segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Deixa Pra Mim - Mauro Moraes - Cifra
Intro. 49-48-49-28-39-49-28-39
49-48-49-27-38-49-27-3849-48-49-27-38-49-27-38
49-48-49-28-39-49-28-39
49-48-49-28-39-49-28-39
49-48-49-28-39-49-39
17-18-210-17-28-210
27-28-39-27-38-39
410-38-49-47-510
Em B7
Égua veiaca uma bragada que me deram
Em
Em
Mandava basto num corcóveo distorcido
B7
B7
E meu ponchito perfumado de morena
Em
Em
Linda açucena deste rincão florecido
E7 Am
Numa estanzuela de fronteira num domingo
B7 Em
B7 Em
Me vinha vindo dum bailezito entroncado
B7
B7
Do corredor já enxerguei o movimento
Em
Em
cento por cento e um palanque bem clavado
B7 Em
Pedi licença e apeei no parapeito porque
B7 Em
B7 Em
O respeito faz a vida mais comprida
B7 Em
B7 Em
E num saludo despachado a moda antiga
B7 Am G B7 Em
B7 Am G B7 Em
A gente amiga, macanuda e devertida
Em B7 Em
(Deixa pra mim que a vida enfim me deu bolada
B7 Em
E eu venho zonzo de cordeona e de guitarra
B7 Em
Deixa pra mim que a vida é assim nas gauchada
B7 Am G B7 Em
B7 Am G B7 Em
E eu sou mais eu depois que aperto as garras)
Em B7
O estancieiro, um castiano buenachão
Em
Em
Um calavera na lida da gineteada
B7
B7
Achava lindo entreter o vizindário
Em
Em
Com encenario de matrera y reservada!
Por: Jonathan Villagran
Guitarreiro para um guitarrista - Os Posteiros- Cifra
Int. Am E7 Am E7 Am
50-42-32-21-20-32-50-42-32-21-20-32
52-40-31-20-32-31-52-40-31-20-32-31
65-30-20-10-26-25
65-30-20-18-17-15
57-37-29-17-210-19
32-43-42-40-53-52-50
50-53-42-43-42-50-53-42-43-42
Dm
52-40-31-20-32-31-52-40-31-20-32-31
65-30-20-10-26-25
65-30-20-18-17-15
57-37-29-17-210-19
32-43-42-40-53-52-50
50-53-42-43-42-50-53-42-43-42
Dm
Quando abraça sua guitarra
G7 C
G7 C
E desempenha seu solo
Am E7
Am E7
O guitarrista parece
Am
Am
A mãe com o filho no colo
Dm
Quando ele fecha os olhos
G7 C
Nos prodígios de seu dom
Am E7
Viaja pra dentro de si
Am
Navega em ondas de som
E7
(Tamborilando as cordas
Am
O guitarrista pampeano
G7
Dá ares de quem acorda
C
Mulher amada do sono
Am E7
É o braço da guitarra
Am
Dm
Quando ele fecha os olhos
G7 C
Nos prodígios de seu dom
Am E7
Viaja pra dentro de si
Am
Navega em ondas de som
E7
(Tamborilando as cordas
Am
O guitarrista pampeano
G7
Dá ares de quem acorda
C
Mulher amada do sono
Am E7
É o braço da guitarra
Am
Cancha de penca em trilhos
E7
E7
Os dedos do guitarrista:
Am
Am
Zaino, alazão e tordilhos)
Dm
Nem as aves migratórias
G7 C
Em sua viagem imprevista
Am E7
Dm
Nem as aves migratórias
G7 C
Em sua viagem imprevista
Am E7
Têm nas asas a destreza
Am
Am
Que há nas mãos do guitarrista
E7
Toda guitarra é um viveiro
Am
De ida e volta é o caminho
G7
Nas asas ágeis do aplauso
C
As aves voltam ao ninho
Am E7
Nas asas ágeis do aplauso
Am
As aves voltam ao ninho
E7
Nas asas ágeis do aplauso
Am
As aves voltam ao ninho...
Intro. do meio: Am Dm G7 C Am G F E7 Am
[ ] Final Am
E7
Toda guitarra é um viveiro
Am
De ida e volta é o caminho
G7
Nas asas ágeis do aplauso
C
As aves voltam ao ninho
Am E7
Nas asas ágeis do aplauso
Am
As aves voltam ao ninho
E7
Nas asas ágeis do aplauso
Am
As aves voltam ao ninho...
Intro. do meio: Am Dm G7 C Am G F E7 Am
[ ] Final Am
Por: Jonathan Villagran
Tropa de Osso - Luiz Carlos Borges- Cifra
Intro. 49-28-47-27-45-25-44-24
44/44-45/45-47/47
410-210-49/28-47/27-49/28
410-210-49/28-47/27-49/28
39-28-17-18-17
49-28-47-27-45-25-44-24-42-21-40-20-44-24
39-28-17-18-17
39-28-17-18-17-112
49-28-47-27-45-25-44-24-42-21-40-20-44-24
39-28-17-18-17
39-28-17-18-17-112
Eº
De vez em quando no horizonte do passado
B7 Em
Surge uma nuvem de lembranças andarilhas
Vai repontando para dentro do meu peito
B7 Em
A minha infância com seus ossos em tropilhas
E7 Am
Tinha mangueira, companheiro, bem cuidado
D7 G B7
Tinha piquetes e um campo onde invernava
Em F#7
A minha tropa era de puro pedigri
B7 E
Toda de ossos descarnados que campeava
F#m
(Gado de osso, que foi parte do meu mundo
B7 E
Carro de lomba e trator de corticeira
F#m
Com meu bodoque e um banho no açude
B7 E (Em) Bis
Foram da infância, minha vida verdadeira)
Eº
Tropa de osso, quem não teve quando piá
B7 Em
Ou não foi piá ou não viveu como nós outros
Como era lindo a gurizada se entretendo
B7 Em
Com os ossitos que eram bois, ovelhas, potros
E7 Am
Noutras andanças topa as vezes nos meus sonhos
D7 G B7
Por um estreito corredor feito esperança
Em F#7
Algumas vezes sou tropeiro, outras sou tropa
B7 E
Mas sempre guardo os bois de osso na lembrança/
Por: Jonathan Villagran
Rincão dos Touros -- Solo---
Intro.
410-49-37-39-37-49-37-37
412-110-412-110-410/18-410/18
412-110-412-110-49/17-49/17
412/110-412/110-414/112-412/110-410/18-412/110-412/110-412/110
410/18-410/18-49/17-49/17-47/15-47/15-45/13-45/13
410-49-37-39-412/110-410/18-49/17-412/110-412/110
412-110-412-110-410/18-410/18
412-110-412-110-49/17-49/17
412/110-412/110-414/112-412/110-410/18-412/110-412/110-412/110
410/18-410/18-49/17-49/17-47/15-47/15-45/13-45/13
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Regulamento do 5° Canto Missioneiro
Regulamento do 4° canto piá
inscrições até 03 de março 2012, As inscrições também poderão ser feitas através do e-mail: culturasa@bol.com.br
inscrições até 03 de março 2012, As inscrições também poderão ser feitas através do e-mail: culturasa@bol.com.br
Por respeito ao Domador - Jairo "Lambari" Fernandes Cifra
Introdução:
29-29-49-29-49-29-47/27-27-47-46/25-46-25-42/22-22-42-44/24-44-24-46/25-48/27-44/24-42/22 E
57/46-59/47-57/48 A
65/36-64/34-62/42 E
29-29-49-29-49-29-47/27-27-47-46/25-46-25-42/22-22-42-44/24-44-24-46/25-48/27-44/24-42/22 E
57/46-59/47-57/48 A
65/36-64/34-62/42 E
E
Amanheceu a querência
B7
Num silêncio absoluto
A
E o rincão veste luto
(50-51-52)
B7 E
Por respeito ao domador
(60/31-62/32-64/34-66/36)
A
O picaço se perdeu
B7
E o poliango vinha no laço
A F#m
Três negros no mesmo espaço
B7
E a negra morte acampou
(25-24-34-36)
A G#m
Se quedou numa rodada
A
Dessas que a vida atropela
(25-24-34-32)
F#m F#-/E
Ao tranco varou a acancela
B7
E da vida se apeiou
A
Três negros no mesmo espaço
E Cº
E a negra morte acampou
(53-41-32-21-12)
Refrão:
C#m
"Quem visse o negro domando
G#m
Lidando com corda e potro
A F#m
Um chucro domando outro
B7
Dois touros num só rodeio
(34-24-12-15-13-12-17-25)
C#m
Repassou ensinamentos
G#m
Desde o cabresto ao bocal
A F#m
Invidado nos recaus
B7
Mestre na lida do freio
E
Lida do freio"
Introdução:
final(32-31-43-35)
E
Quando tiro a passarinha
B7
De um potro q aceita o freio
A
E cruzo rangindo arreio
(50-51-52)
B7 E
Donde plantaram tua cruz
(60/31-62/32-64/34-66/36)
A
Vejo o pago que traduz
B7
A tua história contada
A F#m
Na boca da cavalhada
B7
Pelos mansos da minha pampa
(25-24-34-36)
A G#m
Feito um quadro que se estampa
A
O picaço das encilha
(25-24-34-32)
F#m F#-/E
Segue adornando as flexilhas
B7
Pastando em volta da campa
A
Na boca da cavalhada
E
Pelos mansos da minha pampa
Recitado:
cada um tem sua sina
carrego a de cantador
a tua de domador
transcreveu para as barbelas
a minha eu trago na goela
e que a terra lhe seja leve
nessas horas de percebe
cantando as coisas da lida
que o que se leva da vida
é a história que a gente escreve
Por: Jonathan Villagran
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Vitória régia - Solo
Introdução:
42-32-20-21-20-32-42
43-32-20-21-20-32-43
30-20-21-23-21-20-30
32-20-21-23-10-11-10
11-10-10-24-23
10-23-23-21-21
42-32-20-21-20-32-21-20-32-20-32-31-32
Por: Jonathan Villagran
Puente Pessoa -Cenair Maicá- Cifra
Intro. Am G F E7 Am E7 Am G F E7 Am E7 Am G7 C
G7 C
Te recordas chinita do lugar tão lindo onde eu te beijei
G7 C
Estasiado em teus lábios tu me repetias não te esquecerei
C7 F Fm C
Tarde linda de sol testemunha de amor
G7 C
Neste lugar tão lindo amamos com alma esquecidos da dor
E7
Como estará
Am
Pelas enceadas dos velhos ervais
E7
Os jasmineiros e orquídeas em flor
Am
Onde cantos um semente um zorzal
Am G F E7
Quero voltar
Am
A contemplar o teu meigo olhar
E7
E que me beijes como eu te beijei
Am G7 C
Junto a sombra do jacarandá
G7 C
E este longo caminho que hoje o destino de ti me afastou
G7 C
Não poderá a distância vencer esta ânsia de unirmos nós dois
C7 F Fm C
Então cantarei noites lindas de amor
G7
A este céu divino céu continentino
C
Que a nós abraçou
Por: Jonathan Villagran
Versos De Toda Crina - Jari Terres - Cifra
VERSOS DE TODA CRINA
( C – G – C – Am – G – C – G – C – Am – G – C )
G
Trago na alma a essência de campeiro
C
Que desde a infância para mim foi profissão
Am
G
Domei tropilhas para senhores de estâncias
C
Dormindo em catres num recanto do galpão.
( C – G – C – Am – G – C – G – C – Am – G – C )
G
Não tenho estudo mal e mal assino nome
C
As pra cantar o pensamento se destrincha
Am G
Pois deus me deu alem do oficio de campeiro
C
Um peito forte que nem argola de cincha.
( C – G – C – Am – G – C – G – C – Am – G – C )
G
Quando me pedem pra cantar de pronto eu canto
C
Trago comigo dose braças de argumentos
Am G
Falo de tropas de cavalos e bochinchos
C
Versos crinudos que se trançam tento a tento.
( C – G – C – Am – G – C – G – C – Am – G – C )
G
Peço desculpa se meu linguajar campeiro
C
Não é do gosto de mocitos diplomados
Am
G
Mas fui criado mordendo oreia de potro
C
Nasci reiuno, raposeiro e abagualado.
( C – G – C – Am – G – C – G – C – Am – G – C )
G
Por isso eu peço ao capataz da estância grande
C
Pra entrar no céu eu mando um chasque nesse instante.
Am
G
Que não se assuste se acaso eu chegar gritando
C
Com uma tropilha de bagual solta por diante.
( G – C – Am – G – A – B –C )
Rincão Bonito - Jari Terres - Cifra
( E – C#7 – F#m – B7 – A – E - C#7 – F#m – B7 – E )
E
Rincão bonito, donde a eguada
arrasta o toso
B7
E o calavera baldoso com
câimbra de cantador...
F#m B7
De picardia, joga o jogo
porque gosta
Am B7 E
Com o “2” e o “4” de amostra abre o peito e
canta flor.
F#m B7 E
Rincão bonito, até o sogueiro
é veiaco
C#7 f#m B7 Bm B7
Mas tem gaúcho de fato na
trama e trenza do tento
A B7 G#m
Deixa que sente se o palanque
é costeador
C#7 F#m B7 E
Todos sabem o valor das
cordas de fundamento.
F#m B7 G#m C#m
Neste rincão de fronteira querência da gauchada
F#m B7 Bm E7
A donde por pataquada num corcoveo abrem cancela
A B7 G#m
E da-lhe boca so pra ver no campo a fora
C#7 F#m B7 E
Quem é que leva as espora mostrando a tala pra ela.
( E – C#7 – F#m – B7 – A – E - C#7 – F#m – B7 – E )
Rincão bonito, d’aquel
padrillo aporreado
E de índio diplomado no oficio
de alambrador
Golpeia um trago se o janeiro
vem caliente,
Segue batendo campante cadenciando
o socador.
Rincão bonito, da potrada
caborteira
E do índio que floreia a oito
baixos no galpão
De quando em vez em comercio
de carreira
Ou num canto da mangueira nas
tardes de marcação.
F#m B7 G#m C#m
Neste rincão de fronteira querência da gauchada
F#m B7 Bm E7
A donde por pataquada num corcoveo abrem cancela
A B7 G#m
E da-lhe boca so pra ver no campo a fora
C#7 F#m B7 Bm E7
Quem é que leva as espora mostrando a tala pra ela.
A B7 G#m
E da-lhe boca so pra ver no campo a fora
C#7 F#m B7 E
Quem é que leva as espora mostrando a tala pra ela.
( A –B7 – G#m – C#7- F#m – B7 – E )
Por: Edilberto Teixeira
Respeito - Jari Terres- Cifra
Apeio, peço licença,
E por milonga “abro” o peito;
Pra que conheçam cantando
Porque me chamo respeito...
Am
Vivo na trança do laço
F
Pela consciência do couro,
F#º
E entre argola e presilha
BØ E7
Sou o limite pra um touro;
Am
Quando no viço da cincha
F
Firmando o corpo o cavalo,
F#º
Ou junto à ‘boca’ da armada
BØ
E7
Que vem ’sorrindo’ pra um
pealo.
Dm
Venho ‘abraçado’ no pulso
G7
Nos mandos da mão campeira,
C
Quando ‘reparto’ meu mundo
Am
Entre o fiel e a soiteira;
BØ
Mais firme se algum matreiro
E7
Por suas razões se retrata,
F
Ou brando quando o motivo
BØ E7
Convida a ‘bater na marca’.
EØ A7
Dm E7 Am
Habito no olhar do antigo
Dm E7 Am
De quando estende sua mão
Dm G7 C
Pra o novo, que com carinho,
Dm G7 C
Num beijo pede benção;
Dm
Um manuscrito de vida
Am
Que o próprio tempo nos
lavra,
F
Antes de um fio de bigode
F#º E7
Sacramentar a palavra.
Dm G7 C F
Antes de um fio de bigode
BØ
E7 Am
Sacramentar a palavra. (2ªX)
Am
Durmo no instinto da faca
F
Por onde o medo se ‘aninha’,
F#º
Se me despertam com gana
BØ
E7
Do couro cru da bainha;
Am
E antes num aço de adaga
F
Já redobrei meu valor,
F#º
Quando nas mãos da coragem
BØ E7
Fiz ‘casa’ de um sangrador.
Dm
E junto ao ‘céu’ dum palanque
G
Frente à inocência dum potro,
C
Que teme os passos e a sombra
Am
De quem ‘golpeou’ tantos
outros;
BØ
Pela verdade no ofício
E7
Que o campo revela inteiro,
F
Pois num cavalo ‘de lei’
F#º E7
Sou eu bem junto ao campeiro.
E A7
Habito no olhar do antigo...
Me despeço por milonga
E alço a perna a meu jeito;
Que a todos mostrei cantando
Porque me chamo respeito...
Por: Edilberto Teixeira
Quando Golpeio Na Trança - Jari Terres - Cifra
A9 A7+
Um pealo de toda a trança
golpeou na costa do mato
A6 F#7 Bm
Depois que a armada do laço, buscou
de longe um matreiro
Bm7 E7
Campeiro contra campeiro,
ritual sagrado na pampa
Bm E7 A9 Esus
E uma silhueta de estampa, num
mormação de janeiro.
A9
Bm
O bocozito do arreio, da
velha bota campeira
E7
A9
Vai escutando as basteiras, no
tranco bueno do embalo
Bm
O couro mostra o passado, da
mescla de suor com poeira
E7
A9 Esus
E um barrito de mangueira,
quando metia o cavalo.
A9
C#m Cm Bm
Se queda cinchando o pingo, quando me apeio pra lida
E7 A9
E uma brazina sentida, por não costear seu terneiro
D
Com o relho faço um floreio, pra ver se ela se espanta
Dm G7 C F BØ
E7 A9
E as horas tranqueiam mansas, pastoreando no varzedo.
A9 A7+
O bocozito do arreio, que
escutava a cantiga
A6 F#7 Bm
Alcançava a gadaria, no
chircal “bajo el mormazo”
Bm7 E7
“Quietitas” por sobre o
pasto, duas cadelas ovelheira
Bm E7 A9 Esus
Ansiosas trocavam orelha,
conforme o choro do basto.
A9
Bm
O pé procura o estribo, e nos
arreio me aprumo
E7
A9
O pingo mostra meu rumo, co'a
meia lua do casco
Bm
Pra os tentos trago meu laço,
“recostadito” na anca
E7 A9
Esus
E um pealo de toda a trança,
golpeou na costa do mato.
A9
C#m Cm Bm
Se queda cinchando o pingo, quando me apeio pra lida
E7 A9
E uma brazina sentida, por não costear seu terneiro
D
Com o relho faço um floreio, pra ver se ela se espanta
Dm G7 C F
BØ E7 A9
E as horas tranqueiam mansas, pastoreando no varzedo.
Por: Edilberto Teixeira
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