quarta-feira, 25 de maio de 2011
Milonga Abaixo de Mau Tempo
(intro) C Em F G7
C F
Coisa esquisita a gadaria toda
F#º C
Penando a dor do mango com o focinho n'água
F
O campo alagado nos obriga à reza
G7 C
No ofício de quem leva pra enlutar as mágoas
F
Olhar triste do gado atravessando o rio
F#º C
A baba dos cansados afogando a volta
F
A manha de quem berra no capão do mato
G7 C G6
E o brabo de quem cerca repontando a tropa
Am Em
(Agarra amigo o laço enquanto o boi tá vivo
F
A enchente anda danada molestando o pasto
F#º G7
A passo que descampa a pampa dos mil réis
Am Em
E a bóia que se come retrucando o tempo
F
Aparta no rodeio a solidão local
F#º G7
Pealando mal e mal o que a razão quiser
C Em7
Amada me deu saudade
F
Me fala que a égua tá prenha que o porco tá gordo (bis)
F#º G7
Que o baio anda solto que toda cuscada lá em casa comeu)
(intro)
C F
Coisa mais sem sorte esta peste medonha
F#º C
Curando os mais bichados deu febre no gado
F
Não fosse a chuvarada se metendo a besta
G7 C
Traria mil cabeças com a bênção do pago
F
Dei falta da santinha limpando os pesuelos
F#º C
E do terço de tento nas prece sinuelas
F
Logo em seguidinha é semana santa
G7 C
Vou cego pra barranca e só depois vou vê-la
G6
E|------|
A|--2--|
D|--0--|
G|--0--|
B|--3--|
E|------|
Campo a fora Rogério Ávila, Jarí Terres
Dm
Quando desato meu laço
....Bb ............A7
Para fazer uma armada
Num fundo de invernada
....................Dm
Se torna parte de mim
(Bb)
Dos loros faço meu chão
(C) Bb .............A7
Pra riba peço a benção
(A7) ...............Dm
E do resto já sei o fim
Dm
Meu cusco abaixo do estribo
........ Bb............ A7
De tempos sabe a historia
Do laço a trajetória
......................Dm
Inté serra junto as mãos
C7
Embora estando solito
Bb
Abro o peito e prego o grito
A7.................... Dm A7 D
Quando a rês encontra o chão
D
O tombo é conseqüência
.....................A7
Da confiança do meu braço
(B7)
E o tropel então se corta
...................Re (Em)
Na outra ponta do laço
G .......................F
O tombo é uma conseqüência
A7.................... D
Na outra ponta do laço
Dm
Meu pingo presente a lida
......Bb .......... A7
No abotoar da presilha
Se assim me clareia o dia
........................Dm
Com ganas de ver o golpe
(Bb)
Por mais que a rês mande pata
(C) Bb ..................A7
Da corda ela não escapa
A7 ................ Dm
Depois que preparo o bote
Quando desato meu laço
....Bb ............A7
Para fazer uma armada
Num fundo de invernada
....................Dm
Se torna parte de mim
(Bb)
Dos loros faço meu chão
(C) Bb .............A7
Pra riba peço a benção
(A7) ...............Dm
E do resto já sei o fim
Dm
Meu cusco abaixo do estribo
........ Bb............ A7
De tempos sabe a historia
Do laço a trajetória
......................Dm
Inté serra junto as mãos
C7
Embora estando solito
Bb
Abro o peito e prego o grito
A7.................... Dm A7 D
Quando a rês encontra o chão
D
O tombo é conseqüência
.....................A7
Da confiança do meu braço
(B7)
E o tropel então se corta
...................Re (Em)
Na outra ponta do laço
G .......................F
O tombo é uma conseqüência
A7.................... D
Na outra ponta do laço
Dm
Meu pingo presente a lida
......Bb .......... A7
No abotoar da presilha
Se assim me clareia o dia
........................Dm
Com ganas de ver o golpe
(Bb)
Por mais que a rês mande pata
(C) Bb ..................A7
Da corda ela não escapa
A7 ................ Dm
Depois que preparo o bote
Fronteira
Tom: C
Am
Vez por outra alguma tropa se perde sem deixar rastro
Dm
Leva sementes de pasto pra brotar em campo ajeno
Am
Volta e meia algum moreno no altar duma pulpería
E7 Am
Trança rima em melodias amaciadas de sereno
Am
Neste chão apaysanado, duas línguas, mesmo idioma
Dm
Do basto espora e cambona, do quero-quero e sorzal
Am
Vento pampa oriental, brisa mansa brasileira
E7 A
Que se mescla nas pradeiras num chamamento ancestral
A E7
Fronteira, nunca frouxemo o garrão
Bm E7 A
Fronteira, nem refuguemo bolada
A7 D
Fronteira, semo mesmo um do outro
A
De mesma pega de potro
E7
Da mesma lida campeira
Am
Do velho e bueno "oh de casa"
Am
La campana, un reservado, el tento crudo, el culero
Dm
Un redomón y el domero, retratos pra botar em quadro
Am
Bocal, rédea, cacho atado, milonga, poncho y pañuelo
E7 Am
E uma história de sinuelo num amor contrabandeado
Am
São essas coisas nativas no dia-a-dia da linha
Dm
De um destino que caminha cambiando às vezes de pago
Am
Se é de um ou de outro lado, depende das circunstâncias
E7 A
Duas pátrias, mesma estância, dos dois lados do alambrado
A E7
Fronteira, nunca frouxemo o garrão
Bm E7 A
Fronteira, nem refuguemo bolada
A7 D
Fronteira, semo mesmo um do outro
A
De mesma pega de potro
E7
Da mesma lida campeira
Am
Do velho e bueno "oh de casa"
CHAMARRITA DE VICHADERO
E
______________B7
Chamarrita, chamarrita
_______________E
Chamarrita e' vichadero
_______________B7
Te canto bien despacito
____________________E
Pá que aprendan los puebleros.
________________B7
La frontera está cerquita
_______________E
Ya nos vamos a arrimar
__________________B7
Com la marcha de esta noche
_______________E
Tal vez la pueda cruzar
_________________B7
Pero no importan las léguas
___________________E
Que mi tropa há de marchar
________________B7
Si a la vuelta compañero
___________________E__________ E7
Mi china me há de esperar
A_____________ E
Opa, opa, fora boi
_________________B7
Chamarrita do meu pago
_____________________E
Voltarei pra o teu amor...
________________B7
Igrejinha, Pirahi
_______________E
Me vuelvo alegre y feliz
__________________B7
Por paso real de San Luiz
_______________E
Hospital y Vichadero
_________________B7
Pueblito en esa ocasión
___________________E
Quiero llegar en seguida
________________B7
Y no encontrar-te dormida
___________________E__________ E7
Priendita del corazón.
A_____________ E
Opa, opa, fora boi
_________________B7
Chamarrita do meu pago
_____________________E
Voltarei pra o teu amor...
______________B7
Chamarrita, chamarrita
_______________E
Chamarrita e' vichadero
_______________B7
Te canto bien despacito
____________________E
Pá que aprendan los puebleros.
________________B7
La frontera está cerquita
_______________E
Ya nos vamos a arrimar
__________________B7
Com la marcha de esta noche
_______________E
Tal vez la pueda cruzar
_________________B7
Pero no importan las léguas
___________________E
Que mi tropa há de marchar
________________B7
Si a la vuelta compañero
___________________E__________ E7
Mi china me há de esperar
A_____________ E
Opa, opa, fora boi
_________________B7
Chamarrita do meu pago
_____________________E
Voltarei pra o teu amor...
________________B7
Igrejinha, Pirahi
_______________E
Me vuelvo alegre y feliz
__________________B7
Por paso real de San Luiz
_______________E
Hospital y Vichadero
_________________B7
Pueblito en esa ocasión
___________________E
Quiero llegar en seguida
________________B7
Y no encontrar-te dormida
___________________E__________ E7
Priendita del corazón.
A_____________ E
Opa, opa, fora boi
_________________B7
Chamarrita do meu pago
_____________________E
Voltarei pra o teu amor...
La Campaña Leonel Gomez
Muy buenas tardes
Señoras e señores
La campana....
Un palenque Declamado
El reservado
Y haciendo un costado
Dos cernos apadrinhadores
Dm
El ginete a montar
......................................A7 Bb A7
Es de los pagos del Rio Grande
Con su bombachita corta
........Gm
La bueina bien p´al costado
......................A7
Y en los talos atado
Bb.........A7..................Dm
Do trin trin de las espuelas.
Dm
El tordillo reservado
............................Gm
Ya esta atado al palenque
........................................C7
También se hacem presentes
............................................F
Apadrinhadores p´al muchacho
..............................A7
Que ya apretó los bastos
................................Bb ...A7
Y se encuentra enforquillado.
Se balansó en los estribos
Esta pidiendo campana.....
Sonó la campana!!!!!!
Ai que tordillo bellaco
Sale pateando las espuelas
Y por si dándose vuelta
Pero el muchacho baqueano
Trabaja bien com las espuelas Declamdado
Trabaja bien com el ponchito
Y el ponchito sempre en aire
Como quien prende um saludo
Dm
Refrega el poncho en la anca
......................................Gm
La rienda corre en la mano
...........................C7
Óigale indio paisano
............................F
Frontero del rededor
.................................A7
Gente guapa e aragana
......................................Gm
Donde al sonar la campana
Llegam apadrinhadores
.......................A7
Com palmas,gritos,rumores
...............................Dm
Primera vuelta de honor!!!!!
Señoras e señores
La campana....
Un palenque Declamado
El reservado
Y haciendo un costado
Dos cernos apadrinhadores
Dm
El ginete a montar
......................................A7 Bb A7
Es de los pagos del Rio Grande
Con su bombachita corta
........Gm
La bueina bien p´al costado
......................A7
Y en los talos atado
Bb.........A7..................Dm
Do trin trin de las espuelas.
Dm
El tordillo reservado
............................Gm
Ya esta atado al palenque
........................................C7
También se hacem presentes
............................................F
Apadrinhadores p´al muchacho
..............................A7
Que ya apretó los bastos
................................Bb ...A7
Y se encuentra enforquillado.
Se balansó en los estribos
Esta pidiendo campana.....
Sonó la campana!!!!!!
Ai que tordillo bellaco
Sale pateando las espuelas
Y por si dándose vuelta
Pero el muchacho baqueano
Trabaja bien com las espuelas Declamdado
Trabaja bien com el ponchito
Y el ponchito sempre en aire
Como quien prende um saludo
Dm
Refrega el poncho en la anca
......................................Gm
La rienda corre en la mano
...........................C7
Óigale indio paisano
............................F
Frontero del rededor
.................................A7
Gente guapa e aragana
......................................Gm
Donde al sonar la campana
Llegam apadrinhadores
.......................A7
Com palmas,gritos,rumores
...............................Dm
Primera vuelta de honor!!!!!
Vida Gineta - Cristiano Quevedo
Am
Passo o beiço no palheiro
........................................G
E o velho isqueiro chamusco
................................F
E o Sebruno de repente
......................................E
Me dá um coice no cusco,
Am
Num pulo se vai pra o céu
...............................G
Me leva junto no basto
...................................F
Pra cima: - Berro e boléu,
.......................................E
Pra baixo: - Matando o pasto.
Am...............................G
Quase me quita las riendas
.....................................F
Menos mal vinham atadas
Se não, ia juntá as garras
.......................................E
Lá no fundão da invernada
Am........................G
A cuscada sai batendo
......................................F
Para espantar os assombros
O pala me tapa a cara
............................................E
E o céu me vem pelos ombros
Am ......G........................ F... E
Ái! Ái! Ái! Ái!Ái vida gineta!
A ................................. E
Sonhar com moça bonita
D.....................................E
Nos bailongos e carpetas
D........E.........................A ........A7
E acordar com estes reiúnos
D..............E....................A ........A7
Debaixo das minhas rosetas
A ..............................E
Oigaletê! Pago pra vê!
.................................................. A .........A7
Carca o garrão, que é bufo e mango, ái!
...............D............E...............................A
Manda solta que está formado o fandango!
12/12/07
Bruno
Am
Quase me saca de riba
......................................G
Ao corpear de uma gambeta
.....................................F
As onze dente se agarram
......................................E
E abrem charco na paleta
Am
Já que eu venho com a coragem
......................................G
Duma cachaça de molho
...............................F
Meto a roseta de ferro
..............................E
Lá no buraco do olho
Am............................G
Se senta na própria cola
.....................................F
Dá um bufido e se boleia
E um Quero-Quero pachola
.................................E
Se debruça nas “oreia”
Am...........................G
Abro a perna e saio liso
............................F
Segurando no buçal
E as esporas campo afora
.........................................E
Deixam um rastro musical!
Passo o beiço no palheiro
........................................G
E o velho isqueiro chamusco
................................F
E o Sebruno de repente
......................................E
Me dá um coice no cusco,
Am
Num pulo se vai pra o céu
...............................G
Me leva junto no basto
...................................F
Pra cima: - Berro e boléu,
.......................................E
Pra baixo: - Matando o pasto.
Am...............................G
Quase me quita las riendas
.....................................F
Menos mal vinham atadas
Se não, ia juntá as garras
.......................................E
Lá no fundão da invernada
Am........................G
A cuscada sai batendo
......................................F
Para espantar os assombros
O pala me tapa a cara
............................................E
E o céu me vem pelos ombros
Am ......G........................ F... E
Ái! Ái! Ái! Ái!Ái vida gineta!
A ................................. E
Sonhar com moça bonita
D.....................................E
Nos bailongos e carpetas
D........E.........................A ........A7
E acordar com estes reiúnos
D..............E....................A ........A7
Debaixo das minhas rosetas
A ..............................E
Oigaletê! Pago pra vê!
.................................................. A .........A7
Carca o garrão, que é bufo e mango, ái!
...............D............E...............................A
Manda solta que está formado o fandango!
12/12/07
Bruno
Am
Quase me saca de riba
......................................G
Ao corpear de uma gambeta
.....................................F
As onze dente se agarram
......................................E
E abrem charco na paleta
Am
Já que eu venho com a coragem
......................................G
Duma cachaça de molho
...............................F
Meto a roseta de ferro
..............................E
Lá no buraco do olho
Am............................G
Se senta na própria cola
.....................................F
Dá um bufido e se boleia
E um Quero-Quero pachola
.................................E
Se debruça nas “oreia”
Am...........................G
Abro a perna e saio liso
............................F
Segurando no buçal
E as esporas campo afora
.........................................E
Deixam um rastro musical!
Potreiro Vazio - Angelo Franco
Dm............................................................Bb A7
Domador de ofício Pela vida veio Fosse o potro mais xucro Ele amansava pro freio
A7
Tinha tanto ensinamento Guardado em seu abandono
...........Gm........ A7 ..............Dm
Cavalo feito por ele Pedia benção pro dono
Dm
Diz que falava com bicho Que domava só com prosa
..................D7 .......................Gm
Mas nunca pôde doma O coração da Maria Rosa
................(Gm).........................Dm
Bebeu da desilusão Nunca mais olhou pra outra
...................A7.......................Dm D7 - Bis
E escolheu a solidão Pra amansar a vida potra
Refrão
A
Arde o peito
C#7 ........ F#m
Potreiro vazio
...................B7
Há no vento um relincho
.................E
Que nunca se ouviu
D .................A
Nos olhos de um domador
....................E
Há um amor aporreado Bis
........A .........A7
Com nome de flor
Domador de ofício Pela vida veio Fosse o potro mais xucro Ele amansava pro freio
A7
Tinha tanto ensinamento Guardado em seu abandono
...........Gm........ A7 ..............Dm
Cavalo feito por ele Pedia benção pro dono
Dm
Diz que falava com bicho Que domava só com prosa
..................D7 .......................Gm
Mas nunca pôde doma O coração da Maria Rosa
................(Gm).........................Dm
Bebeu da desilusão Nunca mais olhou pra outra
...................A7.......................Dm D7 - Bis
E escolheu a solidão Pra amansar a vida potra
Refrão
A
Arde o peito
C#7 ........ F#m
Potreiro vazio
...................B7
Há no vento um relincho
.................E
Que nunca se ouviu
D .................A
Nos olhos de um domador
....................E
Há um amor aporreado Bis........A .........A7
Com nome de flor
O Mesmo Sol - Lisandro Amaral
(Dm G C F Bm E7 Em A7 Dm G C F Bm E7 Am)
Am E
O mesmo sol quando encilhei
Am
Beijou teu corpo em esplendor
G7
A mesma luz quando montei
C
Brilhou em ti na cor do amor
E7
Porque ao redor o campo é luz
Em A7
Vida em paz, água e flor
Dm
Depois do adeus o teu olhar
G C
Espelha a tarde clara
E7
Romance em alma rara
Em A7
Guardião do meu voltar
Dm
E o mesmo sol que beija o mar
G C
Em pouco encontra a lua
F E7 Am
Ficou em ti, chirua, roubando o meu lugar
F E7
Um rancho ao sul de barro e fé
Am
Guardião do amor que achei em ti
F E7
Meu posto herói que assim de pé
Am
Também constrói meu prosseguir
E7
Partiu o sol quando voltei
Am
Ardeu teu corpo em esplendor
G
De frente a ti desencilhei
C
E a noite viu a cor do amor
E7
Porque ao redor o sonho é luz
Em A7
Vida em paz, rio em flor
Dm
Se então busquei no camperear
G C
A mesma tarde clara
F E7
Achei tua alma rara
Em A7
Sonhando o meu voltar
Dm
E o mesmo sol que beija o mar
G C
Achou comigo a lua
F E7 Am
No teu amor, chirua, guardiã do meu sonhar
Am E
O mesmo sol quando encilhei
Am
Beijou teu corpo em esplendor
G7
A mesma luz quando montei
C
Brilhou em ti na cor do amor
E7
Porque ao redor o campo é luz
Em A7
Vida em paz, água e flor
Dm
Depois do adeus o teu olhar
G C
Espelha a tarde clara
E7
Romance em alma rara
Em A7
Guardião do meu voltar
Dm
E o mesmo sol que beija o mar
G C
Em pouco encontra a lua
F E7 Am
Ficou em ti, chirua, roubando o meu lugar
F E7
Um rancho ao sul de barro e fé
Am
Guardião do amor que achei em ti
F E7
Meu posto herói que assim de pé
Am
Também constrói meu prosseguir
E7
Partiu o sol quando voltei
Am
Ardeu teu corpo em esplendor
G
De frente a ti desencilhei
C
E a noite viu a cor do amor
E7
Porque ao redor o sonho é luz
Em A7
Vida em paz, rio em flor
Dm
Se então busquei no camperear
G C
A mesma tarde clara
F E7
Achei tua alma rara
Em A7
Sonhando o meu voltar
Dm
E o mesmo sol que beija o mar
G C
Achou comigo a lua
F E7 Am
No teu amor, chirua, guardiã do meu sonhar
Água no fogão - Pirisca Grecco
Dm____________________A7
Toda manhã eu me levanto cedo
________________________Dm
Vou lavando a cara, água no fogão
_______________A7
Boto o rádio numa FM
________________________Dm
Dessas que se perdem por um milongão
__________________________A7
Lá vem o Jayme declamando uns versos
__________________________Dm
Se eu tava disperso, já não to mais não
_________________________A7
Um Guarany vem me contar segredos
_____________________________Dm
E eu percebo as coisas que tenho na mão
__________C7________F
Eu sinto em mim uma Felicidade
_________D7__________Gm
Que só Lupicínio pôde descrever
_________E7___________A7
Veio do campo, ganhou a cidade
Gm______________F___A7______Dm
E eu sei que me invade meio sem querer
________C7_____________F
Quero domingo uma guerra santa
________________A7_____________Dm
Pra incendiar o “Porto”, que vai ter GRENAL
_________Gm_________________Dm
Enquanto isso nos fundões do Estado
_________A7____________Dm
A platéia vibra “nalgum” festival
Dm_______________________A7
Rica essa terra que vem qual enchente
______________________Dm
Carregando a gente pra tanto lugar
_________________________A7
Olha dois “loco” tangueando tragédias
_____________________________________Dm
Nos mostrando a Sbórnia que “hay” no seu cantar
________________________A7
Coisa mais linda ter um Silva Rillo
________________________Dm
Pra rodar seu canto por todo Brasil
________________________A7
Fazendo rima com essa força “loca”
14/09/09
Bruno Diesel
_________________________Dm
Que verte da boca dos irmãos Ramil
_________C7________F
Vi como o mundo fica diferente
_____________D7___________Gm
Quando a alma sente o cantar da Elis
_________E7______________A7
Vi como o Oscar quase achou seu trilho
Gm_________F______A7_____Dm
Rumando pra serra do sul do País
_______C7__________________F
Água ferveu, vou esquentar de novo
________________A7___________Dm
Mas vi que este povo tem amor ao chão
____________Gm________Dm
(E eu sigo ao tranco dessa FM
_______________A7____________Dm
Que quase se espreme n’outro milongão)
_______A7______________Dm
Toda manhã eu me levanto cedo
______A7_______________Dm
Toda manhã eu vou lavando a cara
______A7_____________Dm
Toda manhã, Água no Fogão!
Toda manhã eu me levanto cedo
________________________Dm
Vou lavando a cara, água no fogão
_______________A7
Boto o rádio numa FM
________________________Dm
Dessas que se perdem por um milongão
__________________________A7
Lá vem o Jayme declamando uns versos
__________________________Dm
Se eu tava disperso, já não to mais não
_________________________A7
Um Guarany vem me contar segredos
_____________________________Dm
E eu percebo as coisas que tenho na mão
__________C7________F
Eu sinto em mim uma Felicidade
_________D7__________Gm
Que só Lupicínio pôde descrever
_________E7___________A7
Veio do campo, ganhou a cidade
Gm______________F___A7______Dm
E eu sei que me invade meio sem querer
________C7_____________F
Quero domingo uma guerra santa
________________A7_____________Dm
Pra incendiar o “Porto”, que vai ter GRENAL
_________Gm_________________Dm
Enquanto isso nos fundões do Estado
_________A7____________Dm
A platéia vibra “nalgum” festival
Dm_______________________A7
Rica essa terra que vem qual enchente
______________________Dm
Carregando a gente pra tanto lugar
_________________________A7
Olha dois “loco” tangueando tragédias
_____________________________________Dm
Nos mostrando a Sbórnia que “hay” no seu cantar
________________________A7
Coisa mais linda ter um Silva Rillo
________________________Dm
Pra rodar seu canto por todo Brasil
________________________A7
Fazendo rima com essa força “loca”
14/09/09
Bruno Diesel
_________________________Dm
Que verte da boca dos irmãos Ramil
_________C7________F
Vi como o mundo fica diferente
_____________D7___________Gm
Quando a alma sente o cantar da Elis
_________E7______________A7
Vi como o Oscar quase achou seu trilho
Gm_________F______A7_____Dm
Rumando pra serra do sul do País
_______C7__________________F
Água ferveu, vou esquentar de novo
________________A7___________Dm
Mas vi que este povo tem amor ao chão
____________Gm________Dm
(E eu sigo ao tranco dessa FM
_______________A7____________Dm
Que quase se espreme n’outro milongão)
_______A7______________Dm
Toda manhã eu me levanto cedo
______A7_______________Dm
Toda manhã eu vou lavando a cara
______A7_____________Dm
Toda manhã, Água no Fogão!
Na Boca da Madrugada
Dm A7
Cheguei porteando no recinto pra o bem de toma uma pura
Gm A7 Dm
Com uma prateada no cinto relampeando em noite escura
A7
Uns me olharam meio feio louco pra perde a estribeira
Gm A7 Dm
E conversar com meu reio três palmo e pouco de soiteira
D7 Gm C7 F Bb
Bombeava o rubro de um vestido enquanto armava um palheiro
A7 Dm
Que a vida só tem sentido quando os “óio” tão faceiro (Bis)
Refrão:
Dm A7
"E num balcão me abanco
Dm
Já miro meio pros canto
Gm
E busco o olhar de uma morena
Dm
Vem derramar teus carinhos
A7
Que uma noite é pequena
Bb A7
E eu te mostro o caminho
Dm
Pra ti ver que vale a pena"
Dm A7
Já dou de mão na cataluña e no más tu já te embala
Gm A7 Dm
Vem sentir as forças dos meus punhos pra nós sair cortando a sala
Dm A7
Assim louco tu me traz com a idéia enfeitiçada
Gm A7 Dm
E é bem assim que se faz na boca da madrugada
D7 Gm C7 F Bb
Mas quando aparto da tropilha vai ter que se ajeitar da boca
A7 Dm
Não tiro pra mãe das minhas filhas china maleva e louca (Bis)
Refrão:
Dm A7
"E num balcão me abanco
Dm
Já miro meio pros canto
Gm
E busco o olhar de uma morena
Dm
Vem derramar teus carinhos
A7
Que uma noite é pequena
Bb A7
E eu te mostro o caminho
Dm
Pra ti ver que vale a pena"
A Flor Que Se Fez Poesia
C#m G#m
Romanceiros olhos negros
C#m G#m
Vestidos de sonho em flor
F#m B7
Guitarreio estas ausências
E A
Linda prenda, meu amor...
G#m
Trazendo a lua pra ti,
F#m B7 E
...Bem antes do sol se pôr
E C#m
Canto a estrela que ilumina
F#m B7
Tuas pupilas -flor de rio-
A G#m
Que até a lua mais cheia
F#m B7
De ciúme se partiu,
A G#m
Regando lágrimas doces
F#m B7
...Neste céu que te sorriu
(refrão)
E A
Morena fez-se a poesia
G#m C#m
Dolente tão quanto bela
F#m
Uma e outra são pinturas
B7 E
Em cada estrofe uma tela
A
Brilho de lua na noite
G#m C#m
-Jeito de flor primavera-
F#m
Brilho de lua na noite
B7 E
Jeito de flor primavera
G#m C#m
Marejo o chão das retinas
G#m C#m
Na laguna dos desejos
F#m B7
Desvendo o feitiço doce
E
Em cada sonho que a vejo,
A G#m
Buscando além da poesia
F#m B7
...Matar a sede num beijo
A G#m
Carícias hão de levar-me
F#m B7
Sem rastros de soledades,
A G#m
Pra rimar meu coração
F#m B7
-É preciso duas metades-
A G#m
Uma ficou com minha amada
F#m B7 E
No estribilho da saudade.
(refrão)
Ainda Com a Faca Na Mão Marcelo Oliveira
Am
Pegaram Adão Formiga
“inda” com a faca na mão
com o vermelho da sangria
________________Dm
escorrendo pelo chão.
Na bombacha remendada
_________________Am
limpava a faca de um lado
__________________F
como querendo esconder
______E___________Am
o intento de ser culpado...
Am
Quem diria Adão Formiga
vizinho de uns trinta anos
carneando um capão alheio...
________________Dm
Talvez fosse por engano
Mais a marca no pelego
__________________Am
de tinta, mostrava o dono
____________________F
e a noite apontava a pressa
____E_______________Am
pra um galho de cinamomo.
_________Am_________E
Toda a semana na estância
__________________Am
vai pra consumo um capão
__________________E
escolhido por bem gordo
__________________Am
nos mandados do patrão.
A7__________________Dm
Pois quem produz sabe bem
____________________Am
Quanto lhe custa o serviço
________________F
de cuidado e produção
_______E_____________Am
pra alguém depois dar sumiço.
Porque não pediu uma changa
pois trabalhar não é feio
resolveu por conta justa
apossar-se do alheio.
Quem sabe nas “precisão”
pedisse uns “pila” emprestado
mas esperou mais a noite
pra cruzar pelo alambrado.
Am
Um sorro a sombra da noite
uma faca de bom corte
um carancho num cordeiro
________________Dm
inverno com geada forte.
Cada qual no seu destino
_________________Am
no ciclo anormal do homem
_________________Am
uns matam só por famintos
______E___________Am
uns pra matarem a fome
Am
E agora Adão Formiga
tem fama na redondeza
todos sabem de onde é a carne
________________Dm
que as vezes bota na mesa
Pois quem carneia um capão
_________________Am
pra “mata” a fome do filho
_________________F
mata quatro, cinco ou seis
______E___________Am
depois não sai deste trilho
Pegaram Adão Formiga
“inda” com a faca na mão
com o vermelho da sangria
________________Dm
escorrendo pelo chão.
Na bombacha remendada
_________________Am
limpava a faca de um lado
__________________F
como querendo esconder
______E___________Am
o intento de ser culpado...
Am
Quem diria Adão Formiga
vizinho de uns trinta anos
carneando um capão alheio...
________________Dm
Talvez fosse por engano
Mais a marca no pelego
__________________Am
de tinta, mostrava o dono
____________________F
e a noite apontava a pressa
____E_______________Am
pra um galho de cinamomo.
_________Am_________E
Toda a semana na estância
__________________Am
vai pra consumo um capão
__________________E
escolhido por bem gordo
__________________Am
nos mandados do patrão.
A7__________________Dm
Pois quem produz sabe bem
____________________Am
Quanto lhe custa o serviço
________________F
de cuidado e produção
_______E_____________Am
pra alguém depois dar sumiço.
Porque não pediu uma changa
pois trabalhar não é feio
resolveu por conta justa
apossar-se do alheio.
Quem sabe nas “precisão”
pedisse uns “pila” emprestado
mas esperou mais a noite
pra cruzar pelo alambrado.
Am
Um sorro a sombra da noite
uma faca de bom corte
um carancho num cordeiro
________________Dm
inverno com geada forte.
Cada qual no seu destino
_________________Am
no ciclo anormal do homem
_________________Am
uns matam só por famintos
______E___________Am
uns pra matarem a fome
Am
E agora Adão Formiga
tem fama na redondeza
todos sabem de onde é a carne
________________Dm
que as vezes bota na mesa
Pois quem carneia um capão
_________________Am
pra “mata” a fome do filho
_________________F
mata quatro, cinco ou seis
______E___________Am
depois não sai deste trilho
Seival
Dm Gm
Vagalumes no varzedo
Dm Gm
Cada qual brilhando mais
Dm
Meu tordilho não tem medo
A7 Dm
Dos assombros dos chircais
Gm Dm
Meu tordilho não tem medo
A7 Dm
Dos assombros dos chircais
Dm Gm
Não fosse o grito de Netto
Chamando para o Seival
Bb Dm
Não fosse o grito guerreiro
Bb Gm F Dm D9 A7
Ter Bento por general
Dm Gm Dm A7 Dm
EêêeeêÊÊeeee êêeEE eeÊÊêê
Gm Dm A7
EêêeeêÊÊeeee êêEEêeÊÊêê
Refrão:
Dm
Não fosse a lança certeira
Sangrando guerreiros por um ideal
Gm
Não fosse o grito das pedras
Que as sogas conduzem no bem e no mal
Bb
Cada garrucha é uma boca gritando
Que os tauras não vão se entregar
A7 Dm
Quem for farrapo dirá
Dm
Não fosse a lança certeira
Sangrando guerreiros por um ideal
Gm
Não fosse o grito das pedras
Que as sogas conduzem no bem e no mal
Bb
Cada garrucha é uma boca gritando
Que os tauras não vão se entregar
A7 Gm A7 Dm
Quem for farrapo sempre será
Solo: O Solo é tocando durante a declamação
Dm Gm
Adaga e lança
Gm
Razões de ser
Bb
Um grito pampa a florescer
E a tricolor hasteada
A7
Nos olhos rubros da indiada
Dm
Que ia ao rumo do nada
A7
Buscar o sol, Buscar o sol pra viver
Base: Dm Gm Bb Gm A7 Dm
Dm Gm
Não fosse o grito de Netto
Chamando para o Seival
Bb Dm
Não fosse o grito guerreiro
Bb Gm F Dm D9 A7
Ter Bento por general
Dm Gm Dm A7 Dm
EêêeeêÊÊeeee êêeEE eeÊÊêê
Gm Dm A7
EêêeeêÊÊeeee êêEEêeÊÊêê
Refrão:
Dm
Não fosse a lança certeira
Sangrando guerreiros por um ideal
Gm
Não fosse o grito das pedras
Que as sogas conduzem no bem e no mal
Bb
Cada garrucha é uma boca gritando
Que os tauras não vão se entregar
A7 Dm
Quem for farrapo dirá
Dm
Não fosse a lança certeira
Sangrando guerreiros por um ideal
Gm
Não fosse o grito das pedras
Que as sogas conduzem no bem e no mal
Bb
Cada garrucha é uma boca gritando
Que os tauras não vão se entregar
A7 Gm A7 Dm
Quem for farrapo sempre será
Dm Gm A7 Dm Gm A7 Dm A7 Dm
Seival...
Quando Um Mata Mas Os Dois Morrem
"O punhal no sangrador,
pele de encontro com o couro.
E por um simples instante
dois corações batem juntos
num estertor crepitante.
Um vai morrer. Já e pronto.
Mas no peito do que mata
o coração morre um pouco."
E B7
Um é cavalo o outro é homem
O centauro da planura
E E7
Dois seres fundem-se num
A
Por isso a faca que mata
G#m C#7
aquele que está quebrado
F#m B7
Mata também um pedaço
F#m B7
da alma do que matou
E
um ser sem pecado algum
O pecado sugerido
B7
é ter nascido cavalo
É saber que a humanidade
E E7
o chama de irracional
A
Ser taxado de animal
G#m C#7
por quem rouba, estupra e mata
F#m B7
Sem ter desculpa maior
E
que uma mente racional
60 62 63 52 50 53 52 40 53 55 53 52 53
63 50 52 53 40 63 D7 E7(9b) G
Dizem que bicho não pensa
G7 C
Mas homem será que sim?
Am
Sou eu quem trabalha duro
50 52 C
Mas a ponta desta adaga
D7
termina cravada em mim
50 52 C D7
E o meu bom Deus que comanda
C
Ou não gosta de cavalo,
D7 G C G
ou gosta da coisa assim
D7 Am C Am C Am C D7 E7(9b) G
”E morrer é o de menos,
há coisa muito pior...
Ser espancado, ferido,
machucado e ofendido
por quem usa seu esforço
para sustento e lazer.
O cavalo, o cavalo então pergunta,
pois necessita saber"
63 50 52 53 40 63 D7 E7(9b) G
Dizem que bicho não pensa
G7 C
Mas homem será que sim?
Am
Sou eu quem trabalha duro
50 52 C
Mas a ponta desta adaga
D7
termina cravada em mim
C D7
E o meu bom Deus que comanda
C
Ou não gosta de cavalo,
D7 G C G
ou gosta da coisa assim
63 50 52 53 40 63 D7 E7(9b) G
Mas no peito do que mata
G7 C
Se for gaúcho e campeiro
Am
Fica cravado uma estaca
C
Mais mortal que a punhalada
D7
que sangrou o companheiro
C D7
Dor da perda de um amigo
C
De aliviar sofrimento
D7 G C G
assassinando o parceiro
Pela Voz do Campo
Tom: A
A E7
Amigo os ventos, já andavam brabos
A
Calando antigos, ancestrais e taitas
F#m7 Bm
Quando saltamos, de guitarra e verso
E7 A
Trançando almas, nos botões da gaita
A E7
Se o barbicacho, deste jeito antigo
A
Firmou dos ventos, nossos "gens" vaqueanos
F#m7 Bm
Tenho a certeza, de que não morreremos
E7 A
Na voz terrunha, de um guri pampiano
A7 D
Sobram rancheiras, nascem chamarritas
A
Prendas bonitas molham corações
Bm
Quando meu verso ganha céu e estrela
E7
Na luz da alma das tuas canções
D A Bm E7 A A7 D A Bm E7 A
Ganhei mais alma, quando os teus acordes
Banharam puros, simplesmente os frutos
Que plantamos livres para os que passaram
E cantar aos que ficaram
Ouvindo um canto esperança
E tudo o que foi lembrança
Rancheiras, chamarritas
Vaneiras, toadas bonitas
Pra continuarmos a trança
De todo laço esperança
Que traz na armada a riqueza
Que tem a luz e a firmeza
No olhar de cada criança
A E7
Por certo a noite, feiticeira amiga
A
Se fez luzeiro, n'algum pirilampo
F#m7 Bm
Cai um poema, oração e canto
E7 A
Missão guerreira, pela voz do campo
Homens e Chuvas
Gm__________________________________Gm_Am_Bm_Cm
Faz dias que eu sinto esse vento norte
Cm____________________________D7
de inquieto e inconstante varrendo a paisagem.
Gm__________________________________Gm_Am_Bm_Cm
A chuva se faz anunciar feito a sorte
Cm___________________Bb_D7________Gm
quando são escassas aguada e pastagem.
Gm
João grande solito na varzea pousado
Cm______________________________Cm_Bb_F7
o gado se ajunta pra la do rodeio
F7
cavalos nas sombras suando parados
Bb_____________________________________D7
e a estancia se apronta que vem tempo feio.
Gm
É escuro pro lado em que a chuva começa
Cm_________________________________Cm_Bb_F7
e vem levantando esse cheiro de chão
F7
o peão da invernada retorna com pressa
Bb_________________D7__________Gm
buscando o abrigo fiel do galpão.
(refrão)
Bb__________________________________Cm
O mundo estremece o trovão é quem canta
F7______________________________Bb
o raio recorta da tarde um pedaço
________________________________Cm
o campo se ajoelha o céu se levanta
F7________________________________Bb_C_C#_D7
e o vento da chuva reponta o mormaço
D7_________________________________________________Gm
o céu se levanta e o vento da chuva reponta o mormaço.
Gm
Nas velhas que benzem tormentas e almas
Cm_________________________________Cm_Bb_F7
com nacos de sal sobra um velho balcão
F7
a fé se debruça o vento se acalma
Bb_________________D7__________Gm
e a chuva se amança molhando o rincão.
Gm
O homem levanta o chapéu e bombeia
Cm_________________________________Cm_Bb_F7
o pasto rebrota e venteza denovo
F7
e a chuva que chega na seca é feia
Bb_________________D7__________Gm
mas feita a esperança nos olhos do povo.
(refrão)
Faz dias que eu sinto esse vento norte
Cm____________________________D7
de inquieto e inconstante varrendo a paisagem.
Gm__________________________________Gm_Am_Bm_Cm
A chuva se faz anunciar feito a sorte
Cm___________________Bb_D7________Gm
quando são escassas aguada e pastagem.
Gm
João grande solito na varzea pousado
Cm______________________________Cm_Bb_F7
o gado se ajunta pra la do rodeio
F7
cavalos nas sombras suando parados
Bb_____________________________________D7
e a estancia se apronta que vem tempo feio.
Gm
É escuro pro lado em que a chuva começa
Cm_________________________________Cm_Bb_F7
e vem levantando esse cheiro de chão
F7
o peão da invernada retorna com pressa
Bb_________________D7__________Gm
buscando o abrigo fiel do galpão.
(refrão)
Bb__________________________________Cm
O mundo estremece o trovão é quem canta
F7______________________________Bb
o raio recorta da tarde um pedaço
________________________________Cm
o campo se ajoelha o céu se levanta
F7________________________________Bb_C_C#_D7
e o vento da chuva reponta o mormaço
D7_________________________________________________Gm
o céu se levanta e o vento da chuva reponta o mormaço.
Gm
Nas velhas que benzem tormentas e almas
Cm_________________________________Cm_Bb_F7
com nacos de sal sobra um velho balcão
F7
a fé se debruça o vento se acalma
Bb_________________D7__________Gm
e a chuva se amança molhando o rincão.
Gm
O homem levanta o chapéu e bombeia
Cm_________________________________Cm_Bb_F7
o pasto rebrota e venteza denovo
F7
e a chuva que chega na seca é feia
Bb_________________D7__________Gm
mas feita a esperança nos olhos do povo.
(refrão)
NO RASTRO DA GADARIA
E
Já faz três dias que culatreio esta tropa
F#m
Que vem mermando, quase chegando ao destino
A.........G#m.......... F#m
Canso cavalos no rastro da gadaria
........B7...................... E
Nas alegrias poucas de um campesino
..........Bm ..........E7.............. A
Só mais uns dias e a tropeada se termina
...........B7............................... E
Minguada é a plata para os que rondam madrugadas
...............Bm .........E7 ............A
Empurrando bois, nos encontros dos cavalos
...........B7 ...........................E / E.
De longe os galos prenunciam alvoradas
...................E
De vez em quando um sapucay chamando a ponta
............F#m
E um índio touro abre o peito e atropela
........G#m..................... F#m
Um cusco baio se revolta e garroneia
.......B7 ............................E
O boi coiceia e, dando volta, se entrevera
E Tranqueia o gado farejando um aguaceiro
..................F#m
Que vem se armando lá prás banda oriental
.............G#m................... F#m
Abrem-se ponchos na culatra e lá na ponta
...................B7 ................E
E o vento afronta mareteando o pastiçal
...........................E
Troveja longe e o raio plancha na terra
.....................F#m
E a manga d´água já branqueia o corredor
.......A ...........G#m ..........F#m
Encharca o poncho e a alma de quem tropeia
..............B7 ....................E
Se o tempo enfeia pros lados do chovedor
........Bm ...........E7.............. A
Não vejo a hora de findar esta jornada
.....................B7.................. E
E voltar pro rancho que ergui no meu lugar
.................Bm .......E7........ A
Já imagino a minha linda na janela
................B7.............. E / E.
Sonhei com ela e pra ela vou voltar
De vez em quando um sapucay chamando a ponta
..................F#m
E um índio touro abre o peito e atropela
..........G#m.............. F#m
Um cusco baio se revolta e garroneia
......................B7
E O boi coiceia e, dando volta, se entrevera
................E
Tranqueia o gado farejando um aguaceiro
...............F#m
Que vem se armando lá prás banda oriental
..........G#m ...............F#m
Abrem-se ponchos na culatra e lá na ponta
..............B7.................... E
E o vento afronta mareteando o pastiçal
.....A ....G#m.... F#m ..B7 E..... E7
E o vento afronta mareteando o pastiçal
... A ......G#m .......F#m ....B7 E
E o vento afronta mareteando o pastiçal
Clavada Letra: Rogerio Avila Música: Leonel Gomez
G
Se golpeio outro trago
Am
E a tava dá volta e meia
D7
Já o coimero me bombeia
G
E aperta a sorte na cancha
Cinco pila o mesmo trago
Am
Que a tarde desmancha o velo
D7
Num tranco de quero-quero
G
Outra clavada ali se arrancha
Há rodeio de calavera
Am
Donde a lei é respeitada
D7
E uma tava bem ferrada
G
É o destino de quem joga
Porque um tiro que se lança
Am
Jamais dá volta pra mão
D7
E se é culo meu irmão
G Am D7 G
Teus troco ficaram à sóga
{ 2X
Am D7
Volta clavada que sorte, sorte clavada
G Am
Que volta, se vai a alma no osso
D7 G Am D7 G
Depois que o osso se solta
}
Comércio estabelecido
Am
De estrutura renomada
D7
Uma cancha, uma ramada
G
E um milico de coimero
Humilde estampa pampeana
Am
Bolicho de copa inteira
D7
Se golpeio outro trago
Am
E a tava dá volta e meia
D7
Já o coimero me bombeia
G
E aperta a sorte na cancha
Cinco pila o mesmo trago
Am
Que a tarde desmancha o velo
D7
Num tranco de quero-quero
G
Outra clavada ali se arrancha
Há rodeio de calavera
Am
Donde a lei é respeitada
D7
E uma tava bem ferrada
G
É o destino de quem joga
Porque um tiro que se lança
Am
Jamais dá volta pra mão
D7
E se é culo meu irmão
G Am D7 G
Teus troco ficaram à sóga
{ 2X
Am D7
Volta clavada que sorte, sorte clavada
G Am
Que volta, se vai a alma no osso
D7 G Am D7 G
Depois que o osso se solta
}
Comércio estabelecido
Am
De estrutura renomada
D7
Uma cancha, uma ramada
G
E um milico de coimero
Humilde estampa pampeana
Am
Bolicho de copa inteira
D7
El Bocal - Leonel Gomez
Música: Leonel Gomes e Juliano Gomes
Int: Dm, Gm, C7, F, A7 (2x)
Gm, C7, F, Bb, A7, Dm
Dm
No hay mirada mas linda
Bb A7
Que la de un criollo bagual
Gm C7
Con su crinera enredada
A7 Dm
Esperando rienda y bocal
Dm
En el palenque, clavado,
Bb A7
Frente a la estancia, el zorzal;
A7
Cuantas golpeadas de potro
Dm
Que allí se ataran el bocal...
Cm D7
Y así salían en corcovos
Gm
Hasta el desarrollo del potro,
C7
Y entonces el bocal, colgadito
F
En la ramada esperaba por outro
A7
Y entonces el bocal, colgadito
Bb A7 Dm Eb7 D7
En la ramada esperaba por outro
Gm C7
Cuando los dias se iban
F Bb
Y el trabajo lo hacía redomón;
Gm .A7
El domero, domingueando salía
Bb A7
Al pueblito, de su gaucho rincón
Gm C7
Al bocal, que hace del potro
F Bb
Tchê caballo del hombre campero;
Gm A7
En esos versos, un regalo sencillo
Bb A7
Que le entrega de alma, un domero
Int: Dm, Gm, C7, F, A7 (2x)
Gm, C7, F, Bb, A7, Dm
Dm
No hay mirada mas linda
Bb A7
Que la de un criollo bagual
Gm C7
Con su crinera enredada
A7 Dm
Esperando rienda y bocal
Dm
En el palenque, clavado,
Bb A7
Frente a la estancia, el zorzal;
A7
Cuantas golpeadas de potro
Dm
Que allí se ataran el bocal...
Cm D7
Y así salían en corcovos
Gm
Hasta el desarrollo del potro,
C7
Y entonces el bocal, colgadito
F
En la ramada esperaba por outro
A7
Y entonces el bocal, colgadito
Bb A7 Dm Eb7 D7
En la ramada esperaba por outro
Gm C7
Cuando los dias se iban
F Bb
Y el trabajo lo hacía redomón;
Gm .A7
El domero, domingueando salía
Bb A7
Al pueblito, de su gaucho rincón
Gm C7
Al bocal, que hace del potro
F Bb
Tchê caballo del hombre campero;
Gm A7
En esos versos, un regalo sencillo
Bb A7
Que le entrega de alma, un domero
terça-feira, 24 de maio de 2011
Lições de Rio
Tom: G
Intro: G D/F# Em9 G F E7 Am Am/G C D7 G
(C D7 Bm F E7 Am D7 Dm7 G7) G D7 G C G C G
D/F# Em
Ensinaste-me a andar meu rio de infância
G D/F# Am E7
Contigo eu aprendi a ser paciente
Am Am/G D/F#
A saber que não se apressam as distâncias
C D7 G D7
E que nem todos vão ao mar que está na frente
G D/F# Em
De ti esta lição independência
G F E7 Am
Tu aceitar que minhas mãos precisam de outras
Am/G D/F#
Tanto quanto qualquer rio precisa sempre
C B7 Em E7
Da chuva que é um rio partido em gotas
Am Am/G D/F#
(Saber por que contastes que os remansos
G B7 Em
Se quebram pelas quedas e seus tombos
Am Am/G D/F# Bis
E que ainda sim segues cantando
Em C B7
Com a guitarra das canoas sobre o ombro
E C#m7 C
Saber por que contastes que os remansos
E C#m7 G#m7
Se quebram pelas quedas e seus tombos
F#m B7 F#m7 B7 Bis
E que ainda sim segues cantando
A Bbº B7 E
[INTRO]
G D/F# Em
Aprendi porque decerto me constaste
D/F# Am E7
Que as mulheres são a luz que nos conforta
Am Am/G D/F#
Assim como as estrelas são mulheres
C D7 G
Em tua solidão a noite brota
G F# G
Disseste que ao contrário dos humanos
D/F# Bm7(b5) E7 Am Am/G
Os rios não envelhecem nos seus trilhos
C D7 Bm7
E obrigado por também me haveres dito
F E7 Am7 D7 G Bis
Que o pai é um rio que segue nos seus filhos
G7 C D7 G
Que o pai é um rio que segue nos seus filhos 2x
Entardecer
Entardecer
Compositor: antonio augusto ferreira e ewerton ferreira
Tom: G
Em
UM MATIZ CABOCLO
B7
PINTA O CÉU DE VINHO
Am B7
PRÁ MORAR SOZINHO
G B7
TODO O PAGO É POUCO
Am B7
TODO CÉU SE AGITA
G B7
O HORIZONTE É LOUCO
Am B7
NUM MATIZ CABOCLO
Em
DE PERDER DE VISTA
Am D7 G B7
AMADA AMADA
Am B7
POR VIVER SOZINHO
Em
NÃO ME APEGO A NADA
Am D7 G B7
AMADA AMADA
Am B7
POR VIVER SOZINHO
Em (acordeon)
NÃO ME APEGO A NADA
Em
O MINUANO RINCHA
B7
NAS ESTRADAS RUBRAS
Am B7
REPONTANDO AS NUVENS
G B7
PELO CÉU ARRIBA
Am B7
O SOL POENTE ARDE
G B7
EM SOBRELOMBO À CRISTA
Am B7
QUANDO DEUS ARTISTA
Em
VEM PINTAR A TARDE
Am D7 G B7
AMADA AMADA
Am B7
POR VIVER SOZINHO
Em
NÃO ME APEGO A NADA
Am D7 G B7
AMADA AMADA
Am B7
POR VIVER SOZINHO
Em (acordeon)
NÃO ME APEGO A NADA
Em
UM MATIZ DE CHUMBO
B7
PREDOMINA AGORA
Am B7
VEM CHEGANDO A HORA
G B7
DE ENCONTRAR MEU RUMO
Am B7
AO SEU OLHAR LOBUNO
G B7
MAIS ALÉM DO POENTE
Am B7
ONDE VIVE AUSENTE
Em
MEU SONHAR REIÚNO
Am D7 G B7
AMADA AMADA
Am B7
POR VIVER SOZINHO
Em
NÃO ME APEGO A NADA
Am D7 G B7
AMADA AMADA
Am B7
POR VIVER SOZINHO
Em (acordeon)
NÃO ME APEGO A NADA
Vem aí o 27º Reponte da Canção!
PROGRAMAÇÃO
02/06 - Quinta-feira - 20h
19º Pérola Em Canto
Show com Juliano Javoski
Premiação do Pérola Em Canto
03/06 - Sexta-feira - 19h
Missa Crioula
Show de Abertura - Projetos Autores Lourencianos com Guerda Maria Kuhn
Apresentação das Músicas Concorrentes
Mostra do Show Repontando Solidariedade
Show Baile com Kininho Dornelles
Show com Jerônimo e Grupo
04/06 - Sábado - 20h
Show com Oscar Massita
Apresentação das Músicas Concorrentes
Show com Luiz Marenco
Show Baile com Tchê Parceiros
05/06 - Domingo - 20h
Apresentação das Músicas Finalistas
Espetáculo Cadica Danças e Ritmos
Premiação
Milonga de cumpadre
Em
Atraca essa milonga
B7
meu compadre veio
Em
mete o cavalo que o rio da passo
B7
atola na várzea até chega na junta
e de poncho nunca
Em
mete os burro nágua...
Ela enche os tubo
B7
feito pau de enchente
ela iguala a gente
Em
quando manda bala
meia escramuçada,
B7
meia redomona
ela é do tipo à-toa,
Em
ela é da nossa laia...
Am
(Ela é da fronteira, ela é musiqueira
D7/F#
e quanto mais campeira
G
mais solta das “pata”,
C
quando ajeita um verso
B7
de arrasta os tareco
Em
no cano do berro, na ponta da faca!)
(O Resto é tudo Igual)
Atraca essa milonga
meu compadre veio
atraca no más e
de peito inflado
enfia goela abaixo essa melodia
de “aparta” vaca com
cria lá no Toro Passo...
E se alguma idéia
te sobrar na telha
e se alguma lenha
te incendiar os olhos
encerra as ovelhas
solta os cachorros
no rastro dos “loco” de violão no colo.
Atraca no más, meu compadre veio
que esse milongueio é de parar rodeio
e atorar no meio essa judiaria
de negar porfia e de sentar o “reio”...
Pega um mate essa alma boa
e tapa de milonga essa campereada
de escora no freio um verso desdomado
e de pechar boi brabo numa paleteada.
Atraca essa milonga
B7
meu compadre veio
Em
mete o cavalo que o rio da passo
B7
atola na várzea até chega na junta
e de poncho nunca
Em
mete os burro nágua...
Ela enche os tubo
B7
feito pau de enchente
ela iguala a gente
Em
quando manda bala
meia escramuçada,
B7
meia redomona
ela é do tipo à-toa,
Em
ela é da nossa laia...
Am
(Ela é da fronteira, ela é musiqueira
D7/F#
e quanto mais campeira
G
mais solta das “pata”,
C
quando ajeita um verso
B7
de arrasta os tareco
Em
no cano do berro, na ponta da faca!)
(O Resto é tudo Igual)
Atraca essa milonga
meu compadre veio
atraca no más e
de peito inflado
enfia goela abaixo essa melodia
de “aparta” vaca com
cria lá no Toro Passo...
E se alguma idéia
te sobrar na telha
e se alguma lenha
te incendiar os olhos
encerra as ovelhas
solta os cachorros
no rastro dos “loco” de violão no colo.
Atraca no más, meu compadre veio
que esse milongueio é de parar rodeio
e atorar no meio essa judiaria
de negar porfia e de sentar o “reio”...
Pega um mate essa alma boa
e tapa de milonga essa campereada
de escora no freio um verso desdomado
e de pechar boi brabo numa paleteada.
De mudança
(F,F#,G,C 3x)
C
Junta os caco muié véia
G7
Põe tudo no carretão,
Panela preta e cambona, o meu pala
F
Teu colchão
D7 G7
Não esquece da tua loça, bacia, balde e lampião
F
Vou recolhendo as galinhas,
E7
uma leitoa emprenhada,
Am
cachorro,gato, marreco, duas ternera amojada,
Am/G F G7 C
e a petiça piquiteira, de pelagem colorada
F F#
(Do suspiro ao Cantagalo,
G7
Vou passar no Tiarajú, toma um trago no Bugiu
C
e posa no guabijú
F G7 C
Com a mudança toda atada com soga de couro crú)
Int.
C
Leva a mamadera do guri
G7
pra não fica resmungando
F
A caturra e os guaxinho que as coisa vao se ajeitando
D7 G7
Quem parte nao deixa nada, se nao acaba voltando
F
Leitera e caneco, vai debaixo dos pelego
E7 Am
pra nao ir batendo lata estragando meu sussego
Am/G F G7 C
que a viagem vai ser longa, vou partir de manhã cedo
( )
C
Junta os caco muié véia
G7
Põe tudo no carretão,
Panela preta e cambona, o meu pala
F
Teu colchão
D7 G7
Não esquece da tua loça, bacia, balde e lampião
F
Vou recolhendo as galinhas,
E7
uma leitoa emprenhada,
Am
cachorro,gato, marreco, duas ternera amojada,
Am/G F G7 C
e a petiça piquiteira, de pelagem colorada
F F#
(Do suspiro ao Cantagalo,
G7
Vou passar no Tiarajú, toma um trago no Bugiu
C
e posa no guabijú
F G7 C
Com a mudança toda atada com soga de couro crú)
Int.
C
Leva a mamadera do guri
G7
pra não fica resmungando
F
A caturra e os guaxinho que as coisa vao se ajeitando
D7 G7
Quem parte nao deixa nada, se nao acaba voltando
F
Leitera e caneco, vai debaixo dos pelego
E7 Am
pra nao ir batendo lata estragando meu sussego
Am/G F G7 C
que a viagem vai ser longa, vou partir de manhã cedo
( )
Eu guitarreiro
Bm_____________F#7______C#º___________F#7
Meu verso é fato e relato que transpõe meu sentimentos
A7______________D/F#___A7_________D/F#
Se me tomam por pequeno e assim querem me deixar
Em____________D/F#__F#7__________Bm
Me ponho a guitarrear só para ver quem é menos
Bm_____________F#7______C#º___________F#7
Minha guitarra tem segredos nos bordoneios matreiros
A7______________D/F#___A7_________D/F#
No coração e nos dedos a melodiosa mensagem da xucra
Em____________D/F#__F#7__________Bm
Cumplicidade com a alma do musiqueiro.
G7________F#7_______________________Bm
A guitarra sabe bem de mim como eu sei da guitarra
______________F#7________________Bm
Por isso que se abaguala nesta milonga potra.
B7____________Em________D/F#____F#7____Bm
Que floreia mais que as outras por ter o campo na alma.
Bm_____________F#7______C#º___________F#7
Meu canto tem opinião pois fala verdade nua
A7______________D/F#___A7_________D/F#
Tem voz forte tem candura não humilha mais retoça.
Em____________D/F#__F#7__________Bm
Fecha a caricia alvorota na mais primitiva cultura.
Bm_____________F#7______C#º___________F#7
Quando minha guitarra chora transparecem minhas penas
A7______________D/F#___A7_________D/F#
E nesta crioula essência do verso e do canto claro
Em____________D/F#__F#7__________Bm
Pareço estar a cavalo quando a seis tentos ponteia
Ritual de Recorrida
Am
No potreiro frente as casas
A boeira acende o brilho
Contraponteando o branquilho
Am F E7
Que se desmancha na brasa
Dm E7
Um sangrador pede vasa
Dm E7
Pingando sobre o fogão
Meu zaino quebra a ração
Am
E o silêncio desta hora
F E7
Enquanto o garfo da espora
Am
Se abraça no garrão
Am
No varejão da porteira
Um galo de goela afiada
Despachando a madrugada
Am F E7
Na clarinada campeira
Dm E7
Saúda as barras da fronteira
Dm E7
Debruçada sobre os montes
E o dia vem de reponte
Am
Destapando a noite preta
F E7
Que vira o carnal da baeta
Am
Sobre a anca do horizonte
F E7
(Arrocho o bocal do zaino
Am
Ato o cacho a canta galo
E7
Alçando a perna no embalo
Am
Sobre o basto castelhano
A7 Dm
Pois sou mais um aragano
G7 C
Sem divisas, nem bandeira
E7
Que ergue a pátria campeira
Am
No coração e nos tentos
F E7
Mudando o rumo dos ventos
Am
Sobre o junco das basteiras)
No potreiro frente as casas
A boeira acende o brilho
Contraponteando o branquilho
Am F E7
Que se desmancha na brasa
Dm E7
Um sangrador pede vasa
Dm E7
Pingando sobre o fogão
Meu zaino quebra a ração
Am
E o silêncio desta hora
F E7
Enquanto o garfo da espora
Am
Se abraça no garrão
Am
No varejão da porteira
Um galo de goela afiada
Despachando a madrugada
Am F E7
Na clarinada campeira
Dm E7
Saúda as barras da fronteira
Dm E7
Debruçada sobre os montes
E o dia vem de reponte
Am
Destapando a noite preta
F E7
Que vira o carnal da baeta
Am
Sobre a anca do horizonte
F E7
(Arrocho o bocal do zaino
Am
Ato o cacho a canta galo
E7
Alçando a perna no embalo
Am
Sobre o basto castelhano
A7 Dm
Pois sou mais um aragano
G7 C
Sem divisas, nem bandeira
E7
Que ergue a pátria campeira
Am
No coração e nos tentos
F E7
Mudando o rumo dos ventos
Am
Sobre o junco das basteiras)
Am
Costeando o aramado
Que se estende em sete fios
Foi bombeando o tramerio
Am F E7
Recorrendo todo o banhado
Dm E7
Boto o sal e conto o gado
Dm E7
E o rebanho das ovelhas
Enquanto o pingo escarceia
Am
Escutando a conta da talha
F E7
Esmaga o pasto e ensaia
Am
Um contra-jogo de orelhas
Am
E no trinar da cantilena
De puro aço templado
Lampeja raios prateados
Am F E7
Que suga a terra morena
Dm E7
Salga a pele dos torenas
Dm E7
Embaçando até as retinas
E eu fecho um baio georgina
Am
Contra estas horas de calma
F E7
E adoço as penas da alma
Am
Saboreando a minha sina
Costeando o aramado
Que se estende em sete fios
Foi bombeando o tramerio
Am F E7
Recorrendo todo o banhado
Dm E7
Boto o sal e conto o gado
Dm E7
E o rebanho das ovelhas
Enquanto o pingo escarceia
Am
Escutando a conta da talha
F E7
Esmaga o pasto e ensaia
Am
Um contra-jogo de orelhas
Am
E no trinar da cantilena
De puro aço templado
Lampeja raios prateados
Am F E7
Que suga a terra morena
Dm E7
Salga a pele dos torenas
Dm E7
Embaçando até as retinas
E eu fecho um baio georgina
Am
Contra estas horas de calma
F E7
E adoço as penas da alma
Am
Saboreando a minha sina
Solo Diário de um fronteiriço
1° Parte
23 22 32 34 13
23 22 32 34 12
23 22 32 34 45 34 23 12 25 23 22 15 12
2° Parte
23 22 32 34 13
23 22 32 34 12
23 22 32 34 45 34 23 12 25 15 12 23
23 22 32 34 13
23 22 32 34 12
23 22 32 34 45 34 23 12 25 23 22 15 12
2° Parte
23 22 32 34 13
23 22 32 34 12
23 22 32 34 45 34 23 12 25 15 12 23
Milongão da ginetiada
Cm_______________________________G#_G
Se amanheço mal dormido reinando e de bofe azedo
______________________________________Cm
Viro o mate, quebro a cuia, saio coiceando o cusquedo
__________________________________G#_G
Acordo quem tá dormindo co´s gritos da guaipecada
__________________________________________Cm
Faço um tendéu na mangueira dando pau na matungada
Cm_______________________________G#_G
Ao adentrar na mangueira uma zebua me atropela
____________________________________Cm
Esfiapo um toco de trama batendo nos corno dela
______________________________________G#_G
É vaca, cavalo e “home” disputando o mesmo espaço
___________________________________________Cm
Até minha sombra se esconde de medo de entrar pra o laço
C7_______________Fm__________________Cm
Meto o bocal no sebruno que dos mau esse é o pior
_____________________G_________________Cm
“Cheguemo” lá no palanque os dois lavados de suor
_____C7____________Fm__________________Cm
A gineteada é um bailongo e a minha espora faz floreio
__________________G7____________________C
Sonho que tô no fandango co´as muchachas do rodeio
C_______________C_________________________________________G
Mas há! Gineteada linda! É relincho de potro, é bufo e mangaço, tinir de espora
Dm______________G__________________________________C
Mas há! Gineteada linda! Eu vou lá na grimpa, onde a curucaca mora
C________________C__________________________________________G
Mas há! Gineteada linda! É relincho de potro, é bufo e mangaço, tinir de espora
Dm____________G__________________________________Cm
O pala atirei pra trás, a alma entreguei no más pra nossa senhora!
14/09/08
~ Gabriel
Continuação
Cm________________________________G#_G
Saímos eu e o sebruno achatando os “macegal”
_____________________________________Cm
Eu proseando e ajeitando pra não judiá do animal
_________________________________________G#_G
Destrato, chamo de podre, carne pros “corvo” no inferno
_________________________________________Cm
Golpe, grito e manotaço, chego a embarrar o meu terno
Cm___________________________________G#_G
Depois voltemo pra estância os dois com cara de mau
___________________________________Cm
Eu amolentado a golpe e ele encouraçado a pau
__________________________________G#__G
Apeio diante o galpão saco o recal e dou-lhe um banho
_______________________________________Cm
Para que nunca me esqueça passo salmoura nos lanho
C7______________Fm_________________Cm
Deixo no más um recado pra evitar algum enredo
___________________G7____________________Cm
Nem chegue perto de mim quando estou de bofe azedo
____C7_________________Fm___________________Cm
Vou golpear-lhe uma nos “quexo”, bota aí na minha fatura
__________________G7_________________Cm
Que a changa tá garantida na cancha da ferradura.
Se amanheço mal dormido reinando e de bofe azedo
______________________________________Cm
Viro o mate, quebro a cuia, saio coiceando o cusquedo
__________________________________G#_G
Acordo quem tá dormindo co´s gritos da guaipecada
__________________________________________Cm
Faço um tendéu na mangueira dando pau na matungada
Cm_______________________________G#_G
Ao adentrar na mangueira uma zebua me atropela
____________________________________Cm
Esfiapo um toco de trama batendo nos corno dela
______________________________________G#_G
É vaca, cavalo e “home” disputando o mesmo espaço
___________________________________________Cm
Até minha sombra se esconde de medo de entrar pra o laço
C7_______________Fm__________________Cm
Meto o bocal no sebruno que dos mau esse é o pior
_____________________G_________________Cm
“Cheguemo” lá no palanque os dois lavados de suor
_____C7____________Fm__________________Cm
A gineteada é um bailongo e a minha espora faz floreio
__________________G7____________________C
Sonho que tô no fandango co´as muchachas do rodeio
C_______________C_________________________________________G
Mas há! Gineteada linda! É relincho de potro, é bufo e mangaço, tinir de espora
Dm______________G__________________________________C
Mas há! Gineteada linda! Eu vou lá na grimpa, onde a curucaca mora
C________________C__________________________________________G
Mas há! Gineteada linda! É relincho de potro, é bufo e mangaço, tinir de espora
Dm____________G__________________________________Cm
O pala atirei pra trás, a alma entreguei no más pra nossa senhora!
14/09/08
~ Gabriel
Continuação
Cm________________________________G#_G
Saímos eu e o sebruno achatando os “macegal”
_____________________________________Cm
Eu proseando e ajeitando pra não judiá do animal
_________________________________________G#_G
Destrato, chamo de podre, carne pros “corvo” no inferno
_________________________________________Cm
Golpe, grito e manotaço, chego a embarrar o meu terno
Cm___________________________________G#_G
Depois voltemo pra estância os dois com cara de mau
___________________________________Cm
Eu amolentado a golpe e ele encouraçado a pau
__________________________________G#__G
Apeio diante o galpão saco o recal e dou-lhe um banho
_______________________________________Cm
Para que nunca me esqueça passo salmoura nos lanho
C7______________Fm_________________Cm
Deixo no más um recado pra evitar algum enredo
___________________G7____________________Cm
Nem chegue perto de mim quando estou de bofe azedo
____C7_________________Fm___________________Cm
Vou golpear-lhe uma nos “quexo”, bota aí na minha fatura
__________________G7_________________Cm
Que a changa tá garantida na cancha da ferradura.
Ritual de Morte e Manada
Am
Gritos de guerra e uma tropilha em disparada
........... Dm ........................ Am
Vigor de eguada em desespero e fim de luz
..............F ....................C
Tem uma cruz a demarcar que este perau
.................F .................C
Foi vendaval cortado a morte sem consolo
...............E7 .................Am
Ritual crioulo a consumir pelo encarnau
Am
Vinha no mouro o mais campeiro dos vaqueanos
..............Dm .................Am
Num baio ruano, índio pampa boleador
..............F........................ C
Força e calor em tantos outros sem bandeira
.................F .................C
Que a polvoadeira desfarçou na correria
............E7....................Am
Na valentia de um olhar de boleadeiras
Dm ................... Am
Aaaaaaaaaaaaiahahaiahaha
Dm...................................Am
Correndo eguada por motivos de fronteira
Dm ............................... Am
Gritos de guerra no olhar das boleadeiras
.............F ...........E7................Am
Gritos de gueeeeerra, no olhar das boleadeiras
Am
A vida é um laço que se estende frente aos homens
Dm......................................Am
Também consome quem se vai rumo ao perau
.............F........................C
Ser imortal é deixar frutos quando passa
............F........................C
Será torcassa frente a paz do semelhante
...............E7.....................Am
Junto aos errantes ser bandeira de uma raça
Gritos de guerra e uma tropilha em disparada
........... Dm ........................ Am
Vigor de eguada em desespero e fim de luz
..............F ....................C
Tem uma cruz a demarcar que este perau
.................F .................C
Foi vendaval cortado a morte sem consolo
...............E7 .................Am
Ritual crioulo a consumir pelo encarnau
Am
Vinha no mouro o mais campeiro dos vaqueanos
..............Dm .................Am
Num baio ruano, índio pampa boleador
..............F........................ C
Força e calor em tantos outros sem bandeira
.................F .................C
Que a polvoadeira desfarçou na correria
............E7....................Am
Na valentia de um olhar de boleadeiras
Dm ................... Am
Aaaaaaaaaaaaiahahaiahaha
Dm...................................Am
Correndo eguada por motivos de fronteira
Dm ............................... Am
Gritos de guerra no olhar das boleadeiras
.............F ...........E7................Am
Gritos de gueeeeerra, no olhar das boleadeiras
Am
A vida é um laço que se estende frente aos homens
Dm......................................Am
Também consome quem se vai rumo ao perau
.............F........................C
Ser imortal é deixar frutos quando passa
............F........................C
Será torcassa frente a paz do semelhante
...............E7.....................Am
Junto aos errantes ser bandeira de uma raça
Alvorotada-Leonel Gomez
intro:E__B7__E_B7_A_G#m_F#m_E_B7_E_B7_E
E F#m
Alvorotada costeia a cerca que a primavera acordou as flores
___B7 E
Nem sabe donde partiu a gana de enlouquecida buscar amores
__C#7 F#m
Alvorotada perde a tenência não tem querência nem tem rodeio
__B7 E
Se vem solita sem rumo certo força da vida não tem costeio
_B7 E
Talvez à noite berrando fundo pelo sereno e a brisa mansa
B7 E___E_F#m_G#m_A
Sigam no rastro do teu perfume e este romance desate a trança
A Bbº E
Pelas canhadas nas primaveras quantas perdidas buscando aguadas
B7 A
Seguem solitas costeando cerca deixando rastro alvorotadas?
E F#m
Lembras que ao cio Deus supremo deu como benção seguir as flores
___B7 E
No ciclo eterno das primaveras mesclar perfumes buscando amores
__C#7 F#m
Alvorotada perde a tenência não tem querência nem tem rodeio
__B7 E
Se vem solita sem rumo certo força da vida não tem costeio
E F#m
Alvorotada costeia a cerca que a primavera acordou as flores
___B7 E
Nem sabe donde partiu a gana de enlouquecida buscar amores
__C#7 F#m
Alvorotada perde a tenência não tem querência nem tem rodeio
__B7 E
Se vem solita sem rumo certo força da vida não tem costeio
_B7 E
Talvez à noite berrando fundo pelo sereno e a brisa mansa
B7 E___E_F#m_G#m_A
Sigam no rastro do teu perfume e este romance desate a trança
A Bbº E
Pelas canhadas nas primaveras quantas perdidas buscando aguadas
B7 A
Seguem solitas costeando cerca deixando rastro alvorotadas?
E F#m
Lembras que ao cio Deus supremo deu como benção seguir as flores
___B7 E
No ciclo eterno das primaveras mesclar perfumes buscando amores
__C#7 F#m
Alvorotada perde a tenência não tem querência nem tem rodeio
__B7 E
Se vem solita sem rumo certo força da vida não tem costeio
Pala - leonel gomez
E | | -------2-------2-------2-------2- |
B | | -----3-------3-------3-------3--- |
G | | ---4-------4-------4-------4----- |
D | | --------------------------------- |
A | | -2-------2-------1-------1------- |
E | | --------------------------------- |
D Em
Este meu pala, meia lã campeira.
A D
Que estendo aos ombros, no mais xucro apego.
B9 Em
Já foi meu pano de jogar primeira
A D
Já fiz de colcha pra forrar pelego
D Em
Já fiz de trapo pra espantar brazina
A D
E atei no braço pra escorar facada
B9 Em
Já fiz com ele espanador de geada
A D
E até coberta pra agasalhar china
Em A F#m B9
Em cada canto, uma inicial bordada.
Em A D
Por mão mimosa da mimosa fada
Em A F#m B9
Cuja lembrança meu viver embala
G A D
Cuja lembrança meu viver embala
(solo de gaita mesma base da introdução, e acrescente-se uma parada de Bsus2)
D Em
A vida é curta, mas pra mim , foi linda.
A D
E deus permita que, morrendo, ainda.
B9 Em
Eu tenha forças pra vestir o pala
A D
Eu tenha forças pra vestir o pala
Em A F#m B9
Em cada canto, uma inicial bordada.
Em A D
Por mão mimosa da mimosa fada
Em A F#m B9
Cuja lembrança meu viver embala
G A D
Cuja lembrança meu viver embala
Em A D
Cuja lembrança meu viver embala
B | | -----3-------3-------3-------3--- |
G | | ---4-------4-------4-------4----- |
D | | --------------------------------- |
A | | -2-------2-------1-------1------- |
E | | --------------------------------- |
D Em
Este meu pala, meia lã campeira.
A D
Que estendo aos ombros, no mais xucro apego.
B9 Em
Já foi meu pano de jogar primeira
A D
Já fiz de colcha pra forrar pelego
D Em
Já fiz de trapo pra espantar brazina
A D
E atei no braço pra escorar facada
B9 Em
Já fiz com ele espanador de geada
A D
E até coberta pra agasalhar china
Em A F#m B9
Em cada canto, uma inicial bordada.
Em A D
Por mão mimosa da mimosa fada
Em A F#m B9
Cuja lembrança meu viver embala
G A D
Cuja lembrança meu viver embala
(solo de gaita mesma base da introdução, e acrescente-se uma parada de Bsus2)
D Em
A vida é curta, mas pra mim , foi linda.
A D
E deus permita que, morrendo, ainda.
B9 Em
Eu tenha forças pra vestir o pala
A D
Eu tenha forças pra vestir o pala
Em A F#m B9
Em cada canto, uma inicial bordada.
Em A D
Por mão mimosa da mimosa fada
Em A F#m B9
Cuja lembrança meu viver embala
G A D
Cuja lembrança meu viver embala
Em A D
Cuja lembrança meu viver embala
Assinar:
Postagens (Atom)
