domingo, 5 de junho de 2011
BALDAS DE “POTRO CUIUDO
( Anomar Danúbio Vieira/Fabrício Harden)
TOM: E
Intro.: E F#m B7 G#m C7 F#m B7 E
B7
O bagual mouro resolveu me “exprimentá”
E
Em seguida de “muntá’, quando campeava um “estrivo”
B7
Mas que eu me lembre, o homem comanda o cavalo!
E
E o resto é pura bobagem criada pra vender livro.
B7 E
Bagual tranqüilo, nunca tinha corcoveado
B7 E E7
De “rédea” andava “costeado”, já no ponto de “enfrenar”
A E
Deve ter sido por causa do vento norte
B7 E E7
Se arrastou batendo forte, com ganas de me sacar.
A E
Deve ter sido por causa do vento norte
B7 A G#m F#m E
Se arrastou batendo forte, com ganas de me sacar.
C#m C#7 F#m
E as nazarenas, que eu não carrego de enfeite
B7 E
Resolveram “prová” os dentes, “tenteando” a força da perna...
C#m C#7 F#m
O que se passa na cabeça de um matungo?
B7 E
Que agarra nojo do mundo e do tento que lhe governa.
C#m C7 F#m
Pegou na volta, com cacoetes de aporreado
B7 E
Mas já me encontrou “estrivado”, e ainda por cima “de lua”
C#m C#7 F#m
Me fui na boca, caiu sentado na cola
B7 A G#m F#m E
Já que freqüenta minha escola da velha doma charrua
SOLO: E B7 E B7 E F#m B7 G#m C7 F#m B7 E
B7
Levei os ferro e lhe enredei num “quero-quero”
E
Cavalo que eu considero, respeita o índio campeiro!
B7
Deu mais uns “talhos”, e viu que se topou mal
E
Seguiu mascando o bocal, num trote “bueno” e ordeiro.
B7 E
Fiquei pensando, co’as rédeas por entre os dedos
B7 E E7
Nos mistérios e segredos deste oficio “macanudo”
A E
Se um flete manso, “devalde” “se queda” brabo
B7 E E7
Deve ser obra do diabo ou baldas de “potro cuiudo”.
A E
Se um flete manso, “devalde” “se queda” brabo
B7 A G#m F#m E
Deve ser obra do diabo ou baldas de “potro cuiudo”.
Onde Andará
(Gujo Teixeira/Joca Martins/Fabiano Bacchieri)
TOM : C
Intro: Violão- C7+ A7 Dm Dm/G G/B G794 G7(b9) C7+
Em7(b5) A74 A7 Dm Dm/G G/B F Fm C7+
Gaita- C7+ Am D7 G7 F F#º G7 Fm C G7(b13)
C
Onde andará a silhueta
desses antigos campeiros
Dm
Que desenhavam saudade
na fumaça dos palheiros
Em Ebm Dm
E madrugavam setembros
G7 C G7(b13)
na voz clara dos braseiros.
C
Onde andará a manhãnita
dos mates de gosto Bueno
Dm
Da encilha dos gateados
Contrapoteando o sereno
Em Ebm Dm
E a humildade dos ranchos
G7 C G7 C
guardando sonhos morenos.
G7 C
Onde andará o verso claro
Dm
ponteado numa canção
G7 E7
Que se espalhava em floreios
Am
pelas tardes do galpão
Fm Bb7 D#7+ G7
E matizavam campeiros
C
ao som da gaita e violão.
Solo: C G7 C G7 C C7 F C Am Dm G7 C G7(b13)
C
Onde andará a tarde longa
das ressolanas campeiras
Dm
Onde a alma desses tantos
cruzava além da porteira
Em Ebm Dm
Pra o mundo das invernadas
G7 C G7(b13)
por não saber das fronteiras.
C
Por onde andará o semblante
de um avô maragato
Dm
Que eternizou seu silêncio
na moldura de um retrato
Em Ebm Dm
E dos seus causos antigos
G7 C G7 C
desses campeiros de fato.
G7 C
Quem sabe andam perdidas
Dm
na saudade dos avós
G7 E7
Ou presas dentro do peito
Am
querendo “saltá” na voz
Fm Bb7 D#7+ G7
Mas bem certo elas se acham...
C
guardadas dentro de nós.
Fm F#º G7
Onde andará , onde andará ...
C Cº Bº C
Dentro de nós.
DE CANTAR EM VERSOS
(Gujo Teixeira/Joca Martins e Márcio Rosado)
A7M C#m7 D C#m7 D7M C#m7 D7M E7 A7M
F#m7
A noite escura se enfeitou de lua
C#m F#7 Bm Cm
Flor amarela nos cabelos da morena
C#m F#7 Bm
E trouxe estrelas bonitas como a saudade
E7 A E7
Deste sorriso pra inspirar meus poemas
A F#m7
Estes teus olhos de estrelas pirilampas
C#m F#7 Bm Cm
Cristais de luas que brilham nas labaredas
C#m F#7 Bm
De um fogo grande bichará pro inverno
E7 A E7
Que põe lembranças a dançar na seda
C#m F#7 Bm Bm7
(E já faz tempo que a saudade vem gelando
E7 A E7
Toda campanha e a imensidão do céu azul
C#m F#7 Bm Bm7 Bis
Só o braseiro do angico aquece a alma
E7 A E7
E o agosto nem chegou aqui no sul)
Int.
F#m7
Quando a saudade ganha força nas esporas
C#m F#7 Bm Cm
Logo se encilha um cismar sem fim
C#m F#7 Bm
Minha alma voa nas asas do vento
E7 A E7
Até seus olhos anoitecerem em mim
A F#m7
Então os mates ganham novo gosto
C#m F#7 Bm Cm
Pois são cevados no calor da tua mão
C#m F#7 Bm
E junto a ti meus olhos se acham
E7 A E7
Pois não precisam te buscar na imensidão
C#m F#7 Bm Bm7
(E nesta noite linda, a flor no cabelo
E7 A E7
Lembrou da lua só no universo
C#m F#7 Bm Bm7 Bis
Que brilha tanto e vem prá matar saudades
E7 A E7
Dessas bonitas, de cantar em versos) final (Bb7M A7M)
Luzeiros da Alma
C Dm7 E7 Am Dm7 G7 C7M Am Dm Ebº E7 Am
Dm E7 Am
Quem são os loucos tropeiros parceiros das madrugadas
Dm E7 Am
Cruzando passos e aguadas no lombo da lua grande
Dm G7 C
São com certeza o Rio Grande em roda das serranias
Gm7 C7 F Bb7 E7
Só pra ver clarear o dia depois que a noite se atora
Bb7(#11) Am E7 Am
(Vendo a roseta da espora se fazer de estrela guia) Bis
Dm E7 Am
Quem são os loucos campeiros buscando as próprias raízes
Dm E7 Am
Reabrindo as cicatrizes dos seus peitos machucados
Dm G7 C
E no cantar são amados pois trazem grumes nas goelas
Gm7 C7 F Bb7 E7
fazendo abrir as janelas some o gemer do arreio
Bb7(#11) Am E7 Am
/E vendo a perna do freio se fazer de estrela guia/ Bis
Int.
Dm E7 Am
Deparo sobre as perguntas como rondando a mim mesmo
Dm E7 Am
Decerto não andam a esmo pois trazem pátria nos bastos
Dm G7 C
Iluminando os seus rastros na sinfonia da noite
Gm7 C7 F Bb7 E7
Vão clareando os horizontes então enxergo o luzeiro
Bb7(#11) Am E7 Am
{Vendo a alma desses homens se fazer de estrela guia} Bis
( )/ /{ }
Temporona mañanera
"Fumaceia a boca da estufa
E remolimos no angico
Pinga a graxa do granito
Pra churrasquear a peonada
La maula,que madrugada
Se plantou por esses campos
E um suavezito vento manso
Vem levantando uma geada"
Am
Um poncho de gola parda
...F
Se descansa sobre os ombros
.....G.............F/G
E os recaus se vão sentando
...........C
Nos lombos de pelo grosso
......B*...........E7
Manhã fria de céu osco
......Am.........Am/G
Nem o sol teve a coragem
...F.................D7/F
De madrugar com esta aragem
..........E
Semblante jeito de agosto
E||---------4-5/12--------|
B||-----3-5--------10-9~~-|
G||-2/4-------------------|
D||-----------------------|
A||-----------------------|
E||-----------------------|
Am
Tem ganas de ser garoa
...F
Essa manhã que chegou fria
.....G.............F/G
A indiada ajeita a encilha
...........C
E pros arreios já alcança
......B*...........E7
Um laço de boa trança
......Am.........Am/G
De cinchar rês atolada
...F.................D7/F
Pra aliviar duma coreada
..........E
Por vaqueano, um peão de estância
Dm................G
Manhazita fria de maio
...........C..........F
Trouxe uma geada temporona
D7/F............D7/A
Com serviço pra cambona
E............A||--0/2\3-2-0|
Recostada ao trasfogueiro
Dm.......G............C
Chegou o inverno mais cedo
..B*.E...............Am..Am/G
E um pelego preto estaqueado
F
Amanheceu atobianado
E.................Am
Lá debaixo do arvoredo
Dm................G
Neste garrão de Rio Grande
...........C..........F
Passo um inverno atrás do outro
D7/F............D7/A
Sovando garras e potros
E............A||--0/2\3-2-0|
No largo das sesmarias
Dm.......G............C
Nos galpões brasa e astilhas
..B*.E...............Am..Am/G
Retovos de madrugada
F
E um mate de erva lavada
E.................Am
Pras manhãs de geada e encilha
E remolimos no angico
Pinga a graxa do granito
Pra churrasquear a peonada
La maula,que madrugada
Se plantou por esses campos
E um suavezito vento manso
Vem levantando uma geada"
Am
Um poncho de gola parda
...F
Se descansa sobre os ombros
.....G.............F/G
E os recaus se vão sentando
...........C
Nos lombos de pelo grosso
......B*...........E7
Manhã fria de céu osco
......Am.........Am/G
Nem o sol teve a coragem
...F.................D7/F
De madrugar com esta aragem
..........E
Semblante jeito de agosto
E||---------4-5/12--------|
B||-----3-5--------10-9~~-|
G||-2/4-------------------|
D||-----------------------|
A||-----------------------|
E||-----------------------|
Am
Tem ganas de ser garoa
...F
Essa manhã que chegou fria
.....G.............F/G
A indiada ajeita a encilha
...........C
E pros arreios já alcança
......B*...........E7
Um laço de boa trança
......Am.........Am/G
De cinchar rês atolada
...F.................D7/F
Pra aliviar duma coreada
..........E
Por vaqueano, um peão de estância
Dm................G
Manhazita fria de maio
...........C..........F
Trouxe uma geada temporona
D7/F............D7/A
Com serviço pra cambona
E............A||--0/2\3-2-0|
Recostada ao trasfogueiro
Dm.......G............C
Chegou o inverno mais cedo
..B*.E...............Am..Am/G
E um pelego preto estaqueado
F
Amanheceu atobianado
E.................Am
Lá debaixo do arvoredo
Dm................G
Neste garrão de Rio Grande
...........C..........F
Passo um inverno atrás do outro
D7/F............D7/A
Sovando garras e potros
E............A||--0/2\3-2-0|
No largo das sesmarias
Dm.......G............C
Nos galpões brasa e astilhas
..B*.E...............Am..Am/G
Retovos de madrugada
F
E um mate de erva lavada
E.................Am
Pras manhãs de geada e encilha
sábado, 4 de junho de 2011
Parceiros de Campo
Composição: Joca Martins - Rodrigo Bauer
Intro: A Bm7 E7 A
Bm7
Um boi se desgarra da tropa que estende e vira a cabeça direito ao capão
D E7 A E7 A
Convido o cavalo que pronto me atende e sai arrancando o capim e torrão
Bm7
Assim corto o rastro do boi que se apura e o laço certeiro me voa da mão
D E7 A E7 A Dm/F
Se aninha nas aspas, a cincha segura e o flete conhece o serviço do peão
A Bm7
(É doce de boca domado a preceito
E7 A Dm/F
Do andar das crianças e até do patrão
A Bm7 Bis
É manso e tranqüilo mas sempre de jeito
C E7 A
Se acaso lhe toca correr boi gavião)
Int.
Bm7
Então desencilho o crioulo gateado que chega faceiro por ver o galpão
D E7 A E7 A
Enfim resfolega de lombo suado a lida comprida e as rédeas no chão
Bm7
É o pingo crioulo que segue na estrada bandeira do pago, fiel tradição
D E7 A E7 A Dm/F
Heráldico flete que pelas manadas resiste tal fosse um gaudério brasão
A Bm7
São esses cavalos que a ida nos leva
E7 A Dm/F
Heróis esquecidos nessa evolução
A Bm7 Bis
Parceiros de campo que o tempo maleva
C E7 A
Reponta em silêncio além do rincão
( )Int.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
A DOM ANTÔNIO TRINDADE
L.: e M.: Jairo Lambari Fernandes
E / B7 / % / E / % / B7 / % / E. / - / B7 / % / E / % / B7 / % / E / %
B7 C#m
Vem Dom Antônio Trindade num trono de "pelo e patas"
A F#m A F#m
Numa gateada monarca crioula lá da Fronteira
B7 A E
Escorando na "soitera" a culatra desta tropa
B7 E
Sombreiro baixo de copa que linda estampa campeira
B7 C#m
Quem orquestrou o destino sobre o compasso de um basto
A F#m A F#m
Farejando céu e pasto nos setembros de potreadas
B7 A E
Sovando léguas de estradas entre tropeadas e domas
B7 E
Taureando a sorte gaviona nos encontro da gateada.
F#7 B7
"Hay" que sacar o "sombreiro" a Dom Antônio Trindade
A E
Quem for "gaucho" de verdade e grongueiro na estampa
B7
Imagem bugra da Pampa um torena em campo aberto
A F#m A B7
Tenteando o destino incerto no rumo de casco e guampa...
A E
No rumo de casco e guampa.
E / B7 / % / E / % / B7 / % / E. / - / B7 / % / E / % / B7 / % / E / %
B7 C#m
Quem avistar Dom Antônio na testa da comitiva
A F#m A F#m
Verá a história mais viva deste garrão brasileiro
B7 A E
Mescla de monge campeiro um centauro lusitano
B7 E
Como diria o "Caetano" o pajador missioneiro.
B7 C#m
Quem largou "pesos" de tropa no velho Santa Maria
A F#m A F#m
Escutando a melodia mareteando na carona
B7 A E
E o "sonido" da cordeona por algum pouso de tropa
B7 E
Onde o mate segue a volta ritual de "fogo e cambona"
F#7 B7
"Hay" que sacar o "sombreiro" a Dom Antônio Trindade
A E
Quem for "gaucho" de verdade e grongueiro na estampa
B7
Imagem bugra da Pampa um torena em campo aberto
A F#m A B7
Tenteando o destino incerto no rumo de casco e guampa...
A E
No rumo de casco e guampa.
E. / - / B7./ % / E
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Ñangapiri cifra
G C G
Anduve mirando el pueblo, buscándome
C Am
Y fluyes como mi sangre de chamamé
D7 G
Enciende tu pie desnudo sobre mi piel
C D7 G
Un río de primaveras ternura y miel
C D7 G
A orillas de tu sonrisa yo soy feliz
C D7 G
No quiero partir de nuevo, ñangapiri
G C D
Ñangapiri silvestre luz del arenal
G
Tibio rubor del verde gris de la niñez
G C D
Mi resplandor, mi atardecer, mi taragüí
G
Y el cielo aquí de tu mirar, ñangapiri.
G C G
La luna se ardió en el río ñangapiri
C Am
Y vuela a lo más profundo de tu vivir
D7 G
Allí donde es todo aroma vá mi canción
C D7 G
A darle a tu entraña un beso, ñangapirí
C D7 G
A orillas de tu sonrisa hallé un país
C D7 G
De pájaros florecidos, ñangapiri
Anduve mirando el pueblo, buscándome
C Am
Y fluyes como mi sangre de chamamé
D7 G
Enciende tu pie desnudo sobre mi piel
C D7 G
Un río de primaveras ternura y miel
C D7 G
A orillas de tu sonrisa yo soy feliz
C D7 G
No quiero partir de nuevo, ñangapiri
G C D
Ñangapiri silvestre luz del arenal
G
Tibio rubor del verde gris de la niñez
G C D
Mi resplandor, mi atardecer, mi taragüí
G
Y el cielo aquí de tu mirar, ñangapiri.
G C G
La luna se ardió en el río ñangapiri
C Am
Y vuela a lo más profundo de tu vivir
D7 G
Allí donde es todo aroma vá mi canción
C D7 G
A darle a tu entraña un beso, ñangapirí
C D7 G
A orillas de tu sonrisa hallé un país
C D7 G
De pájaros florecidos, ñangapiri
Passo-a-passo de como afinar o violão
Vamos começar pela sexta corda de baixo pra cima, o Mi mais grave.
Agora vamos para a quinta corda, o Lá.
Essa corda deve ter o mesmo som da sexta corda tocada na quinta casa.
Agora vamos para a quarta corda, o Ré.
Essa corda deve ter o mesmo som da quinta corda tocada na quinta casa..
Afinadas as 3 de cima, vamos para a terceira corda, o Sol.
Essa corda deve ter o mesmo som da quarta corda tocada na quinta casa.
Afinadas as 4 cordas, vamos para a segunda corda, o Si.
Essa corda deve ter o mesmo som da terceira corda tocada na quarta casa.
Agora a última corda a ser afinada, o Mi agudo.
Essa corda deve ter o mesmo som da segunda corda tocada na quinta casa.
Repasse todas as cordas para ter certeza que seu violão está corretamente afinado.
Pronto, agora é hora de tocar!
Agora vamos para a quinta corda, o Lá.
Essa corda deve ter o mesmo som da sexta corda tocada na quinta casa.
Agora vamos para a quarta corda, o Ré.
Essa corda deve ter o mesmo som da quinta corda tocada na quinta casa..
Afinadas as 3 de cima, vamos para a terceira corda, o Sol.
Essa corda deve ter o mesmo som da quarta corda tocada na quinta casa.
Afinadas as 4 cordas, vamos para a segunda corda, o Si.
Essa corda deve ter o mesmo som da terceira corda tocada na quarta casa.
Agora a última corda a ser afinada, o Mi agudo.
Essa corda deve ter o mesmo som da segunda corda tocada na quinta casa.
Repasse todas as cordas para ter certeza que seu violão está corretamente afinado.
Pronto, agora é hora de tocar!
Algumas Definições
ESCALA = é uma série de sons ascendentes ou descendentes na qual o último som será a repetição do primeiro.
INTERVALO = é a distância entre dois sons.
SEMITOM(ou 1/2 tom) = é o menor intervalo entre dois sons.
TOM =é o intervalo formdo por dois semitons.
SUSTENIDO(#) = eleva o som em um semitom.
BEMOL(b) = abaixa o som em um semitom.
SOM = é o choque entre dois objetos sonoros, possui quatro qualidades básicas: altura, intensidade, timbre e duração.
ALTURA = é a propriedade que podemos distinguir os sons graves, médios e agudos.
INTENSIDADE = é a força empregada na execução dos son. As músicas poderão ser tocadas forte, fraco, etc.
TIMBRE = é a qualidade pela qual podemos distinguir o corpo sonoro(intrumentos).
DURAÇÃO = é a qualidade pela qual podemos distinguir o prolongamento das notas
INTERVALO = é a distância entre dois sons.
SEMITOM(ou 1/2 tom) = é o menor intervalo entre dois sons.
TOM =é o intervalo formdo por dois semitons.
SUSTENIDO(#) = eleva o som em um semitom.
BEMOL(b) = abaixa o som em um semitom.
SOM = é o choque entre dois objetos sonoros, possui quatro qualidades básicas: altura, intensidade, timbre e duração.
ALTURA = é a propriedade que podemos distinguir os sons graves, médios e agudos.
INTENSIDADE = é a força empregada na execução dos son. As músicas poderão ser tocadas forte, fraco, etc.
TIMBRE = é a qualidade pela qual podemos distinguir o corpo sonoro(intrumentos).
DURAÇÃO = é a qualidade pela qual podemos distinguir o prolongamento das notas
Cifras
Cifra Alfabética
C=Dó
D=Ré
E=Mi
F=Fá
G=Sol
A=Lá
B=Si
Ex: Cm= Dó Menor C7= Dó com 7
Cifra numerica
cordas soltas
1°corda-10
2°corda-20
3°corda-30
4°corda-40
5°corda-50
6°corda-60
cordas presas
Corda 1, Casa 1 = 11
Corda 2, Casa 2 = 22
Corda 3, Casa 3 = 33
Corda 6, Casa 5 = 65
Corda 3, Casa 8 = 38
Destinos Solo
20-20-23-23-21-21-13
20-20-23-23-21-21-12
32-32-21-21-20-20-10
23-23-21-21-20
10-23-21-20-32-30
20-20-23-23-21-21-12
32-32-21-21-20-20-10
23-23-21-21-20
10-23-21-20-32-30
Em cima do laço solo
212-211-212-213-212-211-212-213-212-211-212
210-210-29-210-212-210-29-210-210-210-29-210-212-210-29-210
28-28-27-28-210-28-27-28-28-28-29-28-210-28-27-39-38
18-17-210-28-27-39-38-410-49-47-510-59-57 (Repete Tudo)
210-210-29-210-212-210-29-210-210-210-29-210-212-210-29-210
28-28-27-28-210-28-27-28-28-28-29-28-210-28-27-39-38
18-17-210-28-27-39-38-410-49-47-510-59-57 (Repete Tudo)
El bocal solo
solo do inicio
26-25-37-25-26-25-37-25-26-25-26-37
15-15-28-26-28-26-25-37-25-26-25-26-37-25-26-25-37
18-18-16-15-16-15-28-26-28-15-28-26-28-15-28-26-28
18-18-16-15-16-15-28-26-25-28
Solo do meio
15-28-26-28-15-28-26-28-15-28-26-28-15-28-26-25-37-18-16
28-28-26-25-26-28-26-25-26-28-26-25-26-28-26-25-26-28-26-25-37-35-15-28
26-25-37-25-26-25-37-25-26-25-26-37-35-48-47-45-58-57
A-A#-A 36-37-36-35-36 A-A#-A 36-37-36-35-36-37-26-16-15-26-37
26-37-36
26-37-36
26-25-37-25-26-25-37-25-26-25-26-37
15-15-28-26-28-26-25-37-25-26-25-26-37-25-26-25-37
18-18-16-15-16-15-28-26-28-15-28-26-28-15-28-26-28
18-18-16-15-16-15-28-26-25-28
Solo do meio
15-28-26-28-15-28-26-28-15-28-26-28-15-28-26-25-37-18-16
28-28-26-25-26-28-26-25-26-28-26-25-26-28-26-25-26-28-26-25-37-35-15-28
26-25-37-25-26-25-37-25-26-25-26-37-35-48-47-45-58-57
A-A#-A 36-37-36-35-36 A-A#-A 36-37-36-35-36-37-26-16-15-26-37
26-37-36
26-37-36
Este jeito de domingo
410-38-310-28-29-28-310-28-110-18-310-28-29-28-310-28-110-18
14-13-26-24-23-35-34-46-45-43-56
Madrugada solo
63-65-66-63-55-53-66-65-66
63-65-66-63-55-53-66-65
65-66-53-53-55-56-53-45-43-56-55-56
53-55-56-53-45-43-56-55
33-32-30-44
63-65-66-63-55-53-66-65
65-66-53-53-55-56-53-45-43-56-55-56
53-55-56-53-45-43-56-55
33-32-30-44
63-65-66-63-55-53-66-65-66
63-65-66-63-55-53-66-65
65-66-53-53-55-56-53-45-43-56-55-56
53-55-56-53-45-43-56-55
33-32-30-44-43-41-40
Mercedita solo
37-38-39-28-17-112-110-18-110-18
110-18-110-112-18-17-18-17-18-17-18-110
17-210-17-210-17-210-17-18-210-17
17-18-18-17-17-18-18-210-210-18-18-210
18-18-17-17-18-18-17-17-210-210-28-28 2x
27-27-39
110-18-110-112-18-17-18-17-18-17-18-110
17-210-17-210-17-210-17-18-210-17
17-18-18-17-17-18-18-210-210-18-18-210
18-18-17-17-18-18-17-17-210-210-28-28 2x
27-27-39
Carreira de Campo solo
210/110 210/19 210/112
16-15-28-26-25-37
26-25-37-26-37-47
32-32-32-15-15-32-32-32-15-15
16-15-28-26-25-36-48-47
16-15-28-26-25-37
26-25-37-26-37-47
32-32-32-15-15-32-32-32-15-15
16-15-28-26-25-36-48-47
Milongão pra assoviar desencilhando solo
26-28-26-25-26-26
26-26-25-25-37-37-36
36-37-36-35-36-28
28-28-26-26-25-25-37
26-28-26-25--26-26
26-26-25-25-37-37
37-36-35-36
26-25-24-25
28-26-25-26
28-26-25-28-26
36-37-36-35-36-28
28-28-26-26-25-25-37
26-28-26-25--26-26
26-26-25-25-37-37
37-36-35-36
26-25-24-25
28-26-25-26
28-26-25-28-26
Solo La campana
23 23 10 11 10 23 21 32 23 23 13 11 10 23 21 32 23 23 13 11 10 23 21 32 25 24 25 13 26 13 15 13 26 25 32 23
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Solo A moda Martin Fierro
412 112 114 411 110 112 49 19 110 junto[37 26 17]19 110 19 17 15 A7 410 110 112 49 19 110 48 17 19 junto [35 24 15]10 20
Por: Alessandro Guterres
Por: Alessandro Guterres
solo Milonga abaixo de mau tempo
21 13 13 11 10 20 13 13 11 10 22 15 15 15 15 17 18 17 15 13 13 11 10 10 11 23 21 20
Por Alessandro Guterres
Por Alessandro Guterres
Em Todos Os SentidosPirisca Grecco
Em B7 Em Am Em B7 Em A Em A Em
Meus olhos sabem dizer o que estou sentindo
B7
E o silêncio dos meus lábios é parceiro dos ouvidos
Que absorvem as palavras mal medidas
Em
Às vezes ditas sem querer ou sem motivo
Presto atenção, escuto muito e pouco falo
E7 Am
Quando me calo é que aprendo o que preciso
Em
Sigo aos pouquinhos entendo o sentimento
B7 Em
Que junto ao tempo correm todos os sentidos
B7
(Toda quietude revela sabedoria
Em
Não tem valia a pretensão de se dizer
D7
Pois cada um melhora um pouco a cada dia
G
E a gente sempre vai ter coisas pra aprender
Am
Se nessa vida, uma palavra mal medida
Em
É sempre um ponto de partida pra se pôr tudo a perder
B7
Bem ao contrário, a vivência nos ensina
Em
Se ver no espelho é dar asas ao saber
B7 Em
Vai comigo pela estrada
B7 Em
Todo o pranto e todo o riso
B7 Em Bis
A emoção de peito aberto
B7 Em
Corre em todos os sentidos)
Int.
Meus lábios sábios dão lugar aos meus ouvidos
B7
Feito aprendizes, sabem quando se calar
Pois vem dos braços todo esforço que preciso
Em
Está nos olhos o que tenho que falar
Para entender o que absorvem meus ouvidos
E7 Am
Mirem no fundo da expressão do meu olhar
Em
Já que a experiência corre em todos os sentidos
B7 Em
Me paro quieto e convido o coração pra conversar
( )
Meus olhos sabem dizer o que estou sentindo
B7
E o silêncio dos meus lábios é parceiro dos ouvidos
Que absorvem as palavras mal medidas
Em
Às vezes ditas sem querer ou sem motivo
Presto atenção, escuto muito e pouco falo
E7 Am
Quando me calo é que aprendo o que preciso
Em
Sigo aos pouquinhos entendo o sentimento
B7 Em
Que junto ao tempo correm todos os sentidos
B7
(Toda quietude revela sabedoria
Em
Não tem valia a pretensão de se dizer
D7
Pois cada um melhora um pouco a cada dia
G
E a gente sempre vai ter coisas pra aprender
Am
Se nessa vida, uma palavra mal medida
Em
É sempre um ponto de partida pra se pôr tudo a perder
B7
Bem ao contrário, a vivência nos ensina
Em
Se ver no espelho é dar asas ao saber
B7 Em
Vai comigo pela estrada
B7 Em
Todo o pranto e todo o riso
B7 Em Bis
A emoção de peito aberto
B7 Em
Corre em todos os sentidos)
Int.
Meus lábios sábios dão lugar aos meus ouvidos
B7
Feito aprendizes, sabem quando se calar
Pois vem dos braços todo esforço que preciso
Em
Está nos olhos o que tenho que falar
Para entender o que absorvem meus ouvidos
E7 Am
Mirem no fundo da expressão do meu olhar
Em
Já que a experiência corre em todos os sentidos
B7 Em
Me paro quieto e convido o coração pra conversar
( )
Do Fundo da AlmaNeto Fagundes
C B7 Em
D C B7
(A lágrima que por engano entristece o canto
F#m7(b5)
Que em outros tantos faz de um quebranto
B7 Em
Parelha e canga sem machucar
D C B7
No fundo ri da minha cara, encendeia a alma
F#m7(b5)
Fazendo farra, arrumando a sala
B7 Em
Quando a saudade vem conversar
D7 G
Um dia quem sabe, me sirva um mate longe de casa
D7 G
Talvez posadas, ao entardecer
G#º Am7 D7 G
/Onde houver um rio, um sapucai, uma cordeona
C F#m7(b5) B7 Em Bis
Um guitarreiro, hay, por inteiro, um chamamé)
Int. ( )
C B7 Em D
A lágrima trouxe consigo amigos
C B7 Em D
Me encharcou o rosto e tirou retrato
C B7 Em D
Me chamou de louco entre um tanto, um rango, uns livros
C B7 Em
O troço é o destino ir tocando o gado
D C#º C B7 Em
Que eu virei o barco mas voltei a nado
Int. D7 G D7 G B7 Em Am B7 Em / /
D C B7
(A lágrima que por engano entristece o canto
F#m7(b5)
Que em outros tantos faz de um quebranto
B7 Em
Parelha e canga sem machucar
D C B7
No fundo ri da minha cara, encendeia a alma
F#m7(b5)
Fazendo farra, arrumando a sala
B7 Em
Quando a saudade vem conversar
D7 G
Um dia quem sabe, me sirva um mate longe de casa
D7 G
Talvez posadas, ao entardecer
G#º Am7 D7 G
/Onde houver um rio, um sapucai, uma cordeona
C F#m7(b5) B7 Em Bis
Um guitarreiro, hay, por inteiro, um chamamé)
Int. ( )
C B7 Em D
A lágrima trouxe consigo amigos
C B7 Em D
Me encharcou o rosto e tirou retrato
C B7 Em D
Me chamou de louco entre um tanto, um rango, uns livros
C B7 Em
O troço é o destino ir tocando o gado
D C#º C B7 Em
Que eu virei o barco mas voltei a nado
Int. D7 G D7 G B7 Em Am B7 Em / /
Madrugadas Gavionas Cristiano Quevedo
G G7 C Bm7 Am7 D7 G D7 G G7 C Bm7 Bbm7 Am7 D7 G D7
G Am7
Mirei a última estrela, quando já clareava o dia
D7 G
Entre gaitas poesia e guitarreiros da fronteira
B7 Em G
Ou de minha alma guerreira, retornara à querência
D7 G
Pra beber a própria essência da velha pátria campeira Bis
G7 C G
(Ah, meu Rio Grande crioulo, de guitarras e cordeonas
Bm7 Bbm7 Am7 D7 G Bis
Canto tropas e potreadas nas madrugadas gavionas)
Int.
G Am7
Mirei a última estrela, emponchado de telurismo
D7 G
Ouvi a voz do atavismo da pátria mãe que nos chama
B7 Em G
Pra neste fim de semana, reverenciar a cultura
D7 G
Num manancial que emoldura a casta chucra aragana Bis
( ) Int.
G Am7
Por certo vou continuar, a mirar a última estrela
D7 G
Esta luz guia sinuela de tropeiros e andantes
B7 Em G
E quem é que nos garante que este astro fogoneiro
D7 G
Não é um fogão fronteiro, dos que já foram antes Bis
( ) ( ) Int. Cm G D7 G
G Am7
Mirei a última estrela, quando já clareava o dia
D7 G
Entre gaitas poesia e guitarreiros da fronteira
B7 Em G
Ou de minha alma guerreira, retornara à querência
D7 G
Pra beber a própria essência da velha pátria campeira Bis
G7 C G
(Ah, meu Rio Grande crioulo, de guitarras e cordeonas
Bm7 Bbm7 Am7 D7 G Bis
Canto tropas e potreadas nas madrugadas gavionas)
Int.
G Am7
Mirei a última estrela, emponchado de telurismo
D7 G
Ouvi a voz do atavismo da pátria mãe que nos chama
B7 Em G
Pra neste fim de semana, reverenciar a cultura
D7 G
Num manancial que emoldura a casta chucra aragana Bis
( ) Int.
G Am7
Por certo vou continuar, a mirar a última estrela
D7 G
Esta luz guia sinuela de tropeiros e andantes
B7 Em G
E quem é que nos garante que este astro fogoneiro
D7 G
Não é um fogão fronteiro, dos que já foram antes Bis
( ) ( ) Int. Cm G D7 G
Por Um Abraço Jairo Fernandes Lambari
C7M F7M C7M F7M C7M F#m7(b5) B7 Em7 A7 Dm7 Fm6 C7M
C7M F7M
Deu saudade minha linda, deu saudade
C7M F7M
Pra dizer bem a verdade foi assim,
Dm7 F/G G7(9)
Era tarde e o meu rancho por solito
F7M F/G G7(9)
Te encontrou nesta lembrança, junto a mim
Dm7 F/G G7(9)
Repontou saudades doces feito um beijo
Em7 A7(11) A7
Num destino mais amargo que ela tem
Dm7 F/G G7(9)
Quem me dera esse mate em outra tarde
F7M F/G G7(9) C7M Gm7 C7(9)
Tomar um e alcançar outro a alguém
F7M G7
(Só depois que desencilho o dia acalma
Em7 A7(11) A7
Nas quietudes costumeiras da querência
Dm7 G7
Nos teus olhos cor de noite domingueira
Gm7 C7(9)
Me transporto e conto os dias desta ausência
F7M G7
Mês passado minha linda, tu bem sabes
Em7 A7(11) A7
Um temporal encheu o passo da cruzada
Dm7 G7
E o gateado que não sabe o que é saudade
Gm7 C7(9) F7M C7M
Por cismado nao cruzou o vau da estrada)
Int.
C7M F7M
Eu aqui entre os mates faço um versos
C7M F7M
Desses largos pra enganar a solidão
Dm7 F/G G7(9)
Porque a alma tem razões desconhecidas
F7M F/G G7(9)
Que nos fazem ser por vezes, coração.
Dm7 F/G G7(9)
Quem sabe o tempo soberano das esperas
Em7 A7(11) A7
Fim do mês nao abra o céu e eu cruzo o passo
Dm7 F/G G7(9)
Pra matear num fim de tarde no teu rancho
F7M F/G G7(9) C7M Gm7 C7(9)
Tocar ausências assim, por um abraço
( ) Int
C7M F7M
Deu saudade minha linda, deu saudade
C7M F7M
Pra dizer bem a verdade foi assim,
Dm7 F/G G7(9)
Era tarde e o meu rancho por solito
F7M F/G G7(9)
Te encontrou nesta lembrança, junto a mim
Dm7 F/G G7(9)
Repontou saudades doces feito um beijo
Em7 A7(11) A7
Num destino mais amargo que ela tem
Dm7 F/G G7(9)
Quem me dera esse mate em outra tarde
F7M F/G G7(9) C7M Gm7 C7(9)
Tomar um e alcançar outro a alguém
F7M G7
(Só depois que desencilho o dia acalma
Em7 A7(11) A7
Nas quietudes costumeiras da querência
Dm7 G7
Nos teus olhos cor de noite domingueira
Gm7 C7(9)
Me transporto e conto os dias desta ausência
F7M G7
Mês passado minha linda, tu bem sabes
Em7 A7(11) A7
Um temporal encheu o passo da cruzada
Dm7 G7
E o gateado que não sabe o que é saudade
Gm7 C7(9) F7M C7M
Por cismado nao cruzou o vau da estrada)
Int.
C7M F7M
Eu aqui entre os mates faço um versos
C7M F7M
Desses largos pra enganar a solidão
Dm7 F/G G7(9)
Porque a alma tem razões desconhecidas
F7M F/G G7(9)
Que nos fazem ser por vezes, coração.
Dm7 F/G G7(9)
Quem sabe o tempo soberano das esperas
Em7 A7(11) A7
Fim do mês nao abra o céu e eu cruzo o passo
Dm7 F/G G7(9)
Pra matear num fim de tarde no teu rancho
F7M F/G G7(9) C7M Gm7 C7(9)
Tocar ausências assim, por um abraço
( ) Int
Rui Carlos Ávila - Se o Amor Anda Distante...
E7M(9)
Quando o silêncio se arranchar junto de mim
B/G# A#/G
Nestes confins, onde a saudade fez morada
A/F#
Lua timbrada no sossego das alturas
A9 B9
Cevando um mate pra sorver a madrugada
A9 B/G# A/F#
Quem traz distância nas retinas estradeiras
B9 E7M(9)
Abre porteiras quando a dor da solidão
A9 B/G# A/F#
Vara o galpão e contamina quem mateia
B9 E7M(9) D6/9
Tecendo a teia que enredou meu coração
A9 B/A
Se o amor anda distante dos limites do lugar
B/G# G#dim
E só em sonhos minha mão te alcança um mate
C#7 A/F# B9
Sei que renasce nas flores que hão de ficar
Bm7 D6/9 Bm11
Dentro do rancho, perfumando o nosso catre
A9 B/A
Se o amor anda distante dos limites do lugar
B/G# G#dim
E só em sonhos minha mão te alcança um mate
C#7 A/F# B9
Sei que renasce nas flores que hão de ficar
A9 B9 E7M(9)
Dentro do rancho, perfumando o nosso catre
( A9 B/A B/G# C#(b9) C#7 A/F# B9 E7M(9) )
E7M(9)
Quem sabe um verso que pousou na flor vermelha
B/G# A#/G
Siga as abelhas e consiga te encontrar
A/F#
Pra te falar da dor do amor que alucina
A9 B9
Na triste rima de quem vive a te esperar
A9 B/G# A/F#
E se meu verso não puder te convencer
B9 E7M(9)
E o teu silêncio for resposta pra esta ausência
A9 B/G# A/F#
Tenhas certeza que as flores da primavera
B9 E7M(9) D6/9
Serão mais belas se voltares pra querência
A9 B/A
Se o amor anda distante dos limites do lugar
B/G# G#dim
E só em sonhos minha mão te alcança um mate
C#7 A/F# B9
Sei que renasce nas flores que hão de ficar
Bm7 D6/9 Bm11
Dentro do rancho, perfumando o nosso catre
A9 B/A
Se o amor anda distante dos limites do lugar
B/G# G#dim
E só em sonhos minha mão te alcança um mate
C#7 A/F# B9
Sei que renasce nas flores que hão de ficar
A9 B9 B7 E7M(9) E
Dentro do rancho, perfumando o nosso catre
Vai Coração Jairo Lambari Fernandes
C7M Bm B° E7 Am7 C D7
G
A noite cai...
D/F# B°
E eu busco no silêncio do galpão
E7 Am
Perdido num olhar, além de nós
C D7
Num mate que jujei de solidão...
G
Vivendo assim...
D/F# B°
Na ausência dos teus braços, coração
E7 Am
Lembrando o doce que teus lábios têm
C D7
Pedindo pra compor essa canção...
C7M
Vai coração...
Bm B°
E leva o meu silêncio aonde ela está
E7 Am
E diga a dor que trago no olhar
C D7
Das noites que mateei com a solidão...
C7M
Diz coração...
Bm B°
Que eu já limpei o rancho e o jardim
E7 Am
E as flores anunciam o teu sim...
D7 C7M Bm Am D7
Pra um mate que sevei de... coração...
Em Bm
Diz ainda, coração...
C
Que apesar da solidão
Bm
Meus silêncios são de espera
Am
Que o florir da primavera
D7
Traga a flor do meu rincão...
B7 Em
E se acaso, coração...
Bm
A resposta for um não...
C
Vor ser mais que o corredor...
Am
Vou morrer por ser amor...
D7 C7M Bm Am7 D7
Por ser alma e solidão...
G D/F# B° E7 Am Am7
e|--7-----7-10-8-7--------7-8-7-----------------------------7-8--7-8-10-8-10-12--||
B|------8-----------10-10-------10-9----------7-8----7-8-10----------------------||
G|----9---------------------------------5-7-9-----9------------------------------||
D|------------------------------------9------------------------------------------||
A|-------------------------------------------------------------------------------||
E|-------------------------------------------------------------------------------||
C7M Bm B° E7 Am7 C D7
Vai coração...
Diz coração...
Diz ainda, coração...
E se acaso, coração...
G
A noite cai...
D/F# B°
E eu busco no silêncio do galpão
E7 Am
Perdido num olhar, além de nós
C D7
Num mate que jujei de solidão...
G
Vivendo assim...
D/F# B°
Na ausência dos teus braços, coração
E7 Am
Lembrando o doce que teus lábios têm
C D7
Pedindo pra compor essa canção...
C7M
Vai coração...
Bm B°
E leva o meu silêncio aonde ela está
E7 Am
E diga a dor que trago no olhar
C D7
Das noites que mateei com a solidão...
C7M
Diz coração...
Bm B°
Que eu já limpei o rancho e o jardim
E7 Am
E as flores anunciam o teu sim...
D7 C7M Bm Am D7
Pra um mate que sevei de... coração...
Em Bm
Diz ainda, coração...
C
Que apesar da solidão
Bm
Meus silêncios são de espera
Am
Que o florir da primavera
D7
Traga a flor do meu rincão...
B7 Em
E se acaso, coração...
Bm
A resposta for um não...
C
Vor ser mais que o corredor...
Am
Vou morrer por ser amor...
D7 C7M Bm Am7 D7
Por ser alma e solidão...
G D/F# B° E7 Am Am7
e|--7-----7-10-8-7--------7-8-7-----------------------------7-8--7-8-10-8-10-12--||
B|------8-----------10-10-------10-9----------7-8----7-8-10----------------------||
G|----9---------------------------------5-7-9-----9------------------------------||
D|------------------------------------9------------------------------------------||
A|-------------------------------------------------------------------------------||
E|-------------------------------------------------------------------------------||
C7M Bm B° E7 Am7 C D7
Vai coração...
Diz coração...
Diz ainda, coração...
E se acaso, coração...
Vento Norte
A7M Bm7 E7 A7M
A7M C#m7 Bbº Bm7
Tal qual fole de uma forja sopra o fogo das cambonas
Bm/A E7 G#7 C#m7 E7
E nas frinchas dos galpões entoa vozes de cordeonas
A7M C#m7 Bbº Bm7
Te chamam vento aragano conhecedor de caminhos
Bm/A E7 G#7 C#m7 E7
Mas a terra da alegria é tua morada é teu ninho
A7M E/G# Em/G D/F#
Se um dia eu pudesse ter a força que tem o ventos
Fº A E7 A7M
Iria varrer dos pagos tantos descontentamentos
A7 D Fº A
Vai chover daqui três dias previsão que ninguém erra
F#m Bm7 E7 A4 A
Pois chegou o vento norte rebojando ao pé da serra
A7 D Fº A
Trouxe em seu canto campeiro a estridência das cigarras
F#m Bm7 E7 Dº A7M
Bordoneando no alambrado melodias de guitarras
Bm7 E7 Bm7 E7 A7M
Sopra forte vento norte antes que esta chuva caia
Bm7 E7 Bm7 E7 A7M
Quero ver a chinoquinha segurar a sua saia
Int.
A7M C#m7 Bbº Bm7
Tal qual fole de uma forja sopra o fogo das cambonas
Bm/A E7 G#7 C#m7 E7
E nas frinchas dos galpões entoa vozes de cordeonas
A7M C#m7 Bbº Bm7
Te chamam vento aragano conhecedor de caminhos
Bm/A E7 G#7 C#m7 E7
Mas a terra da alegria é tua morada é teu ninho
A7M E/G# Em/G D/F#
Se um dia eu pudesse ter a força que tem o ventos
Fº A E7 A7M
Iria varrer dos pagos tantos descontentamentos
A7 D Fº A
Vai chover daqui três dias previsão que ninguém erra
F#m Bm7 E7 A4 A
Pois chegou o vento norte rebojando ao pé da serra
A7 D Fº A
Trouxe em seu canto campeiro a estridência das cigarras
F#m Bm7 E7 Dº A7M
Bordoneando no alambrado melodias de guitarras
Bm7 E7 Bm7 E7 A7M
Sopra forte vento norte antes que esta chuva caia
Bm7 E7 Bm7 E7 A7M
Quero ver a chinoquinha segurar a sua saia
Int.
Romance de Lua e Estrada Lisandro Amaral
E
Por pachola espiei a sombra
Quando cheguei bem montado
Num redomao colorado
__________________B7
Melhor bagual da tropilha
A
A lua feito rodilha
_________________E
Acendeu sobre a janela
____________________B7
De um rancho jardim pra ela
_________________E
Minha flor de macanilha
_______________________B7
Num gritito em buenas nooites
__________________E
Me de permisso patrão
__________________B7
Quero atar meu redomão
_______________E
E rever a chamarrita
_______________(B7)_A
Chinoquinha mais bonita
___________________E
Que roubou meu coração
Aos olhos da mesma lua, domingo santo de maio
Galopeava um potro baio no rastro de um vaga-lume
E a lua sentiu ciúme, pois deixei de olhar pra ela
Quado vi frente a janela, teu corpo em flor e perfume
Desde então, lua me segue com olhar de mae antiga
Sabe todas as cantigas que assovio na estrada
Direito ao rancho da amada, que eu estendo os redomão
E dou água ao coração na boca da madrugada
E
Desde então, lua me segue
Com olhar de mãe antiga
Sabe todas as cantigas
________________B7
Que assovio na estrada
A
Direito ao rancho da amada
____________________E
Que eu estendo os redomão
________________B7
E dou água ao coração
_________________E
Na boca da madrugada
___________________B7
De volta sobre os pelegos
_________________E
Sereno no meu chapeu
____________________B7
Por riba um poncho de ceu
___________________E
Alma imensa de minuano
__________________(B7)_A
Solto uns versos pro aureliano
_______________E
Bem no jeito do Noel
Quando cheguei bem montado
Num redomao colorado
__________________B7
Melhor bagual da tropilha
A
A lua feito rodilha
_________________E
Acendeu sobre a janela
____________________B7
De um rancho jardim pra ela
_________________E
Minha flor de macanilha
_______________________B7
Num gritito em buenas nooites
__________________E
Me de permisso patrão
__________________B7
Quero atar meu redomão
_______________E
E rever a chamarrita
_______________(B7)_A
Chinoquinha mais bonita
___________________E
Que roubou meu coração
Aos olhos da mesma lua, domingo santo de maio
Galopeava um potro baio no rastro de um vaga-lume
E a lua sentiu ciúme, pois deixei de olhar pra ela
Quado vi frente a janela, teu corpo em flor e perfume
Desde então, lua me segue com olhar de mae antiga
Sabe todas as cantigas que assovio na estrada
Direito ao rancho da amada, que eu estendo os redomão
E dou água ao coração na boca da madrugada
E
Desde então, lua me segue
Com olhar de mãe antiga
Sabe todas as cantigas
________________B7
Que assovio na estrada
A
Direito ao rancho da amada
____________________E
Que eu estendo os redomão
________________B7
E dou água ao coração
_________________E
Na boca da madrugada
___________________B7
De volta sobre os pelegos
_________________E
Sereno no meu chapeu
____________________B7
Por riba um poncho de ceu
___________________E
Alma imensa de minuano
__________________(B7)_A
Solto uns versos pro aureliano
_______________E
Bem no jeito do Noel
Soy el chamamé Shana Müller
"Soy el chamamé, la tierra sin mal
Déjame cantar en tu corazón
Quiero ver la luz de tu libertad
E después volar, en el resplandor de tu Sapucay"
E F#° E
Pude ver cuando el ayer
B7
Era un estertor lejano
F#m F#m7
que nacía en Yapeyu
A B7 E
Caserío Yo soy tu hermano
E F#° E
No hay destierro para mi
B7
Soy el sol de nuestra gente
F#m F#m7
El arraigo e la pasión
A B7 E
Soy el alma de corrientes
E B7
Soy el chamamé la tierra sin mal
A
Déjame cantar en tu corazón
B7
Quiero ver la luz de tu libertad
E
E después volar
B7
En el resplandor
A ( A B7 E )
De tu Sapucay
E F#° E B7
Soy che amigo pueblo y te que retoza en la bailanta
F#m F#m7 A B7 E
Un relámpago de amor soy tu corazón que canta
F#° E B7
No hay destierro para mi soy el sol de nuestra gente
F#m F#m7 A B7 E
Del arraigo y la pasión soy el alma de Corrientes
E B7
Sou o chamamé a terra sem mal
A
Deixa-me cantar em teu coração
B7
Quero ver a luz de o teu libertar e
E B7 E
Depois voar pelo resplendor do teu sapucay
Alma chamamecera Shana Müller
F#7 Bm B7 Em F#7 Bm Am7 G7+ c° F#7 Bm B7 Em F#7 Bm
Minha alma chamamecera
C#°
Solfeja notas em assovio
F#7
E eu perco a noção das horas
Bm
Ponteando o pinho em noites de frio.
Saudades da terra boa,
C#°
Cheiro de mato, costa de rio
F#7
É a tristeza que se achega
Bm
Chaira sua faca, aumentando o fio.
F#°
Por que será que se parte?
B7 Em
Por quantas vezes me perguntei
A7
Ganhei o mundão por diante
D7+ A/C
Buscando os sonhos que inventei
Bm
É preciso andejar muito
C#°
Pra descobrir o que agora sei
F#7
Coisas que tinham valor
Bm
Com o passar do tempo, hoje já não tem.
F#°
É estranho esse sentimento
B7 Em
De amor profundo por nosso chão
A7
Fica guardado no peito
D7+ A/C
Bem lá no fundo do coração
Bm
E quando menos se espera
C#°
Vem desaguar na foz da emoção
F#7
Vem me sofrenando a alma
Bm
E a saudade cobra recordação.
Bm A G F#7
O rio dos olhos se inunda
Bm
Sai do seu leito, campo afora vai
F#7
Levando tudo por diante
Bm
Feito as enchentes do Uruguai
B7 Em
Um verso amigo se achega
F#7 Bm
Pra enxugar o pranto que do rosto cai
C#°
O peito transborda mágoa
F#7 Bm
E a garganta arde num sapucaí.
Minha alma chamamecera
C#°
Solfeja notas em assovio
F#7
E eu perco a noção das horas
Bm
Ponteando o pinho em noites de frio.
Saudades da terra boa,
C#°
Cheiro de mato, costa de rio
F#7
É a tristeza que se achega
Bm
Chaira sua faca, aumentando o fio.
F#°
Por que será que se parte?
B7 Em
Por quantas vezes me perguntei
A7
Ganhei o mundão por diante
D7+ A/C
Buscando os sonhos que inventei
Bm
É preciso andejar muito
C#°
Pra descobrir o que agora sei
F#7
Coisas que tinham valor
Bm
Com o passar do tempo, hoje já não tem.
F#°
É estranho esse sentimento
B7 Em
De amor profundo por nosso chão
A7
Fica guardado no peito
D7+ A/C
Bem lá no fundo do coração
Bm
E quando menos se espera
C#°
Vem desaguar na foz da emoção
F#7
Vem me sofrenando a alma
Bm
E a saudade cobra recordação.
Bm A G F#7
O rio dos olhos se inunda
Bm
Sai do seu leito, campo afora vai
F#7
Levando tudo por diante
Bm
Feito as enchentes do Uruguai
B7 Em
Um verso amigo se achega
F#7 Bm
Pra enxugar o pranto que do rosto cai
C#°
O peito transborda mágoa
F#7 Bm
E a garganta arde num sapucaí.
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