada em refrega
B7 Em
Um baita estadão de fachada
B7 Em
Com a égua encilhada pateando macega
Am Em
A alma atada a cordeona
B7
Campeando as bocona
E F#m E
Devagarzito nas pedra
F#m
Chora gaita veia
B7
bufa e prende o grito
G#m
Contra, falta, envido
C#7
Contra, falta o resto
F#m
E o bailongo se estende
B7
Deixando de lambuja
G#m
As alpargatas barbuda
C#7
E o coração desdomado
F#m
De uma morena cor de cuia
B7 Em
Galponeando a lo largo
DECLAMAÇÃO: Em C B7 Em B7 Em C B7
Intro. B7 Em B7 Am G B7 Em
FINAL: Em C B7 Am G B7 Em
Por: Jonathan Villagran
Gritos de Recolhida - Cifra -
Letra: Rogério Villagran
Música: Ênio Medeiros
Ritmo: Chamamé
D A7 G D D7 G D E A7 D
D
Anoiteço golpeando o potro
A7
Até que a noite vai embora
Mateando e rondando o fogo
G D
Enquanto a acordeona chora
Bm
A ânsia de ver o sol
A7
Me atormenta e namora
Se um ventena sopra as venta
D
Amanheço arrastando espora
G
Meu basto arma de guerra
D7
Nesta batalha sem fim
Amigo até quando um xucro
G
Se bolca em cima de mim
Guitarra santo remédio
D7
Pra amansar saudade potra
Chapéu Cury encouraçado
G
Que encosta uma aba na outra
Vira o rastro e bate o casco
D7
Que na ponta desponta a poeira
Me criei bolqueando vaca
G
Nos refugos de mangueira
G D7 G D7 G D A7 G D D7 G D E A7 D
D
A aurora chega ao pacito
A7
Num trancão de caborteira
Traz gritos de recolhida
G D
Que vem direto à mangueira
Bm
O caseiro meio aluado
A7
Sai no rastro das tambeiras
Porque o sol se criou guaxo
D D7 G
Ta berrando na porteira
G
Meu basto arma de guerra
D7
Nesta batalha sem fim
Amigo até quando um xucro
G
Se bolca em cima de mim
Guitarra santo remédio
D7
Pra amansar saudade potra
Chapéu Cury encouraçado
G
Que encosta uma aba na outra
Vira o rastro e bate o casco
D7
Que na ponta desponta a poeira
Me criei bolqueando vaca
G
Nos refugos de mangueira
D7 G D7 G D7 G
Me criei bolqueando vaca nos refugos de mangueira
domingo, 15 de abril de 2012
Uma Milonga das Buenas - Cifra -
De: Rogério Villagran e César Oliveira
Am E7 Am E7 Am
10-18-18-17-18-17-15-14-10-10-24-10-24-10-17-15-14-15-17-18-18-17-15-14-15-17-15
Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Sempre fala da fronteira
E7
Em cavalhada matreira
Am
E choro de nazarenas
E7
Uma milonga das buenas
Am
Me faz lembrar uma volteada
E7
Que um zaino venta rasgada
Am
Por velhaco e sem costeio
F
Quase me atorou no meio
E7 Am F
No estouro de uma bolcada
E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Revira o mundo num pealo
A7 Dm
E quando eu monto a cavalo
G7 C
O Rio Grande "se apequena"
F
E quando eu monto a cavalo
A7 Am F E7
O Rio Grande "se apequena"
Am E7
Uma milonga das buenas
Am
É igual a ventania louca
A7 Dm
Que entre muitas e poucas
G7 C
Tem o resumo bagual
F
Veio da banda oriental
E7 A E7 A
E se perdeu de boca em boca
A
Uma milonga das buenas
F#m
Lembra noites de garoa
Que ao despacito encordoa
C#m D
Caindo mansa e serena
Uma milonga das buenas
C#m
Me dá força pra que eu cante
D
E esta pampa se levante
C#m
Sobre o lombo da guitarra
D
Enforquilhada nas garras
C#m
Levando tudo por diante
Bm E7
Enforquilhada nas garras
Am
Levando tudo por diante
E7
Uma milonga das buenas
Am
Fala em junco e aguapé
E7
Em ranchos de santa fé
Am
Por isso que vale a pena
E7
Uma milonga das buenas
Am
Bem cantada se governa
E7
Chega e boleia a perna
Am
Em qualquer galpão de estância
F
Pois anda a encurtar distância
E7 Am
E o tempo adentro se inverna
F E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Tem que ter alma de potro
A7 Dm
E o sarandeio maroto
G7 C
Do corpo de uma morena
F
E o sarandeio maroto
E7 Am F
Do corpo de uma morena
E7 Am E7
Uma milonga das buenas
Am
Me traz recuerdos de amores
A7 Dm
Perdidos nos corredores
G7 C
Extraviados nas taperas
F
Quando a china se entrevera
E7 A E7 A
Num duelo de payadores!
A
Uma milonga das buenas
F#m
Lembra noites de garoa
Que ao despacito encordoa
C#m D
Caindo mansa e serena
Uma milonga das buenas
C#m
Me dá força pra que eu cante
D
E esta pampa se levante
C#m
Sobre o lombo da guitarra
D
Enforquilhada nas garras
C#m
Levando tudo por diante
Am F E7 Am E7 Am
Razões de Ser - Cifra -
De: Lisandro Amaral
Dm
Meu sonho toreou na estrada muito aguaceiro
A7
Por ter alma de poncho, se fez tropeiro
Gm Dm
Aos olhos brancos da lua rondou ausências de ti
F A7 Dm [43-55][30-42][32-43][23-32]
Sabendo que o fim da estrada é longe daqui
Dm
Bocal sovado no queixo de um mouro-pampa,
Dm C Bb A7
Empurra um resto de vida que é tropa larga
Gm Dm
As duas cruzes de espinhos, na espora falam por si
F A7 Dm
E sabem que o rancho dela é longe daqui
Gm Dm
Tenho as mãos do tempo, sou irmão de tantos
C7 Dm
Que andaram, sem norte
Gm F
Seguindo tropas de tantos senhores
A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
F A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
Gm
Será a saudade o terço dos deserdados?
Dm
Será um corredor o céu de quem se perdeu?
Gm
Terá, no altar do campo, uma cruz cravada
F A7 Dm Dm C Bb
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus?
A7 Dm
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus?
Gm Dm C7 Dm Bb Dm Em7/5- A7 Dm
Meu sonho plantou nos olhos muito aguaceiro,
Dm C Bb A7
Por ter alma tropeira, acendeu luzeiros!
Gm Dm
Aos olhos baios do sol, clareou ausências de ti
F A7 Dm
Buscando razões de ser e estar aqui...
Dm C Bb
Gm Dm
Tenho as mãos do tempo, sou irmão de tantos
C7 Dm
Que andaram, sem norte
Gm F
Seguindo tropas de tantos senhores
A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
F A7 Dm
E agora changueiam vida nos corredores
Gm
Será a saudade o terço dos deserdados?
Dm
Será um corredor o céu de quem se perdeu?
Gm
Terá, no altar do campo, uma cruz cravada
F A7 Dm Dm C Bb
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus?
A7 Dm
Quem nunca apeiou na estrada e pediu por Deus? BIS
Bb Dm Em7/5- A7 Dm
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Gastando Rumos Na Poeira - Cifra -
De: Érlon Péricles
CD: Mais Gaúcho
Dm
Ando por léguas de estrada no lombo do baio
Dm Bb A7
Uma saudade estradeira me faz o fiador
O horizonte nos olhos, o chapéu tapeado
Dm
As ânsias seguindo soltas pelo corredor
As alegrias e mágoas fazendo o costado
Dm Bb A7
O sentimento na volta querendo aflorar
Procuro o jeito da prosa pra usar as palavras
A7 Gm F A7 Dm
E sei guardar o silêncio se assim precisar
Dm C Bb A7 Dm
Vou num compasso marcado, meu pingo trocando orelha
A7 Dm
Os sonhos vão a lo largo, gastando os rumos na poeira
Dm C Bb A7 Dm
Eu ando bem de a cavalo, e levo a vida serena
A7
Proseando com a alma, cantando o querência
Dm
Nos versos que faço
A7 Dm A7 Gm F A7 Dm
Ando encurtando distâncias nas voltas do pago
Dm Bb A7
Tenho um destino traçado e sei a direção
Quem é de estrada, senhores, entende o que falo
Dm
Pois sabe guardar os rumos do seu coração!
As alegrias e mágoas fazendo o costado
Dm Bb A7
O sentimento na volta querendo aflorar
Procuro o jeito da prosa pra usar as palavras
A7 Gm F A7 Dm
E sei guardar o silêncio se assim precisar
A7 Gm F
Proseando co'a alma, cantando o querência
A7 Dm A7 Gm F A7 Dm Dm9
Nos versos que faço
Gente Gaúcha e Cavalo - Cifra
De : Ângelo Franco - Érlon Péricles
Int: Ângelo Franco
CD: Eu sou gaúcho
D A7 D Bm A7 Ab° D
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
O Rio Grande é um manancial de pagos iguais ao meu
A7 D
Muito embora tenha gente que do seu pago esqueceu
D7 G E7 A7
E hoje se olha no espelho e nem lembra onde nasceu
G D A7 D
E hoje se olha no espelho e nem lembra onde nasceu
Dm Em7/5- A7 Dm
Não que não andem pilchados ou porque vistam tendências
A7 Dm
Mas porque o mundo lhes tira o que carregam na essência
D7 Gm C7 F
Sem saber que a identidade da ganhos a inteligência
A7 Dm A7 D
Sem saber que a identidade da ganhos a inteligência
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Então nao posso cantar o que não seja o meu pago
A7 D
pois meu canto tem raiz embora eu seja indio vago
D7 G E7 A7
E se o meu verso dá um pealo de pronto aperto e nao largo
G D A7 D
E se o meu verso dá um pealo de pronto aperto e nao largo
Dm Em7/5- A7 Dm
Por isso povo gaúcho penso nas coisas que falo
A7 Dm
Canto as coisas do meu pago nosso chao nossos cavalos
D7 Gm C7 F
pois é o que resta de nós que não foi globalizado
A7 Dm A7 D
pois é o que resta de nós que não foi globalizado
A7 D
Gente Gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Gente Gaúcha que sabe seguir o caminho do bem
D7 G E7 A7
Cavalo pra pechar touro quando prá o causo convém
G D A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
Gm F A7 D
Gente gaúcha e cavalo no meu pago é o que mais tem
A7 D
Duende Musiqueiro - Cifra -
De: Evair Gomes/ Juliano Gomes
Int: Shana Müller
CD: Firmando o Passo
G: Chamamé
Em7
No coração do povoado
Am
Rodeado de um entardecer
D7
Buscava de olhos largos
D7/C
Alguma imagem do pago
G B7
"Pueblito" do meu querer.
Em7
Quando uma porta entreaberta
Am Am/G
Por quieta adormecia
D7
Junto à vidraça quebrada
D7/C
De alma e boca cerrada
G B7
Velava um final de dia.
Em7 Em/D C7M
Ah... aa !!Por curiosa mirada
Em7
Peleava a alma inteira
B7
Ranchito de cruz pra esquina
Um duende guardava a sina
Em7
No fole de uma três hilheras.
Am B7
Enfeitiçada cordeona, chorona
Em
Escondia um dizer,
Em/D F#m7/5-
Tenho "enbrujos" de fronteira
B7
E uma alma musiqueira
Em7
Possuída de um chamamé
F#m7/5-
E num trote repicado
B7 Em
D'um passado, veio ao presente
Em/D F#m7/5-
Foi feitiço duma china
B7
Por certo a guaina mais linda
E7M B7
Que já andou por Corrientes.
E G#m
Ando aqui aprisionado
F#m B7
Culpado por não querer
A E7M
O ranchito dessa china
(G#m7/5- C#7)F#m
Pra andar nas pulperias
B7 E B7
Nas notas de um chamamé.
E G#m
Me fiz duende musiqueiro
F#m B7
Fronteiro por mais querer
A E7M
No fole tá adormecido
(G#m7/5- C#7)F#m
Mas toca junto comigo
B7 E7M
Quando arpejo um chamamé.
F#m B7 G#m C#7 F#m B7 E G#m7/5- C#7 F#m B7 G#m C#7 F#m B7 E7M
E G#m
Ando aqui aprisionado
F#m B7
Culpado por não querer
A E7M
O ranchito dessa china
(G#m7/5- C#7)F#m
Pra andar nas pulperias
B7 E B7
Nas notas de um chamamé.
E G#m
Me fiz duende musiqueiro
F#m B7
Fronteiro por mais querer
A E7M
No fole tá adormecido
(G#m7/5- C#7)F#m
Mas toca junto comigo
B7 E7M
Quando arpejo um chamamé.
F#m B7 G#m C#7 F#m B7 E7M
Changueiro de Vida e Lida - Cifra -
De: Adair de Freitas
Int: Aurélio Leal - Luiz Cardoso - Carlos Mendes
Em F#7 B7
13 - 12 - 10 - 20 - 30 - 44 - 42 - 52 - 13 - 12 - 10 - 33 - 30 - 44 - 42 - 51 - 13 - 12 - 10 - 32 - 44 - 42
Em E7
44 - 41 - [12 - 32] [10 - 30] [ 24 - 44] [12 - 32] [10 - 30] [13 - 34] [17 - 28] [15 - 26] [14 -25][10-31]
Am G
[112-][17-29][14-25][10-31][17-37][15-35][21-42][20-40][21-42][15-35][33-44][20-30][13-34]
B7 Em
[20-30][32-41][12-20][44-50][30-52][10-30-60]
Em B7
Quando acabarem-se as esquilas
Em
Pra onde irei, pra onde irei?
B7
Talvez changuear para juntar mais alguns pilas
Em
Que sempre gasto mais depressa que ganhei
B7
Vou assolear meu poncho velho
Em 52-54-41
Fiel parceiro, fiel parceiro...
(Em Em/D) (Db° C)
O João Maria me avisou de lá do povo
B7 Em
Conta comigo pra tropear pra um saladeiro
Em E7 Am D7 G
E assim será, porque haverá de ser assim a vida de um peão
C B7
Changueando a lida vida a fora sem buscar razão
Em
Nem me interessa outro moldes se não for assim
Em E7 Am
E viverá
D7 G
Porque viver sendo changueiro é tudo o que aprendeu
C B7
Sabe que as preces nada valem pra quem é ateu
Em
Nem catecismos pra quem não tem fé.
Em B7
Quando acabarem-se as esquilas
Em
Pra onde irei, pra onde irei?
B7
Talvez changuear para juntar mais alguns pilas
Em
Que sempre gasto mais depressa que ganhei
B7
Vou assolear meu poncho velho
Em 52-54-41
Fiel parceiro, fiel parceiro...
(Em Em/D) (Db° C)
O João Maria me avisou de lá do povo
B7 Em
Conta comigo pra tropear pra um saladeiro
Em E7 Am
Vou madrugar
D7 G
Passar na venda, encher a mala de garupa e sair
C B7
Galope alegre rumo ao rancho pra fazer sorrir
Em
Minha chinoca e os piazitos que esperando estão
Em E7 Am
E vou ficar
D7 G
Dois ou três dias para matar essa saudade enfim
C B7
Juntar as garras e partir, pois tem que ser assim
Em
Meu rancho é o mundo e as estradas, sinas de peão
Em B7
Quando acabarem-se as esquilas
Em
Pra onde irei, pra onde irei?
B7
Talvez changuear para juntar mais alguns pilas
Em
Que sempre gasto mais depressa que ganhei
B7
Vou assolear meu poncho velho
Em 52-54-41
Fiel parceiro, fiel parceiro...
(Em Em/D) (Db° C)
O João Maria me avisou de lá do povo
B7 Em
Conta comigo pra tropear pra um saladeiro
Em E7 Am D7 G
Então irei, mas uma vez, pingo de tiro pelo corredor
C B7
Pra repisar meu próprio rastro sempre campeador
Em
E auroras novas que iluminam o pago de onde vim
Em E7 Am D7
E cantarei, meu canto alerta
G
terra e fogo changueador também
C B7
Com a certeza que na vida nada nem ninguém,
Em
Há de domar o potro xucro que escarceia em mim
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